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RELIGIÃO CATÓLICA
ANO DA EUCARISTIA
OUTUBRO 2004–OUTUBRO 2005

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Por sugestão e colaboração do Frei Sérgio Bonadiman, OAR, publicamos aqui algumas mensagens para reforçar a importância do Ano da Eucaristia instituído pelo Papa João Paulo II. A finalidade principal é fazer com que todos nós católicos nos concientizemos da importância de renovar constantemente a Aliança que Deus fez conosco em Jesus Cristo, nosso único Salvador, vivo e presente de Corpo e Sangue na Sagrada Eucaristia. Através desse entendimento possamos viver condignamente a vida de verdadeiros cristãos.

Ano da Eucaristia
Índice desta Página:
Eu quisera, Jesus Adorado, teu sacrário de amor rodear!
O desejo de ver-te adorado, tanto invade o meu coração!
Eu quisera estar noite e dia, a Teus pés em humilde oração!

ANO DA EUCARISTIA

Ano EucaristiaIrmãos, estamos celebrando o Ano da Eucaristia, o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo. Este ano é para a gente meditar, agradecer e renovar nossos compromissos cristãos. Meditar neste mistério da Eucaristia. Agradecer esta presença viva de Jesus Eucarístico na sua Igreja. E renovar a aliança que Deus quis fazer conosco em Jesus Cristo.

DEUS FEZ UMA NOVA ALIANÇA COM O SEU POVO

A antiga aliança era apenas figura daquilo que haveria de vir. No evangelho, São Lucas dá um relato resumido do que aconteceu na Última Ceia. Ali Jesus celebra a Nova Aliança de Deus Pai com os homens.

Na Última Ceia, Jesus quis seguir o ritual comum da antiga aliança: Jesus dá o seu novo mandamento: amar uns aos outros, sermos unidos como ele e o Pai. Faz a oferta do sacrifício perfeito de sua vida. A vítima ali não é mais um novilho, mas ele mesmo, Deus e Homem. O seu sangue, derramado na cruz, sela a nova aliança. Em vez de um altar ou colunas de pedra, ele deixa a divina Eucaristia, como o sinal vivo dessa nova aliança.

A EUCARISTIA É O SINAL DA NOVA ALIANÇA

Assim como em todas as Alianças antigas se deixava um sinal visível para as gerações do futuro poderem se lembrar daquela aliança, assim também Jesus quis deixar um sinal ou memorial da Nova Aliança: é a Eucaristia.
Mas a Eucaristia não é só um sinal do que aconteceu no passado. Eucaristia é sacramento. E todo sacramento realiza aquilo que o seu sinal indica.

Cada vez que uma Comunidade celebra a Eucaristia ali está se realizando de novo no presente, aquela mesma aliança que Jesus Cristo fez, uma vez para sempre, em nosso nome com Deus Pai. Na Missa, cada Comunidade atualiza a Nova Aliança com Deus.

Por isso temos na Missa o mesmo ritual da Aliança, que Jesus usou na Última Ceia. Podemos perguntar a nós mesmos, se a nossa comunidade esta renovando a aliança com Deus, cada vez que celebramos a Eucaristia. Na liturgia da Palavra, Deus fala o que Ele quer de nós, qual é a vontade dele. E a comunidade responde: Estamos prontos para fazer o que o Senhor mandar!

Depois se oferece de novo o único sacrifício da nova Aliança, que é o sacrifício da morte e ressurreição de Cristo. Aqui a comunidade traz sua vida toda, com alegrias e tristezas, para oferecer ao Pai, junto com o sacrifício de Cristo. Finalmente, a comunidade comunga, selando a aliança, e ainda conserva este sinal da Nova Aliança, a Hóstia Consagrada, com a presença real de Cristo ressuscitado. Será que nossas missas estão sendo mesmo uma Nova Aliança com Deus?


JOÃO PAULO II ABRE O ANO DA EUCARISTIA

Papa João Paulo IIArtigo publicado pela agência Zenit de notícias em 17/10/04

João Paulo II inaugurou este domingo o Ano da Eucaristia apresentando Jesus como resposta ao desejo de vida que se eleva em todo o planeta, onde pairam “sombras ameaçadoras”.

Após presidir a solene missa e adorar o Sacramento na Basílica de São Pedro, cheia de fiéis, o Papa dirigiu sua mensagem através da televisão aos peregrinos congregados em Guadalajara (México) para participar do encerramento do Congresso Eucarístico Internacional.

