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RELIGIÃO CATÓLICA
EVANGELHO DO DIA DA SEMANA

Evangelho do Dia Liturgia da Palavra
LEITURAS DIÁRIAS DA SEMANA

Veja abaixo das datas algumas informações muito importantes!

Sex, 15 Julho

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Sáb, 16 Julho
DOMINGO, 17 Julho
Seg, 18 Julho
Ter, 19 Julho
Qua, 20 Julho
Qui, 21 Julho
Sex, 22 Julho
Sáb, 23 Julho
DOMINGO, 24 Julho
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Folheto Dominical - PULSANDINHO - Arquidiocese de Apucarana - PR:
Download do Folheto: http://www.diocesedeapucarana.com.br/pulsandinho.php
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Folheto Dominical - O POVO DE DEUS - Arquidiocese de S ão Paulo - SP:
Download do Folheto: http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/folheto_povodeus
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CRÉDITOS DEVIDOS NESTA PÁGINA


Leituras, Homilias, Comentários, Figuras e Histórias dos Santos e Santas do Dia:

Liturgia Diária Completa: Portal Dom TotalSanto do Dia: Canção Nova

Comentários do Evangelho e Figuras Litúrgicas:

Evangelho Diário: Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho

Comentaristas do Evangelho

Diácono José da Cruz
Diácono Permanente – José da Cruz - nascido em 25/11/1951. Ordenado pelo Bispo D.José Lamberte em 01 de Novembro de 1991 na Paróquia São João Batista e Imaculada Conceição, aonde atuou desde a ordenação até 31 de Janeiro de 1997, trabalhando com dois Párocos Pe... - (clique aqui para conhecer melhor o Diácono)
José Raimundo OlivaJosé Raimundo Oliva
Formado em Engenharia pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, teólogo pela Escola Dominicana de Teologia de São Paulo, licenciado em Filosofia, Psicologia e Sociologia pela Universidade Católica de Pernambuco. Integra um grupo de formação extensiva do CEBI (Centro de Estudos Bíblicos) de Pernambuco, exercendo assessoria em comunidades e grupos.
José Raimundo OlivaProf. Dr. Padre Jaldemir Vitório
Doutor em exegese bíblica pela a Gregoriana de Roma. Atualmente Pe. Vitório é o reitor da FAJE (Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia) em Belo Horizonte - MG.
Padre Carlos Alberto Contieri, SJPadre Pe. Carlos Alberto Contieri, SJ
Procurador da Congregação Provincial do Brasil Centro-Leste, Diretor do Pateo do Colégio e Embu das Artes; Coordenador da Área do Apostolado Intelectual e Ensino Superior e Membro do Conselho Apostólico da Província.

Liturgia da Sexta-Feira — 15.07.2016

Terço do Rosário: Mistérios Dolorosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Dolorosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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— SÃO BOAVENTURA

O menino João nasceu no ano 1218. O pai era um médico conceituado e influente na cidade. Aos vinte anos de idade, ingressou no convento franciscano, onde vestiu o hábito e tomou o nome de Boaventura. Estudou filosofia e teologia na universidade de Paris. Foi contemporâneo de Tomás de Aquino.

Boaventura buscou a ordem franciscana porque, com seu intelecto privilegiado, enxergou nela uma miniatura da própria Igreja. Ambas nasceram contando somente com homens simples, pescadores e camponeses. Boaventura opôs-se a todos que atacavam as ordens mendicantes. Foi nesta defesa, como teólogo e orador, que teve sua fama projetada em todo o meio eclesiástico.

Em 1257 foi eleito Superior Geral da ordem. Neste cargo permaneceu por dezoito anos. Sua direção foi tão exemplar que acabou sendo chamado de segundo fundador e pai dos franciscanos. Ele conseguiu manter o equilíbrio da nova geração dos frades com os de visão mais antiga.

Escreveu onze volumes teológicos, procurando dar o fundamento racional às verdades regidas pela fé. Foi ordenado Bispo-cardeal e encarregado de organizar o Concilio de Lion, em 1273.

Frei Boaventura morreu em 15 de julho de 1274 em Lion, na França, assistido pessoalmente pelo Papa que o queria muito bem. Foi canonizado em 1482 e recebeu o honroso título de Doutor da Igreja.

REFLEXÃO
Frei Boaventura escreveu: "É bastante aos homens receber a graça de amar a Deus. Uma simples velhinha poderá amar a Deus mais do que um professor de teologia". Dotado de bom senso, prático e especulativo ao mesmo tempo, Boaventura soubera enxertar no sólido tronco franciscano os rebentos das novas gerações. A caridade é o fundamento da doutrina teológica que frei Boaventura ensinou com sua palavra e escritos. Possamos nós também cultivar a virtude da caridade fraterna.

ORAÇÃO
Senhor Jesus, fazei que minha alma tenha fome de Vós, Pão dos anjos, Alimento das almas santas, Pão nosso de cada dia, cheio de força, de toda a doçura e sabor, e de todo o suave deleite. Ó Jesus, a quem os anjos desejam contemplar, tenha sempre o meu coração fome de Vós, e o interior de minha alma transborde com a doçura do vosso sabor; tenha sempre sede de Vós, fonte de vida, manancial de sabedoria e de ciência, rio de luz eterna, torrente de delícias, abundância da Casa de Deus. Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/


SÃO BOAVENTURA BISPO E DOUTOR
( Branco, Prefácio Comum ou dos Pastores – Ofício da Memória )

Antífona de Entrada
O justo medita a sabedoria e sua palavra ensina a justiça, pois traz no coração a lei de seu Deus (Sl 36,30s).

Oração do dia
Concedei-nos, Pai todo-poderoso, que, celebrando a festa de são Boaventura, aproveitemos seus preclaros ensinamentos e imitemos sua ardente caridade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Isaías 38,1-6.21-22.7-8)
Leitura do livro do profeta Isaías.

38 1 Naquele tempo, Ezequias esteve doente, quase à morte. O profeta Isaías, filho de Amós, veio ter com ele e lhe disse: “Eis o que disse o Senhor: põe em ordem a tua casa porque vais morrer, não te restabelecerás”.
2 Então Ezequias voltou-se para a parede e se pôs a orar ao Senhor;
3 “Senhor”, disse ele, “lembrai-vos de que tenho andado diante de vós com lealdade, de todo o coração, segundo a vossa vontade”. E chorava abundantemente.
4 Depois a palavra do Senhor foi dirigida a Isaías nestes termos:
5 “Vai dizer a Ezequias: eis o que diz o Senhor, o Deus de Davi, teu pai: ‘Ouvi tua oração e vi tuas lágrimas, prolongarei tua vida por quinze anos,
6 livrar-te-ei, a ti e a esta cidade, das mãos do rei da Assíria. Protegerei esta cidade’”.
21 Isaías disse então: “Que tragam um cataplasma de figos para aplicar sobre a úlcera, e Ezequias sarará”.
22 Ezequias disse: “Que sinal me garantirá que eu tornarei ao templo do Senhor?”
7 “E eis o sinal, da parte do Senhor, para convencer-te de que cumprirá a promessa:
8 farei a sombra recuar os dez graus que o sol já lhe fez descer no relógio solar de Acaz”. E o sol voltou dez graus para trás.
- Palavra do Senhor!
- Graças a Deus.

Salmo Responsorial Is 38

Vós livrastes minha vida do sepulcro,
a fim de eu não deixar de existir.

Eu dizia: “É necessário que eu me vá
no apogeu de minha vida e de meus dias;
para a mansão dos mortos descerei,
sem viver o que me resta dos meus anos”

Eu dizia: “Não verei o Senhor Deus
sobre a terra dos viventes nunca mais;
nunca mais verei um homem neste mundo!”

Minha morada foi à força arrebatada,
desarmada como a tenda de um pastor.
Qual tecelão, eu ia tecendo a minha vida,
mas agora foi cortada a sua trama.

Ó Senhor, meu coração em vós espera;
por vós há de viver o meu espírito,
Curai-me e conservai a minha vida.