O bispo de Roma leu a introdução e a conclusão de seu discurso. O restante das passagens ficou a cargo do arcebispo Leonardo Sandri, substituto para Assuntos Gerais da Secretaria de Estado da Santa Sé.

A Eucaristia é “mistério de vida”, explicou o Santo Padre no discurso escrito em espanhol. “Que aspiração pode ser maior que vida?”.

“E, no entanto – reconheceu –, sobre este profundo desejo humano universal pairam sombras ameaçadoras: a sombra de uma cultura que nega o respeito à vida em cada uma de suas fases; a sombra de uma indiferença que condena tantas pessoas a um destino de fome e subdesenvolvimento; a sombra de uma busca científica que às vezes está ao serviço do egoísmo do mais forte”.

As palavras do pontífice se articularam em torno ao tema do Congresso Eucarístico Internacional que, durante a última semana, teve por lema “A Eucaristia, luz e vida do novo milênio”.

“Mistério de luz”, constatou o Santo Padre. “De luz tem necessidade o coração do homem, oprimido pelo pecado, às vezes desorientado e cansado, provado por sofrimentos de todo tipo. O mundo tem necessidade de luz, na busca difícil de uma paz que parece distante no início de um milênio perturbado e humilhado pela violência, o terrorismo e a guerra”.

“A Eucaristia é luz –seguiu constatando–. Na Palavra de Deus constantemente proclamada, no pão e vinho convertidos em Corpo e Sangue de Cristo, é precisamente Ele, o Senhor Ressuscitado, que abre a mente e o coração e se deixa reconhecer, como sucedeu com os discípulos de Emaús “ao partir o pão’”.

“Neste gesto revivemos o sacrifício da Cruz, experimentamos o amor infinito de Deus e sentimos o chamado a difundir a luz de Cristo entre os homens e mulheres de nosso tempo”, disse.

O Santo Padre confessou que via a conexão televisiva entre a Basílica considerada o “coração da cristandade” e Guadalajara como “uma ponte” que unia os “fiéis de toda orbe”.

“O ponto de encontro é Jesus –sublinhou–, realmente presente na Santíssima Eucaristia com seu mistério de morte e ressurreição, no qual se unem o céu e a terra e se encontram os povos e as culturas diversas. Cristo é ‘nossa paz, fazendo dos dois um só povo’”.

Este Ano da Eucaristia, indicou por último, convida “a comunidade cristã a tomar consciência mais viva disso com uma celebração mais sensibilizada, com uma adoração prolongada e fervorosa, com um maior compromisso de fraternidade e de serviço aos mais necessitados”.

A mensagem televisiva pontifícia concluiu com uma oração dirigida a Cristo Eucaristia para pedir-lhe que liberte a humanidade das sombras da noite”.

“Ampara-nos do cansaço, perdoa nossos pecados, orienta nossos passos pela via do bem. Abençoa as crianças, os jovens, os anciãos, as famílias e particularmente os enfermos. Abençoa toda a humanidade”, implorou.

O Ano da Eucaristia concluirá em outubro, com motivo do Sínodo de bispos do mundo que se celebrará no Vaticano sobre este mesmo tema.

Para o Ano da Eucaristia foi publicada a carta apostólica Mane Nobiscum Domine. Clique aqui para ler na íntegra esta carta apostólica em português diretamente do site do vaticano


CARDEAL ARINZE APRESENTA A CARTA APOSTÓLICA PARA O ANO EUCARÍSTICO

«Mane nobiscum Domine» de João Paulo II

Cradeal Francis ArinzeCIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 8 de outubro de 2004 (ZENIT.org).- Publicamos a intervenção do Cardeal Francis Arinze, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, na coletiva de imprensa de apresentação da carta apostólica de João Paulo II «Mane nobiscum Domine» , por ocasião do Ano da Eucaristia. O texto da carta, publicado em italiano, ainda não foi traduzido a outros idiomas.

(Nota do editor: este texto reflete a tradução integral da apresentação feita pelo Cardeal Arinze. Atualmente o texto já foi traduzido para outros idiomas - veja no final da matéria o link para acessar diretamente a versão completa em português publicada no site do Vaticano)

Na missa solene na Basílica de Latrão, na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, no dia 10 de junho de 2004, o Santo Padre anunciou o Ano da Eucaristia, que será celebrado entre outubro de 2004 e outubro de 2005 em toda a Igreja. Agora nos entrega uma carta apostólica bela e incisiva, «Mane nobiscum Domine», para ajudar e guiar a Igreja na celebração deste ano especial com o máximo proveito.