Aclamação do Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
Minhas ovelhas escutam minha voz, eu as conheço e elas me seguem (Jo 10,27)


Evangelho (Mateus 12,1-8)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 12 1 atravessava Jesus os campos de trigo num dia de sábado. Seus discípulos, tendo fome, começaram a arrancar as espigas para comê-las.
2 Vendo isto, os fariseus disseram-lhe: “Eis que teus discípulos fazem o que é proibido no dia de sábado”.
3 Jesus respondeu-lhes: “Não lestes o que fez Davi num dia em que teve fome, ele e seus companheiros,
4 como entrou na casa de Deus e comeu os pães da proposição? Ora, nem a ele nem àqueles que o acompanhavam era permitido comer esses pães reservados só aos sacerdotes.
5 Não lestes na lei que, nos dias de sábado, os sacerdotes transgridem no templo o descanso do sábado e não se tornam culpados?
6 Ora, eu vos declaro que aqui está quem é maior que o templo.
7 Se compreendêsseis o sentido destas palavras: ‘Quero a misericórdia e não o sacrifício’... não condenaríeis os inocentes.
8 Porque o Filho do Homem é senhor também do sábado”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Seja do vosso agrado, ó Pai, este sacrifício, celebrado na festa de são Boaventura, e, seguindo seu exemplo, seja plena a nossa dedicação ao vosso louvor. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Eis o servo fiel e prudente a quem o Senhor confiou sua casa, para dar a todos o pão de cada dia (Lc 12,42).

Depois da Comunhão
Ó Pai, instruí pelo Cristo mestre aos que saciastes com o Cristo que é pão da vida, para que, na festa de são Boaventura, possamos aprender a verdade e vivê-la com amor. Por Cristo, nosso Senhor.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Ser chefe justo
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Ter responsabilidade sobre um determinado trabalho, atividade, ou mesmo um encargo, na comunidade é algo comum. Alguém precisa estar á frente para coordenar, para organizar, para mostrar uma direção, para tomar decisão quando ela é necessária. Sempre alguém que está á frente tem um comprometimento maior, e isso já acontecia na comunidade primitiva quando Pedro estava sempre á frente da comunidade, basta que observemos as perguntas que Jesus dirige á todos e que Pedro responde em nome de todos. Se isso não fosse necessário, Jesus não teria nomeado Pedro como Chefe dos apóstolos, e isso não é invenção da Igreja Católica, está nos sinóticos de modo muito claro. Enfim, qualquer Instituição, mesmo a religiosa, têm um Dirigente, alguém que está á frente e que responde por ela.

A nossa Igreja, que é uma Instituição humana, como todas as demais têm a sua Hierarquia, Papa, Cardeais, Arcebispos, Bispos, Sacerdotes e Diáconos. Seria uma grande hipocrisia criticar uma Instituição porque ela têm uma Hierarquia, é assim desde que o mundo é mundo...

A crítica de Jesus neste avangelho é pelo modo como se exerce esse encargo, a maneira como se colocavam os Dirigentes da Comunidade, Doutores da Lei, Escribas e Fariseus, que eram os grupos que mais disputavam posições importantes na comunidade. Quando eu uso do meu cargo, da minha coordenação paroquial na pastoral ou no movimento, para sentir o gostinho do poder, não colocando-me á serviço dos irmãos e irmãs, mas colocando-os á meu serviço, aí é que somos também merecedores dessa dura crítica.

Por mais importante que seja o nosso carisma na comunidade, jamais devemos usa-lo para a busca de poder, fama, sucesso e prestígio, exercendo assim o nosso domínio sobre as pessoas. Querer ser PAI daquilo que fezemos, é afirmar que, sem nós a coisa não acontece, querer se4r MESTRE significa dizer que, ninguém conseguirá fazer aquele trabalho melhor que eu. São aqueles que, diante de certos erros e fracassos da pastoral ou movimento, dizem cheios de si "Quando eu coordenava, isso nunca aconteceu".

Enfim, a crítica é contra aqueles que se colocam acima de tudo e de todos na Comunidade. Somente Jesus é Mestre e Senhor e ele se fez servo de todos, para salvar a todos.

Humilhar-se significa abrir mão de qualquer honraria ou privilégio, que o cargo ou coordenação pode nos dar. É passar desapercebido nos momentos de euforia e de glória de um trabalho bem sucedido. É abrir mão de homenagens por aquilo que se fez.

2. Uma profunda e verdadeira conversão
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2016’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Mateus entende que Jesus é o Senhor do sábado por ser Deus. Para Marcos basta ser homem para ser senhor do sábado, pois o sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado. Respeitemos o sábado. É o dia do descanso do Senhor, quando foram concluídas todas as suas obras de criação. Era o sétimo dia, fechava-se o ciclo do tempo de uma semana, a primeira da criação. Passado o sábado, Deus pôde ver toda a sua obra. Era o oitavo dia, o primeiro da nova semana. Este dia, o primeiro, não foi chamado de primeiro dia. Foi chamado Dia Um, assim como Deus é Um. E foi o dia Um por ser o oitavo, que rompe o ciclo fechado do tempo da semana, que se repete ininterruptamente. O oitavo dia abre o tempo para a eternidade. O ser humano preso no tempo e no espaço é libertado na imensidão da eternidade. Para que serve então o sábado? Para a libertação do ser humano de toda e qualquer dominação do tempo e do espaço.

3. LIVRE DIANTE DA LEI
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://www.domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php).

Os fariseus estavam sempre à procura de um deslize de Jesus ou de seus discípulos para poder acusá-los. Não suportavam que Jesus ensinasse a seus discípulos serem livres diante da Lei, não se deixando desumanizar por ela, e também não os censurasse quando a transgrediam. Por isso, o Mestre entrava continuamente em atrito com eles.

A visão estreita dos fariseus exigia repouso absoluto em dia de sábado. Exceto em alguns poucos casos, aceitavam trabalhar no dia de preceito. O fato de os discípulos de Jesus colherem, em dia de sábado, espigas para comer, parecia-lhes um desrespeito ao mandamento religioso. A circunstância de estarem com fome não servia para atenuar tal severidade.

A resposta de Jesus mina, pela base, o rigor farisaico. Ele cita casos da Bíblia onde pessoas de prestígio, em circunstâncias especiais, transgrediram a Lei do repouso sabático, e não foram censuradas. Existem, pois, situações em que não é possível cumprir Lei, por exemplo, quando se corre risco de vida, ou quando se deve prestar um serviço necessário aos outros.

Jesus avaliou a atitude dos discípulos a partir de um princípio diferente daquele dos fariseus. Para ele, a misericórdia no trato com as pessoas é muito mais importante que o cumprimento minucioso da Lei. Quando alguém é interpelado pela caridade, os ditames da Lei ficam em segundo lugar. Essa é melhor maneira de agradar a Deus.

Oração
Senhor Jesus, livra-me de todo o rigor no trato com os demais e dá-me um coração que coloque a misericórdia acima de tudo.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia do Sábado — 16.07.2016

Terço do Rosário: Mistérios Gozosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Gozosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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— NOSSA SENHORA DO CARMO

A devoção a Nossa Senhora do Carmo está ligada ao Monte Carmelo, local onde o profeta Elias tinha muitas de suas visões.

No ano 93 depois de Cristo, monges construíram sobre o Carmo, abreviatura de Carmelo, uma capela em louvor à Virgem Maria. O local permaneceu ao longo dos tempos como residência e ponto de peregrinação de monges e religiosos.

No século XII, alguns eremitas franceses, dirigidos por São Bertoldo acabaram fundando a Ordem de Nossa Senhora do Carmo. Foi assim que surgiu a Ordem dos Carmelitas, que tem a Virgem do Carmo e o profeta Elias, como seus patronos.

A Ordem dos Carmelitas se expandiu para Europa, inclusive na Inglaterra. Nesta época, a Ordem sofriam muitas perseguições, internas e externas. Foi quando, Simão Stock, superior da Ordem, pediu a ajuda de Maria. A Virgem do Carmo, cercada de anjos, teria então aparecido à sua frente, dando seu apoio e entregando-lhe o Escapulário do Carmo, como símbolo de sua união com os monges, prometendo salvação e vida eterna à todos que o usassem. Era o dia 16 de julho de 1251 e a aparição se deu em Cambridge, na Inglaterra.

O grande crescimento da Ordem se deu graças à instituição do Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, cujo uso se popularizou, em todo o mundo católico, pela fé e devoção à Maria Santíssima que conduz ao Cristo Jesus. O Papa Pio 12 recomendou a devoção ao escapulário, símbolo da proteção da Mãe de Deus.

REFLEXÃO
Um dos mais simples e queridos objetos da devoção mariana é o escapulário. Difundido entre os católicos de todo mundo, os escapulários são sinal do amor de Deus e de Maria pela humanidade. Como todo objeto de devoção, o valor não está nele mesmo, mas no sinal que ele representa: a presença de Deus entre os homens e mulheres de boa vontade. Que no dia de hoje Maria, mãe do Carmo, derrame suas bênçãos sobre nós.

ORAÇÃO
Senhora do Carmo, Rainha dos Anjos, refúgio e Advogada dos pecadores, com confiança eu me prostro diante de vós suplicando-vos vossa proteção. Agradeço-vos as inúmeras bênçãos que tenho recebido de vossa mercê e poderosa intercessão. Continuai a ser meu escudo nos perigos, minha guia na vida e minha consolação na hora da morte. Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/


NOSSA SENHORA DO CARMO
( Branco, Glória, Prefácio de Maria – Ofício da Festa )

Antífona de Entrada
Salve, ó santa mãe de Deus, vós destes à luz o rei, que governa o céu e a terra pelos séculos eternos.

Oração do dia
Venha, ó Deus, em nosso auxílio a gloriosa intercessão de Nossa Senhora do Carmo para que possamos, sob sua proteção, subir ao monte que é Cristo. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Zacarias 2,14-17)
Leitura da profecia de Zacarias.

2 14 “Solta gritos de alegria, regozija-te, filha de Sião. Eis que venho residir no meio de ti - oráculo do Senhor.
15 Naquele dia se achegarão muitas nações ao Senhor, e se tornarão o meu povo: habitarei no meio de ti, e saberás que fui enviado a ti pelo Senhor dos exércitos.
16 O Senhor possuirá Judá como seu domínio, e Jerusalém será de novo (sua cidade) escolhida.
17 Toda criatura esteja em silêncio diante do Senhor: ei-lo que surge de sua santa morada”.
- Palavra do Senhor!
- Graças a Deus.

Salmo Responsorial Lc 1

O Poderoso fez por mim maravilhas
e santo é o seu nome.

A minha alma engrandece ao Senhor
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu salvador.

Pois ele viu a pequenez de sua serva,
desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita.
O Poderoso fez por mim maravilhas
e santo é o seu nome!

Seu amor, de geração em geração,
chega a todos os que o respeitam.
Demonstrou o poder de seu braço,
dispersou os orgulhosos.

Derrubou os poderosos de seus tronos
e os humildes exaltou.
De bens saciou os famintos
e despediu, sem nada, os ricos.

Acolheu Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,
como havia prometido aos nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos para sempre.

Aclamação do Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
Feliz quem ouve e observa a palavra de Deus! (Lc 11,28)


Evangelho (Mateus 12,46-50)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

12 46 Jesus falava ainda à multidão, quando veio sua mãe e seus irmãos e esperavam do lado de fora a ocasião de lhe falar.
47 Disse-lhe alguém: “Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar-te”.
48 Jesus respondeu-lhe: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?”
49 E, apontando com a mão para os seus discípulos, acrescentou: “Eis aqui minha mãe e meus irmãos.
50 Todo aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Socorra-nos, ó Pai, a humanidade do vosso Filho, que, ao nascer da virgem mãe, não diminuiu, mas consagrou a sua integridade. E fazei que ele, apagando os nossos pecados, vos torne agradáveis nossas oferendas. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Feliz o seio da virgem Maria que trouxe o filho do eterno Pai (Lc 11,27).

Depois da Comunhão
Recebemos, ó Deus, o sacramento celeste, alegrando-nos nesta festa da virgem Maria. Concedei-nos a graça de imitá-la, servindo ao mistério da nossa redenção. Por Cristo, nosso Senhor.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. O Elogio à Maria, Mãe de Jesus...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Há duas citações do Noivo Testamento que leva o leitor a tirar conclusões precipitadas sobre a relação de Jesus com sua Mãe. Uma aquela onde uma mulher enalteceu Maria, quando exclamou para Jesus – “Bendito os Ventres que te amamentaram” e a outra é precisamente neste evangelho do “Dia de Nossa Senhora do Carmo”.

O texto dá a entender que Jesus está em uma casa ou comunidade, quando alguém o informa que “Sua Mãe e seus irmãos estão lá fora e querem lhe falar”. Não há um contato visual entre Jesus e aqueles que estão lá fora, entendam-se, fora da casa, na porta. Se fosse em um local aberto, não seria necessário que alguém viesse lhe informar, pois Jesus mesmo veria a mãe e os seus primos, chamados de irmãos, e se encarregaria de os acolher.

É necessário que alguém lhe informe, seria uma espécie de âncora, para que Jesus pudesse fazer este ensinamento de extrema importância para a nossa Vida Cristã. Não questionemos se o fato é histórico, se ele ocorreu ou não. Nossa atenção deve estar sempre voltada para o ensinamento que se origina a partir do “fato”, os sinóticos estão recheados com esse estilo de literatura, onde a intencionalidade do autor está bem definida. Neste caso, como já falamos, é o ensinamento e não o fato em si, que deve chamar a nossa atenção.

Pois se o fato em si, vamos criticar a atitude de Jesus, que não acolheu seus familiares, entre eles sua mãe, e ainda por cima os ignorou, pois parece não ter dado a mínima para a informação recebida, de que a mãe e os irmãos estavam lá fora e desejavam lhe falar. Por outro lado, há uma certa historicidade na narrativa, pois com o desenrolar da missão de Jesus, os parentes mais próximos julgaram que ele estive fora do seu juízo perfeito e tentavam falar com ele para trazê-lo á normalidade e leva-lo para casa.

Na verdade o evangelho ressalta a figura de Maria, Mãe de Jesus, aquela que por excelência “Fez a Vontade do Pai que está nos céus”. Os vínculos de uma intimidade com Jesus não têm como referência os laços de parentesco, Maria gestou Jesus primeiro na Mente e no coração, antes de tê-lo em seu ventre. Diferente de certas Instituições Humanas, onde parentes daquele que está no poder, tem certos privilégios e honrarias, além de ser isento das obrigações, no Reio Novo que Jesus inaugurou a submissão à Vontade do Pai é imprescindível para ter com ele uma relação mais íntima.

Hoje há muitos cristãos que estão “DENTRO” de uma instituição Religiosa, entretanto, sua Vida e testemunho quando está “FORA” nem sempre está em conformidade com aquilo que se professa na Fé.

2. Comentário Paulinas
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2016’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Nossa Senhora do Carmo. No monte Carmelo, em Israel, no século XII, alguns eremitas começam a viver juntos ao lado da gruta do profeta Elias. Inspiraram-se no profeta Elias e colocaram-se sob o patrocínio de Nossa Senhora com o título de Nossa Senhora do monte Carmelo, ou Nossa Senhora do Carmo. Num tempo difícil para a Ordem, tempo de perseguição, São Simão Stock, rezando na Inglaterra, teve uma visão de Nossa Senhora que lhe entregou um escapulário como sinal de proteção celeste. O escapulário passou a fazer parte do hábito dos carmelitas e de todos os devotos da Virgem do Carmo. O escapulário é um hábito, uma veste. Quem o recebe, associa-se à Ordem do Carmo, dedicada ao serviço da Virgem para o bem de toda a Igreja. O escapulário lembra a constante proteção da Santíssima Virgem durante toda a nossa vida, e especialmente no momento da passagem para a glória eterna, na hora da nossa morte. A devoção a este hábito nos leva também a tornar em nós um hábito a vida de oração e de caridade. Nossa Senhora é a primeira a nos ensinar a fazer a vontade do Pai. Foi o seu sim, alegre e decidido, que trouxe ao mundo a redenção. Os devotos formam a família de Jesus, irmãos e irmãs que fazem a vontade do Pai como a Mãe, a Virgem do Carmo. O escapulário é também avental, para prestar serviço.

3. QUEM É MINHA MÃE E QUEM SÃO MEUS IRMÃOS?
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://www.domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php).

A ruptura com os laços familiares foi uma das exigências do serviço ao Reino, com as quais Jesus se defrontou. Também por exigência do Reino, foi levado a constituir, sobre novas bases, uma comunidade cujo relacionamento interpessoal deveria ter a profundidade do relacionamento familiar. A comunidade dos discípulos de Jesus pode ser definida como a família do Reino, cuja característica são os laços fraternos que unem seus membros.