A carta tem uma introdução, quatro capítulos e uma conclusão.

Introdução

Na introdução, o Santo Padre toma a imagem dos dois discípulos no caminho de Emaús como fio condutor de toda a carta apostólica. Depois de haver explicado que o Ano da Eucaristia surge na linha do Concílio Vaticano II e do Grande Jubileu do Ano 2000 (capítulo I), o Sumo Pontífice se concentra na Eucaristia como mistério de luz (capítulo II); como manancial e manifestação de comunhão (capítulo III) e como princípio da missão (capítulo IV).

O Ano da Eucaristia comprometerá particularmente a Igreja a viver o mistério da Santa Eucaristia. Jesus segue caminhando conosco e nos introduz nos mistérios de Deus, abrindo-nos ao significado profundo das Sagradas Escrituras. No momento culminante do encontro, Jesus parte para nós o «pão da vida».

Muitas vezes durante seu pontificado o Papa João Paulo II convidou a Igreja a refletir sobre a Santa Eucaristia, seguindo o ensinamento dos Padres da Igreja, dos concílios ecumênicos e de seus predecessores. Particularmente o fez no ano passado (2003) na carta encíclica «Ecclesia de Eucharistia». Esta carta apostólica convida a Igreja a retomar essa encíclica.

O Santo Padre menciona dois acontecimentos principais que iluminam e marcam o início e o final do Ano da Eucaristia: o 48º Congresso Eucarístico Internacional, que acontecerá em Guadalajara (México), na próxima semana, de 10 a 17 de outubro, e a 11ª assembléia geral do sínodo dos bispos, que ocorrerá no Vaticano de 2 a 29 de outubro de 2005. Inclui também a Jornada Mundial da Juventude, que será celebrada em Colônia de 16 a 21 de agosto de 2005.

O Santo Padre confia a celebração do Ano da Eucaristia à atenção pastoral dos bispos. A profundidade do mistério eucarístico é tal que o Ano da Eucaristia não só não interfere nos programas pastorais de cada igreja particular ou diocese, senão os ilumina eficazmente. O mistério eucarístico é a raiz, o fundamento e o segredo da vida espiritual de cada discípulo de Cristo, assim como de toda iniciativa da Igreja local. Portanto, trata-se de acentuar a dimensão eucarística nestas iniciativas ou programas pastorais.

Capítulo I: Na linha do Vaticano II e do Jubileu
O Santo Padre sublinha que o Ano da Eucaristia expressa intensamente a concentração em Jesus Cristo e a contemplação de seu rosto que está caracterizando o caminho pastoral da Igreja, especialmente a partir do Concílio Vaticano II. Em Cristo, a Palavra feita carne, não só nos revelou o mistério de Deus, como também nos desvelou o mistério do homem.

João Paulo II desenvolveu este tema em sua primeira encíclica, a «Redemptor hominis» e tomou-o depois na «Tertio Millennio adveniente», em 1994, para preparar a Igreja ao grande jubileu do ano 2000. Neste documento, disse que o Jubileu seria um ano «intensamente eucarístico» (n. 55). Este fio condutor eucarístico continua em outros documentos, como na «Dies Domini» e especialmente na «Novo Millennio ineunte», a carta apostólica «programática» para o terceiro milênio, e na «Rosarium Virginis Mariae», a carta apostólica com qual se inaugurou o Ano do Rosário, em 16 de outubro de 2002. No coração desse ano o Santo Padre nos deu essa pérola de encíclica, a «Ecclesia de Eucharistia», assinada em 17 de abril de 2003 na solene celebração da «missa da Ceia do Senhor» da Quinta-feira Santa [...].

Capítulo II: A Eucaristia, mistério de luz
A Eucaristia é mistério de luz por muitos motivos. Jesus fala de si mesmo como «luz do mundo» (João 8, 12). Na escuridão da fé, a Eucaristia se converte para o fiel em mistério de luz, pois o introduz na profundidade do mistério divino. A celebração eucarística alimenta o discípulo de Cristo com duas «mesas», a da Palavra de Deus e a do Pão da Vida. Na primeira parte da missa, lêem-se as Escrituras para que possamos ser iluminados e possam arder nossos corações. Na homilia, a Palavra de Deus é ilustrada e atualizada para a vida do cristão em nosso tempo. Quando as mentes são iluminadas e os corações ardem, os sinais falam. Nos sinais eucarísticos, o mistério está em certo sentido aos olhos dos crentes. Os discípulos de Emaús reconheceram Jesus ao partir o pão.