Nesta perspectiva, fica em segundo plano a consangüinidade. Doravante, ser mãe ou irmão de sangue não tem importância. O critério de pertença à família do Reino consiste em submeter-se à vontade do Pai, sendo-lhe obediente em tudo. Importa mostrar, com ações concretas, esta submissão. Aí o agir do discípulo identifica-se com o agir do Mestre, a ponto de Jesus poder considerá-lo como irmão: a vontade do Pai é o imperativo na vida de ambos.

Assim, a ligação entre Jesus e os seus discípulos era muito mais profunda do que a sua convivência física com eles. Havia algo de superior que os unia, sem estar na dependência de elementos conjunturais, quais sejam, a pertença a uma determinada família, raça ou cultura. Basta alguém viver um projeto de vida fundado na vontade do Pai, para que Jesus o reconheça como pertencente à sua família. Para ele, estes são seus irmãos, suas irmãs, suas mães. São irrelevantes outros títulos de relação com Jesus, quando falta este pré-requisito.

Oração
Espírito de adesão à vontade do Pai, faze-me sentir sempre mais membro da família do Reino, levando-me à perfeita submissão ao querer divino.​


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


Liturgia do Domingo — 17.07.2016

Terço do Rosário: Mistérios Gloriosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Gloriosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

NOTAS IMPORTANTES

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Nota_01: Para complementar os estudos da Liturgia dos Domingos - visite as páginas Homilias_e_Sermões e Roteiro_Homilético - pois elas contém um estudo detalhado das Leituras do Domingo, posicionando-as no tempo, indicando as origens das palavras e das idéias implícitas nos textos bíblicos. Ideal para Catequistas, Ministros da Palavra, Líderes de Grupo de Estudo Bíblico e Leigos interessados em conhecer, estudar e praticar a Palavra de Deus.
Nota_02: Publicamos aqui na página do Evangelho do NPDBRASIL a Liturgia Diária e Dominical resumida. Você pode baixar os folhetos completos da Missa de Domingo de duas fontes diferentes: PULSANDINHO da Arquidiocese de Apucarana - PR e O POVO DE DEUS da Arquidiocese de São Paulo - SP, conforme está indicado na Seção Download de Folhetos Dominicais - no início e no final desta página.


— SANTO ALEIXO

Aleixo, filho único do senador Eufemiano, era italiano, nasceu em Roma, no ano de 350. Seu nome significa “defensor”. Herdeiro de uma considerável fortuna, cresceu dentro da religião cristã. Desde a infância era famoso por sua natural caridade, possuindo todas as graças e virtudes. Os pais, como era costume na época, cuidaram do seu enlace com uma jovem de excelente família cristã e ele acabou se casando.

Porém, na noite de núpcias sem consumar a união, e após conversar com a esposa, abandonou tudo para se aproximar de Deus. Como peregrino, vagou de cidade em cidade até chegar em Edessa. Vivia como um piedoso mendigo ao lado da Basílica do Apóstolo Tomé. Diversos prodígios aconteciam com a sua presença, passou a ser chamado de "o homem de Deus" e venerado por sua santidade. Entretanto, não desejando ser vangloriado, retornou à vida peregrina.

A vida de peregrino desfigurou-o completamente, Ao voltar para casa, seu pai não o reconheceu e mandou repousar na cocheira. Viveu assim durante dezessete anos, na cocheira do seu próprio palácio, sendo maltratado pelos seus próprios criados e sem ser identificado pelos pais.

Morreu em 17 de julho e foi colocado num cemitério comum para criados. Porém, antes de morrer, entregou um pergaminho ao criado que o socorreu, na qual revelava sua identidade. Os pais quando souberam, levaram o caso ao conhecimento do Bispo, que autorizou sua exumação. Aleixo foi levado então para um túmulo construído na propriedade do senador. A fama de sua história e de "homem de Deus" se espalhou entre os cristãos romanos e orientais, difundindo rapidamente o seu culto.

REFLEXÃO
Aleixo sofreu tanto que ao apresentar-se desfigurado na casa do pai disse: "Tende compaixão deste pobre de Jesus Cristo e permita-me que me aloje em algum canto do palácio". Muitas vezes não conseguimos reconhecer Jesus Cristo nas pessoas que vivem em situação de rua e outros marginalizados. O que é preciso para retirar o véu que cobre nossos olhos e nos impede de ver Jesus nas pessoas que estão à nossa volta?

ORAÇÃO
Deus, nosso Pai, vós sois aquele que tudo vê, tudo escuta, tudo faz, tudo cria, revelando-se sem se mostrar. A exemplo de Santo Aleixo, busquemos a simplicidade de vida, pois vós sois o Simples, o Indivisível, e somente os simples verão a vossa face única e verdadeira. Dai-nos a retidão no falar e no agir, a compaixão no acolher e a dedicação em servir, pois realizar essas coisas é participar das vossas bem-aventuranças. Por Cristo nosso Senhor. Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/


17.07.2016
16º Domingo do Tempo Comum — ANO C
( Verde, Glória, Creio – IV Semana do Saltério )
__ Em primeiro lugar, escute o Senhor __

EVANGELHO DOMINICAL EM DESTAQUE

APRESENTAÇÃO ESPECIAL DA LITURGIA DESTE DOMINGO
FEITA PELA NOSSA IRMÃ MARINEVES JESUS DE LIMA
VÍDEO NO YOUTUBE
APRESENTAÇÃO POWERPOINT

Clique aqui para ver ou baixar o PPS.

(antes de clicar - desligue o som desta página clicando no player acima do menu à direita)

NOTA ESPECIAL: VEJA NO FINAL DA LITURGIA OS COMENTÁRIOS DO EVANGELHO COM SUGESTÕES PARA A HOMILIA DESTE DOMINGO. VEJA TAMBÉM NAS PÁGINAS "HOMILIAS E SERMÕES" E "ROTEIRO HOMILÉTICO" OUTRAS SUGESTÕES DE HOMILIAS E COMENTÁRIO EXEGÉTICO COM ESTUDOS COMPLETOS DA LITURGIA DESTE DOMINGO.

CLIQUE AQUI PARA VER O ROTEIRO HOMILÉTICO DESTE DOMINGO

Ambientação:

Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs!

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: Cada Eucaristia que celebramos é uma nova oportunidade para sentirmos a presença de Deus que nos comunica a vida. É Ele que nos acolhe como filhos. Ao celebramos a Eucaristia, entramos na casa de Deus, e Jesus entra em nossa casa. Nós nos sentamos aos pés do Mestre para escutar. E Ele nos diz: “Uma só coisa é necessária”, ou seja, a única coisa que nos pede é que entremos em comunhão com ele e, por conseguinte, com seu projeto. Assumamos, nesta celebração, a mesma postura de Maria: silenciar para escutar o que o Senhor tem a nos dizer.

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Irmãos em irmãs, aqui estamos como comunidade cristã, acolhidos pelo Pai, como hóspedes em sua casa. Por Cristo e em Cristo, Ele nos entrega o Espírito de Amor, o “único necessário” e ceia conosco. Oferece-nos assim, a sua intimidade, a sua “melhor parte” que é a vida plena e a participação em seu Reino. Como fiéis discípulos, sentemo-nos aos pés de Jesus e, em nossas vidas, tornemo-nos atentos e sensíveis a todos os irmãos.

INTRODUÇÃO DO WEBMASTER: Jesus não se comporta como um hóspede comum, também quando é recebido por amigos de longa data, como Marta e Maria, ele exige atenção especial à sua mensagem e à sua pessoa. Acolher Cristo hóspede é principalmente "ouvi-lo", por-se em atitude de receptividade, mais do que de dar. É ouvindo-o que se entra em comunhão com ele e se é transformado. Quem se preocupa mais com as coisas a dar do que com a pessoa com quem se comunica, fica distante.

Sintamos o júbilo real de Deus em nossos corações e cheios dessa alegria divina entoemos alegres cânticos ao Senhor!


ATENÇÃO: Se desejar, você pode baixar o folheto desta missa em:

Folheto PULSANDINHO (Diocese de Apucarana-PR):
http://diocesedeapucarana.com.br/portal/userfiles/pulsandinho/17-de-julho---Decimo-sexto-Domingo-do-Tempo-comum-2016.pdf


Folheto "O POVO DE DEUS" (Arquidiocese de São Paulo):
http://www.arquisp.org.br/sites/default/files/folheto_povo_deus/43_16o_dtc_final.pdf


Antífona de Entrada
É Deus quem me ajuda, é o Senhor quem defende a minha vida. Senhor, de todo o coração hei de vos oferecer o sacrifício e dar graças ao vosso nome, porque sois bom (Sl 53,6.8).

Oração do dia
Ó Deus, sede generoso para com os vossos filhos e filhas e multiplicai em nós os dons da vossa graça, para que, repletos de fé, esperança e caridade, guardemos fielmente os vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Comentário das Leituras: Partindo dum gesto de hospitalidade, comum na primeira leitura e no evangelho, ultrapassa em ambos os casos a cena em questão para atingir o nível da fé diante do Senhor que está de passagem. Abraão recebe a promessa divina de um descendente, e as irmãs Marta e Maria aprendem dos lábios de Jesus o valor da bem- -aventurança da palavra: escutá-la e praticá-la. Assim como Abraão, Marta e Maria, acolhamos o Senhor que nos visita continuamente através da Palavra. Com os ouvidos atentos e o coração aberto, escutemos o que o Senhor nos tem a dizer.

Primeira Leitura (Gênesis 18,1-10)
Leitura do livro do Gênesis.

18 1 O Senhor apareceu a Abraão nos carvalhos de Mambré, quando ele estava assentado à entrada de sua tenda, no maior calor do dia.
2 Abraão levantou os olhos e viu três homens de pé diante dele. Levantou-se no mesmo instante da entrada de sua tenda, veio-lhes ao encontro e prostrou-se por terra.
3 “Meus senhores, disse ele, se encontrei graça diante de vossos olhos, não passeis avante sem vos deterdes em casa de vosso servo.
4 Vou buscar um pouco de água para vos lavar os pés.
5 Descansai um pouco sob esta árvore. Eu vos trarei um pouco de pão, e assim restaurareis as vossas forças para prosseguirdes o vosso caminho; porque é para isso que passastes perto de vosso servo.” Eles responderam: “Faze como disseste.”
6 Abraão foi depressa à tenda de Sara: “Depressa, disse ele, amassa três medidas de farinha e coze pães.”
7 Correu em seguida ao rebanho, escolheu um novilho tenro e bom, e deu-o a um criado que o preparou logo.
8 Tomou manteiga e leite e serviu aos peregrinos juntamente com o novilho preparado, conservando-se de pé junto deles, sob a árvore, enquanto comiam.
9 E disseram-lhe: “Onde está Sara, tua mulher?” “Ela está na tenda”, respondeu ele.
10 E ele disse-lhe: “Voltarei à tua casa dentro de um ano, a esta época; e Sara, tua mulher, terá um filho.” Ora, Sara ouvia por detrás, à entrada da tenda.
- Palavra do Senhor!
- Graças a Deus.

Salmo Responsorial 14/15

Senhor, quem morará em vossa casa?

É aquele que caminha sem pecado
e pratica a justiça fielmente;
que pensa a verdade no seu íntimo
e não solta em calúnias sua língua.

Que em nada prejudica o seu irmão
nem cobre de insultos seu vizinho;
que não dá valor algum ao homem ímpio,
mas honra os que respeitam o Senhor.

Não empresta o seu dinheiro com usura
nem se deixa subornar contra o inocente.
Jamais vacilará quem vive assim!

Segunda Leitura (Colossenses 1,24-28)
Leitura da carta de são Paulo aos Colossenses.

1 24 Agora me alegro nos sofrimentos suportados por vós. O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu corpo que é a Igreja.
25 Dela fui constituído ministro, em virtude da missão que Deus me conferiu de anunciar em vosso favor a realização da palavra de Deus,
26 mistério este que esteve escondido desde a origem às gerações (passadas), mas que agora foi manifestado aos seus santos.
27 A estes quis Deus dar a conhecer a riqueza e glória deste mistério entre os gentios: Cristo em vós, esperança da glória!
28 A ele é que anunciamos, admoestando todos os homens e instruindo-os em toda a sabedoria, para tornar todo homem perfeito em Cristo.
- Palavra do Senhor!
- Graças a Deus.

Aclamação do Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
Felizes os que observam a palavra do Senhor de reto coração e que produzem muitos frutos, até o fim perseverantes! (Lc 8,15)


EVANGELHO (Lucas 10,38-42)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

10 38 Estando Jesus em viagem, entrou numa aldeia, onde uma mulher, chamada Marta, o recebeu em sua casa.
39 Tinha ela uma irmã por nome Maria, que se assentou aos pés do Senhor para ouvi-lo falar.
40 Marta, toda preocupada na lida da casa, veio a Jesus e disse: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe só a servir? Dize-lhe que me ajude”.
41 Respondeu-lhe o Senhor: “Marta, Marta, andas muito inquieta e te preocupas com muitas coisas;
42 no entanto, uma só coisa é necessária; Maria escolheu a boa parte, que lhe não será tirada”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor!

HOMILIA - CREIO - PRECES
(Ver abaixo ao final desta liturgia 3 sugestões de Homilia para este domingo)

Sobre as Oferendas
Ó Deus, que no sacrifício da cruz, único e perfeito, levastes á plenitude os sacrifícios da antiga aliança, santificai, como o de Abel, o nosso sacrifício, para que os dons que cada um trouxe em vossa honra possam servir para a salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
O Senhor bom e clemente nos deixou a lembrança de suas grandes maravilhas. Ele dá o alimento aos que o temem (Sl 110,4s).

Depois da Comunhão
Ó Deus, permanecei junto ao povo que iniciastes nos sacramentos do vosso reino, para que, despojando-nos do velho homem, passemos a uma vida nova. Por Cristo, nosso Senhor.

FORMAÇÃO LITÚRGICA

“Creia que o melhor de Deus na sua vida ainda está por vir!”

MARTA E MARIA

A virtude não tem apenas um rosto. O exemplo de Marta e de Maria mostra-nos a devoção ativa nas obras de uma, e a atenção religiosa do coração à palavra de Deus na outra. Se a tal atenção estiver unida uma fé profunda, ela é preferível às obras: «Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada». Esforcemo- nos portanto, também nós, por possuir aquilo que ninguém nos poderá tirar, escutando com ouvido atento e não distraído; porque por vezes acontece que o grão da palavra vinda do céu é tirado, se for semeado à beira do caminho (Lc 8, 5.12).

Anima-te pois pelo desejo de sabedoria, como Maria: essa é uma obra maior, mais perfeita. Que as preocupações com o serviço não te impeçam de acolher a palavra vinda do céu. Não critiques nem tenhas por ociosos os que vires ocupados em adquirir a sabedoria, pois Salomão, esse homem de paz, convidou-a para sua casa para que ficasse com ele (Sb 9,10). Não se trata, porém, de reprovar a Marta os seus bons serviços: Maria tem preferência porque escolheu uma parte melhor. Jesus tem múltiplas riquezas, e distribui-as com prodigalidade; a mulher mais sábia reconheceu e escolheu o que é mais importante.

Também os apóstolos entenderam que era preferível não abandonar a palavra de Deus para servir às mesas (At 6,2). Mas ambas as coisas são obras de sabedoria: Estêvão foi escolhido como servo, como diácono, e estava cheio de sabedoria (At 6,5.8). […]. Com efeito, o corpo da Igreja é um, e se os seus membros são diversos, têm necessidade uns dos outros: «Não pode o olho dizer à mão: «não tenho necessidade de ti», nem tão pouco a cabeça dizer aos pés: «não tenho necessidade de vós» (1Cor 12,21). […] Se alguns membros são mais importantes, os outros são todavia necessários. A sabedoria reside na cabeça; a atividade, nas mãos.

Santo Ambrósio (c. 340-397)
Bispo de Milão, doutor da Igreja

Qual é a atitude do verdadeiro cristão?

Sejamos nós o coração e os braços de Jesus...
Acessem a página de nosso blog para uma pequena reflexão sobre este assunto:
http://salverainha.blogspot.com.br/2013/07/a-atitude-do-cristao.html

Deus recebe o dízimo que oferecemos a Ele?

Sim, Deus recebe o dízimo através da comunidade. Tudo pertence a Ele. Ele é o dono; nós, os usuários. Ele não precisa de nada para Ele, mas precisa para a Sua comunidade (Igreja). Todo dízimo oferecido à comunidade é dízimo oferecido a Deus. O díizimo é uma parcela de nossos ganhos que doamos voluntariamente e de acordo com nossa vontade e nossa capacidade de doação, em agradecimento pelos dons que Deus coloca em nossas vidas. Deus vai receber este dízimo através das obras que os responsáveis pelas paróquias vão fazer utilizando os recursos recebidos.