A Santa Eucaristia é um banquete. Mas isso é antes de tudo e profundamente um banquete de sacrifício: anunciamos a morte do Senhor; proclamamos sua ressurreição e esperamos sua vinda na glória.

A Eucaristia é Cristo real e substancialmente presente. Este mistério tem de ser celebrado com grande fé, segundo as normas litúrgicas estabelecidas. O Ano da Eucaristia que vai começar é um tempo propício para estudar com atenção a «Institutio Generalis», ou seja, o ordenamento geral do Missal Romano na terceira «Editio typica» e alimentar os fiéis com uma rica catequese.

A maneira em que celebramos a missa tem de manifestar nossa consciência viva da presença real de Cristo. Não há que se esquecer dos momentos de silêncio. Longos períodos de adoração a Jesus presente no sacrário demonstrarão nosso amor por Ele. A adoração do Santíssimo Sacramento fora da missa tem de ser este ano um compromisso especial das paróquias e das comunidades religiosas. Em particular, há que se acentuar a reparação, a contemplação, a meditação bíblica e cristocêntrica. A solenidade do Corpo e do Sangue de Cristo deve ser celebrada também com a procissão, como uma proclamação de nossa fé eucarística.

Capítulo III: Eucaristia, manancial e manifestação de comunhão
Os discípulos de Emaús, depois de haverem reconhecido o Senhor, «levantaram-se em seguida» (Lucas 24, 33) para comunicar a bela notícia. O encontro com Jesus na Eucaristia leva a Igreja e cada cristão a testemunhar, a evangelizar. Temos de dar graças ao Senhor e não duvidar em mostrar nossa fé em público. A Eucaristia nos leva a sermos solidários com os demais, fazendo-nos promotores de harmonia, de paz e especialmente a compartilhar tudo com os necessitados. O Ano da Eucaristia tem de levar as comunidades diocesanas e paroquiais a um particular interesse pelas diferentes manifestações da pobreza no mundo, como a fome e as enfermidades, especialmente nas nações em vias de desenvolvimento, a solidão dos anciãos, o desemprego e os sofrimentos dos imigrantes. Este critério de caridade será o sinal da autenticidade de nossas celebrações.

Conclusão
O Santo Padre reza para que este ano da Eucaristia possa ser para todos uma preciosa oportunidade para alcançar uma renovada consciência do incomparável tesouro que Cristo confiou a sua Igreja.

Corresponde aos pastores das igrejas locais elaborar iniciativas específicas. A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos oferecerá sugestões úteis e propostas. O Santo Padre não pede que se façam coisas extraordinárias, mas que todas as iniciativas estejam caracterizadas por uma grande profundidade espiritual. Há que se dar prioridade à missa dominical e à adoração eucarística fora da missa.

O Papa exorta a todos os membros da Igreja --bispos, sacerdotes e outros ministros, seminaristas, consagrados, fiéis leigos, em particular aos jovens-- que façam o que lhes corresponde em favor do êxito deste ano eucarístico. Pede à Virgem Maria, a que olha como seu modelo, que seja imitada em sua relação com este santíssimo mistério.

Enquanto a Igreja entra no Ano da Eucaristia, nesta bela carta apostólica «Mane nobiscum Domine», firmada em 7 de outubro de 2004, encontramos nosso guia, a lâmpada que nos ilumina, nossa estrela, o alento e o guia de nosso caminho.

[Tradução realizada por Zenit] ZP04100801

Carta Apostólica de João Paulo II - Mane Nobiscum Domine. Clique aqui para ler na íntegra esta carta apostólica em português diretamente do site do vaticano


QUE DEUS ABENÇOE A TODOS NÓS!

Oh! meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno,
levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente
as que mais precisarem!

Graças e louvores se dê a todo momento:
ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!

Mensagem:
"O Senhor é meu pastor, nada me faltará!"
"O bem mais precioso que temos é o dia de hoje!    Este é o dia que nos fez o Senhor Deus!  Regozijemo-nos e alegremo-nos nele!".

( Salmos )

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