Caríssimos, não adianta só rezar para que a Igreja faça seu trabalho e torne a vida das pessoas mais feliz e agradável aos olhos de Deus, é preciso a nossa participação direta e voluntária. A manutenção da Igreja, a conta de luz, água, a alimentação do padre, transporte, sua moradia, suas roupas e necessidades pessoais e outras despesas como limpeza ou reformas da igreja para manter em bom estado a casa onde vamos louvar a Deus dependem única e exclusivamente de nossa bondade... Pense nisso!!!

LEITURAS DA SEMANA DE 18 A 24 DE JULHO DE 2016:
2ª Vd - Mq 6,1-4.6-8; Sl 49; Mt 12,38-42
3ª Vd - Mq 7,14-15.18-20; Sl 84; Mt 12,46-50
4ª Vm - Jr 1,1.4-10; Sl 70; Mt 13,1-9
5ª Vm - Jr 2,1-3.7-8.12-13; Sl 35; Mt 3,10-17
6ª Br - Cl 3,1-4 ou 2 Cor 5,14-17; Sl 62; Jo 20,1-2.11-18
Sb Vd - Jr 7,1-11; Sl 83; Mt 13,24-30
Dom Vd - 17º DTC - Gênesis 18,20-32; Sl 137/138; Colossenses 2,12-14; Lucas 11,1-13 (Jesus ensina o Pai Nosso)

Link das Partituras dos Cantos para o Mês
http://www.diocesedeapucarana.com.br/cantos.php


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Hospedar ou acolher, eis a questão...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Há uma grande diferença entre hospedar e acolher . Quando Jesus chegou na casa de Marta, ela mal teve tempo de saudá-lo e já se entregou às tarefas domésticas, limpar e organizar toda casa, preparar o quarto para o hóspede ilustre e ainda fazer a refeição. Jesus era um hóspede e foi assim que Marta o tratou, de maneira formal tendo como lema, primeiro o serviço e depois a amizade. É mais ou menos assim, quando chegamos de surpresa na casa de alguém, e que não tendo quem nos faça sala, a pessoa diz “Olha, estou ocupada, mas pode falar que estou ouvindo”. Acho que se Maria não estivesse em casa, era isso que Marta iria acabar fazendo: “Olha Senhor sinta-se a vontade, daqui a pouco minha irmã chega para lhe fazer sala, não repare se estou trabalhando, pois hoje é dia de faxina e ainda tenho de preparar a refeição”. Maria ao contrário, sentou-se aos pés de Jesus para ouvi-lo, sem pressa ou nenhuma outra preocupação.

E que diferença, quando a pessoa nos acolhe de maneira fraterna, carinhosa, dando-nos toda atenção, e faz o clássico convite “olha, você já é de casa, vamos lá prá cozinha bater um bom papo que vou passar um café fresquinho”. E a conversa vai longe, e o cheirinho bom do café sendo coado, quem sabe um biscoitinho, um docinho caseiro, isso é mais que uma simples hospedagem, é acolhimento e faz uma diferença enorme porque é um tratamento personalizado.

Parece-me que esse evangelho está querendo nos perguntar, se em relação a Jesus Cristo e o seu Santo Evangelho, sua palavra cheia de sabedoria e seu ensinamento, a nossa atitude é de quem recebe um hóspede, por algumas horas ou dias, ou o acolhemos realmente, como alguém que faz parte da nossa vida? É muito importante respondermos a essa pergunta, mesmo porque, a casa onde acolhemos ou simplesmente hospedamos Jesus, é exatamente a nossa vida. Será que ele é nosso íntimo e pode adentrar em nossa “cozinha”, isso é, dentro do nosso coração, ou o recebemos com pressa, no portão da casa, e nem o convidamos para entrar...

Maria o acolheu, não apenas como alguém importante e ilustre, mas como seu Senhor e Mestre, um amigo querido, que com suas palavras sábias lhe conquistava o coração, ouvi-lo não era tarefa cansativa, mas algo edificante, extremamente gratificante e prazeroso, com ele Maria aprendia e sentia, pois as palavras lhe tocavam o coração. Notem que Maria nada diz e nem se revolta ou reclama da atitude grosseira da irmã, não faz ares de santinha, que está com a razão, ao contrário, Lucas não narra essa parte, mas provavelmente Maria, com palavras suaves se desculpou com Jesus, pela má educação da outra.

Maria não é vaquinha de presépio que só diz “amém”, mas sabe relacionar-se com as pessoas, com respeito, ternura, delicadeza, com toda certeza, pensamento meu, ela chamou Marta de lado e pediu-lhe calma, que depois ela a ajudaria em todas as tarefas. Já Marta andava bastante estressada, provavelmente não tinha planejado as tarefas, e Jesus chegara meio sem aviso, e agora tinha de dar conta do recado, “assoviar e chupar cana”, limpar a casa, preparar o quarto de hóspedes e ainda por cima, preparar a refeição. Gostava de Jesus, mas não tinha tempo para ficar ouvindo-o, ou porque já sabia tudo de cor, ou porque achava que aquilo nada tinha a ver com sua vida, como muitos cristãos fazem quando vão a missa ou celebração do domingo, muitos saem até sem receber a bênção final, vivem com pressa e falta-lhes paciência para ouvir.

Vivemos em uma sociedade onde as pessoas estão sempre apressadas, em um ativismo doentio, fazendo um monte de coisa ao mesmo tempo, às vezes sem planejamento e organização (não é assim em nossas comunidades?) tem que se produzir para consumir, ninguém tem tempo para mais nada, fala-se muito e ouve-se pouco, ou quase nada, escuta-se o outro, já pensando no que vamos responder, o que o outro fala não é tão importante como aquilo que temos a dizer (ah... Nossas reuniões pastorais...).

Nas celebrações onde o Senhor nos fala, nas orações, nos cantos, nas leituras e na Eucaristia, até o ouvimos, mas não nos colocamos como discípulos que querem apreender cada vez mais, para poder segui-lo. Nem nos sentamos para ouvir, ficamos em pé, com uma pressa danada de que ele termine logo, pois outras tarefas mais importantes nos aguardam. Como Marta, colocamos a Palavra de Deus em um segundo plano.

As conseqüências disso estão na relação com as pessoas, começamos a achar que estamos fazendo sozinhos, que ninguém colabora, ninguém ajuda, e despejamos o nosso amargor, destilamos o nosso veneno “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha, com todas essas tarefas? “ Maria escolheu a melhor parte, porque bebeu das palavras de Jesus, abriu-lhe o coração e a mente, deixou que Ele entrasse em sua vida e certamente aprendeu com o Mestre, como servir as pessoas, com alegria e humildade, de maneira gratuita e incondicional.

Quanto a parte que Marta escolheu, além de dor nas costas, irritação e palavras amargas ditas a Jesus e a irmã, em tom de cobrança, nada restou, nada se aproveitou. Se o mesmo acontece em nossos trabalhos pastorais, está na hora de sentarmo-nos aos pés de Jesus, sem pressa nem correria, para saborearmos cada momento da celebração, e depois sentirmos no coração esta incontida alegria que nos leva a amar e a servir, com qualidade, eficiência, alegria e ternura... Essa é sem dúvida a melhor parte, o resto não passa de “choramingos e resmungos”, que geram desconfiança e inimizades no seio da comunidade. Que parte nós escolhemos?

José da Cruz é Diácono da
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP
E-mail  cruzsm@uol.com.br

2. Comentário Paulinas
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2016’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Maria senta-se aos pés de Jesus e escuta a sua palavra, enquanto Marta, sua irmã, está ocupada com muitos afazeres. Ambas praticam a hospitalidade. Acolhem Jesus, e o acolhem bem. Uma lhe faz companhia e a outra prepara a refeição. Há aqui um convite à hospitalidade, apesar da reação de Marta contra sua irmã que não a ajuda nos afazeres da casa. A refeição poderia ficar em segundo lugar. O que não pode deixar de acontecer é a escuta da palavra de Jesus. O discípulo escuta, porque tem que aprender do Mestre.

No entanto, tirando a cena de ciúmes de Marta ou de reação comum quando há trabalho a ser feito, a hospitalidade é perfeita: uma faz companhia e outra prepara a refeição. Abraão e Sara também praticam a hospitalidade. Acolhem três viajantes com muita atenção e generosidade. A recompensa da acolhida foi a gravidez de Sara que até então não tinha filhos. O nascimento de Isaac, o filho da promessa, é confirmado. Abraão não conhecia os viajantes e os acolheu muito bem. Sem saber, acolheu o próprio Deus. Abraão vê três homens e fala com eles no singular como se fossem um só. Volta depois a falar no plural com os três que perguntam onde está Sara. Abraão responde e volta o singular: um dos hóspedes promete o nascimento de um filho. Sara ri e o Senhor Deus pergunta por que ela riu. Os homens partem e Deus permanece com Abraão. O texto parece falar de três anjos com aparência humana ou de um só Deus em três Pessoas, ou Deus acompanhado por dois Anjos. O fato é que Abraão, no exercício da hospitalidade, acolheu a Deus.

A casa de Marta e Maria acolhendo Jesus é o modelo das nossas instituições. “Quem vos acolhe, a mim acolhe”, e “o que fizerdes ao menor de meus irmãos, a mim o fareis”, disse Jesus. O anonimato de nossas “celebrações” pode ser amenizado pela acolhida. O importante, porém, é a acolhida que escuta e que serve com boa vontade. Esse tipo de acolhida não acontece somente na igreja, mas em qualquer lugar. Jesus se comporta como alguém desprotegido que depende da boa acolhida dos outros. Marta e Maria o acolhem. O ambiente da casa é tranquilo, normal e humano, com seus problemas de relacionamento. Jesus procura ajudar mostrando onde estão os valores e afirma que Maria escolheu a melhor parte. A melhor parte consiste em estar com Cristo e ouvir a sua palavra. As ocupações materiais podem vir depois. As duas foram acolhedoras, assim como Abraão. Os desentendimentos fazem parte das tribulações. Na minha carne faltam tribulações que me equiparem a Cristo. Paulo fala da instrução que torna cada um perfeito em Cristo. As dificuldades existem, como entre Marta e Maria, e a virtude também.

3. A MELHOR PARTE
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://www.domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php).

A cena evangélica desafia-nos a fazer uma leitura integrativa, sem contrapor Maria e Marta, como se uma fosse símbolo da ação e a outra, da contemplação, como se uma tivesse feito uma ação louvável e a outra, uma ação censurável. Portanto, quando Jesus fala que Maria escolheu a melhor parte, pensa-se logo que a contemplação é mais importante que a ação ou, mais radicalmente, a contemplação pode prescindir da ação.

Tanto a atitude de Maria quanto a de Marta foram de carinhosa acolhida a Jesus e a seus discípulos. A primeira deteve-se a escutar o amigo recém-chegado, enquanto a outra pôs-se a preparar uma refeição para esses hóspedes. Diante de amigos com fome, nada melhor do que oferecer-lhes algo para restaurar as forças. O erro de Marta consistiu em não começar por acolher a quem chegava, talvez depois de um longo período de ausência. Era preciso acolher o Mestre, antes de pôr-se em ação. Afinal, Jesus estava mais interessado em partilhar alguns momentos de convívio com uma família amiga do que em degustar uma excelente refeição.

No caso de Maria, sua amabilidade inicial transformar-se-ia em insensibilidade, se fosse incapaz de perceber a situação dos amigos e não se apressasse em dar-lhes comida. Ela, porém, agiu corretamente. Sua ação foi precedida da escuta da palavra do Mestre. Ou seja, a contemplação culminou e expressou-se na ação caridosa para com os visitantes.

Oração
Espírito de contemplação, ensina-me a inspirar o meu agir na escuta atenta da Palavra, de forma que minhas ações sejam expressão de comunhão com o Senhor.


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Liturgia da Segunda Feira — 18.07.2016

Terço do Rosário: Mistérios Gozosos (clique aqui...)
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SANTO ARNOLFO DE METZ

Arnolfo nasceu em Metz, na antiga Gália, atual França, no ano 582. A sua família era muito importante e fazia parte da nobreza. Ele estudou e casou-se com uma aristocrata, com a qual teve dois filhos. Nesta época, a região da Gália era dominada pelos francos e era dividida em diversos reinos que guerreavam entre si.

Um dos reis da região, conhecendo a fama da conduta cristã de Arnolfo o tornou como seu conselheiro. Confiou-lhe também a educação de seu filho Dagoberto, que se formou dentro dos costumes da piedade e do amor cristão. Tal preparo fez de Dagoberto um dos reis católicos mais justos da História.

Pelo trabalho zeloso que exercia, foi nomeado bispo, mas não queria aceitar. Conta a tradição que lançou um anel no rio, dizendo a Deus que se ele fosse digno do episcopado, fizesse o anel retornar. Alguns dias depois o anel foi encontrado no ventre de um peixe.

Naquele tempo, as questões dos leigos e do celibato não tinham uma disciplina rigorosa e uniforme dentro da Igreja, que ainda seguia evangelizando a Europa. Por isso, mesmo casado, Arnolfo foi bispo e um de seus filhos tornou-se padre.

Depois de algum tempo Arnolfo abandonou o bispado para ingressar num mosteiro. Desta maneira serena, Arnolfo viveu o resto de seus dias, dedicando-se às orações, penitência e caridade. Morreu no dia 18 de julho de 641.

REFLEXÃO: Arnolfo era um homem de fé inabalável, correto e justo. Numa época onde a disciplina da Igreja ainda estava sendo formada, Arnolfo soube conjugar sua vida pública com seus compromissos com a evangelização. Foi um homem de seu tempo, preocupado com as pessoas e sempre procurou encontrar soluções humanas e cristãs para os problemas deo seu povo. Que nós também saibamos ocupar nosso lugar na sociedade, levando a todos os ambientes a boa nova de Jesus Cristo.

ORAÇÃO: Deus de amor e misericórdia, que cumulaste são Arnolfo com seus melhores dons, dai-nos seguir seu exemplo e imitar suas ações, levando os homens e mulheres ao compromisso cristão com as questões do tempo atual. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/


XVI SEMANA DO TEMPO COMUM
( Verde – Ofício do Dia )

Antífona de Entrada
É Deus quem me ajuda, é o Senhor quem defende a minha vida. Senhor, de todo o coração hei de vos oferecer o sacrifício e dar graças ao vosso nome, porque sois bom (Sl 53,6.8).

Oração do dia
Ó Deus, sede generoso para com os vossos filhos e filhas e multiplicai em nós os dons da vossa graça, para que, repletos de fé, esperança e caridade, guardemos fielmente os vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Miqueias 6,1-4.6-8)
Leitura da profecia de Miqueias.

6 1 Ouvi o que diz o Senhor: “Vamos, advoga tua causa diante das montanhas, ouçam as colinas a tua voz!”
2 Ouvi, montanhas, o processo do Senhor, e vós, fundamentos perenes da terra. Porque o Senhor entrou em juízo com seu povo, ele vai pleitear com Israel:
3 “Povo meu, que te fiz, ou em que te contristei? Responde-me.
4 Fiz-te sair do Egito, livrei-te da escravidão, e mandei diante de ti Moisés, Aarão e Maria”.
5 “Povo meu, lembra-te dos desígnios de Balac, rei de Moab, e a resposta que lhe deu Balaão, filho de Beor; lembra-te (da etapa) entre Setim e Gálgala, para reconheceres os benefícios do Senhor.
6 Com que me apresentarei diante do Senhor, e me prostrarei diante do Deus soberano? Irei à sua presença com holocaustos e novilhos de um ano?”
7 Agradar-se-á, porventura, o Senhor com milhares de carneiros, ou com milhões de torrentes de óleo? Sacrificar-lhe-ei pela minha maldade o meu primogênito, o fruto de minhas entranhas por meus próprios pecados?
8 Já te foi dito, ó homem, o que convém, o que o Senhor reclama de ti: que pratiques a justiça, que ames a bondade, e que andes com humildade diante do teu Deus.
- Palavra do Senhor!
- Graças a Deus.

Salmo Responsorial 49/50

A todo homem que procede retamente
eu mostrarei a salvação que vem de Deus.

“Reuni à minha frente os meus eleitos,
que selaram a aliança em sacrifícios!”
Testemunha o próprio céu seu julgamento,
porque Deus mesmo é juiz e vai julgar.

Eu não venho censurar teus sacrifícios,
pois sempre estão perante mim teus holocaustos;
não preciso dos novilhos de tua casa
nem dos carneiros que estão nos teus rebanhos.

“Como ousas repetir os meus preceitos
e trazer minha aliança em tua boca?
Tu que odiaste minhas leis e meus conselhos
e deste as costas às palavras dos meus lábios!

Diante disso que fizeste, eu calarei?
Acaso pensar que eu sou igual a ti?
É disso que te acuso e repreendo
e manifesto essas coisas aos teus olhos.

Quem me oferece um sacrifício de louvor,
este sim, é que me honra de verdade.
A todo homem que procede retamente
eu mostrarei a salvação que vem de Deus”.

Aclamação do Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: Não fecheis os corações como em Meriba! (Sl 94,8).


EVANGELHO (Mateus 12,38-42)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

12 38 Então alguns escribas e fariseus tomaram a palavra: “Mestre, quiséramos ver-te fazer um milagre”.
39 Respondeu-lhes Jesus: “Esta geração adúltera e perversa pede um sinal, mas não lhe será dado outro sinal do que aquele do profeta Jonas:
40 do mesmo modo que Jonas esteve três dias e três noites no ventre do peixe, assim o Filho do Homem ficará três dias e três noites no seio da terra.
41 No dia do juízo, os ninivitas se levantarão com esta raça e a condenarão, porque fizeram penitência à voz de Jonas. Ora, aqui está quem é mais do que Jonas.
42 No dia do juízo, a rainha do Sul se levantará com esta raça e a condenará, porque veio das extremidades da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. Ora, aqui está quem é mais do que Salomão”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Ó Deus, que no sacrifício da cruz, único e perfeito, levastes á plenitude os sacrifícios da antiga aliança, santificai, como o de Abel, o nosso sacrifício, para que os dons que cada um trouxe em vossa honra possam servir para a salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
O Senhor bom e clemente nos deixou a lembrança de suas grandes maravilhas. Ele dá o alimento aos que o temem (Sl 110,4s).

Depois da Comunhão
Ó Deus, permanecei junto ao povo que iniciastes nos sacramentos do vosso reino, para que, despojando-nos do velho homem, passemos a uma vida nova. Por Cristo, nosso Senhor.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Show da Fé
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

O evangelho nos mostra de onde vem a Fé enquanto espetáculo, de milagres assombrosos que atraem cada vez mais “clientes” que trazem o seu rico Dízimo, pagando prá ver se é mesmo verdade tais milagres. Foram os mestres da lei e Fariseus que pediram a Jesus a realização de um sinal. E se Jesus aceitasse o desafio e fizesse tal prodígio, esses Doutores da Lei e Fariseus já iam comercializá-lo e garantir a ele sucesso e prestígio. Jesus se tornaria um produto valioso nas mãos desses gananciosos, qualquer semelhança com as ricas igrejas da pós-modernidade, é mera coincidência, pois há ainda hoje multidões que buscam, não a Jesus, o Filho de Deus, nosso Senhor e Salvador em quem nossas vidas são transformadas, mas apenas os milagres que ele realiza... Tal como os Doutores da Lei e Fariseus.

Os milagres que Jesus fez por aquele tempo, e que hoje também, de acordo com os desígnios de Deus, ainda continua fazendo, são apenas sinais e não podem ser maiores e mais importantes que o Reino, pois as profecias anunciavam que o Messias viria para curar as enfermidades, ressuscitar os mortos, e libertar os cativos, abrir os olhos aos cegos, fazer andar os paralíticos, mas tudo isso não como fim, mas como meio e apontam para aquele que é o maior de todos os milagres: a Ressurreição!

O milagre é a antecipação da Vida Nova em sua plenitude, por isso Jesus coloca como prefiguração da ressurreição o fato do Profeta Jonas permanecer três dias no ventre de uma baleia, mas não foi isso que converteu os habitantes de Nínive, mas sim o fato de ouvirem e darem créditos á sua pregação e a partir daí terem feito a penitência buscando a conversão sincera.

Jesus supera e é maior do que todos os Porta-Vozes do Antigo Testamento, ele não é mais um emissário de Deus, ele é o próprio Deus, encarnado na história dos homens. Então a conclusão do evangelho é óbvia: quanto mais milagres eu suplico e exijo de Deus menos compromisso tenho na vivência da minha Fé. Pois um Cristão comprometido com a Palavra de Deus e os valores do evangelho não fica muito a espera do milagre, mas o faz acontecer!

2. Comentário Paulinas
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2016’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Jesus diz não ter outro sinal a não ser o sinal de Jonas. O sinal de Jonas é o seu sinal e, sendo indicativo, onde ele acontece aí está Jesus. Jesus envolve-se com o sinal de Jonas. São Mateus une o sinal de Jonas com os dias da sepultura de Jesus, representada por Jonas no ventre do peixe. Se, porém, retirarmos do texto de Mateus a referência à sepultura de Jesus, o sinal estará na pregação seguida de conversão e não conversão genérica, mas específica, conversão social. Os ninivitas se convertem da violência que eles têm nas mãos, segundo o livro de Jonas. A conversão social é confirmada pela presença da Rainha do Sul no juízo final. O que vem fazer ela no juízo juntamente com os ninivitas? Ela foi a Jerusalém ver com que sabedoria Salomão governava o seu povo. Aí está Jesus, mais que Jonas e a Rainha, preocupado com o povo que sofre inseguro dentro de um sistema social, e esta geração, perversa e adúltera, não percebe nada e não se converte.

3. UM PEDIDO FEITO COM MÁS INTENÇÕES
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://www.domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php).

Os milagres de Jesus despertavam a curiosidade de seus adversários. Escribas e fariseus queriam presenciar um milagre, embora não nutrissem nenhum amor por Jesus, nem tivessem respeito por ele. Queriam reduzi-lo a um milagreiro vulgar, cujos pretensos gestos poderosos são a maneira de se exibir, quando não, de iludir o povo. Jesus se recusa a satisfazer-lhes os desejos, porque não aceitavam seus milagres como credenciais da origem divina de sua missão, .

O pedido dos adversários de Jesus foi, em parte, atendido. Um sinal lhes seria oferecido: o Filho do Homem ficaria três dias e três noites no seio da Terra, tempo transcorrido por Jonas no ventre de um monstro marinho. Eles, portanto, teriam a Ressurreição como sinal para compreender quem, afinal, era Jesus.

O Mestre não se enganava em relação a seus interlocutores. Por serem mal-intencionados, fechados para a sua pregação, dificilmente seriam capazes de acolher a Ressurreição como sinal de sua identidade. Eram dignos de condenação. Tendo a possibilidade de achegar-se a Deus mediante a ação de Jesus, fechavam-se em seu ceticismo e se recusavam a reconhecer, no Mestre, a ação amorosa do Pai. Por essa sua atitude, escribas e fariseus privavam-se de participar deste amor misericordioso.

Oração
Senhor Jesus, dá-me um coração benevolente, que saiba reconhecer tua origem divina, através de tuas ações.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia da Terça-Feira — 19.07.2016

Terço do Rosário: Mistérios Dolorosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Dolorosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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SANTO ARSÊNIO

Arsênio pertencia à uma nobre e tradicional família de senadores, nasceu no ano 354 em Roma. Foi ordenado sacerdote pessoalmente pelo Papa Dâmaso. Em 383 o próprio imperador Teodósio o convidou para cuidar da educação e formação de seus filhos Arcádio e Honório, em Constantinopla. Arsênio permaneceu na corte por onze anos, até 394. Enfim, conseguiu a exoneração do cargo e retirou-se para o deserto no Egito.

A partir do século quarto a vida de eremita passou a ser o sacrifício mais perfeito para a purificação. OS eremitas eram cristãos que se isolavam no deserto, em oração e penitência, numa vida solitária e contemplativa como forma de servir a Deus.

Arsênio se tornou um deles. O seu refúgio, no deserto egípcio da Alexandria, era dos mais procurados pelos cristãos, que buscavam na sabedoria e santidade de alguns ermitãos, conselhos e paz para as aflições da alma, mesmo que para isto tivessem que fazer longas e cansativas peregrinações.

Mas a paz e a tranqüilidade daqueles religiosos teve fim com a invasão de uma tribo das redondezas. Arsênio então abandonou o local. Entre 434 e 450 viveu isolado, só nos últimos anos aceitou a companhia de uns poucos discípulos. Ele acabou recebendo de Deus, o dom das lágrimas. Em oração ou penitência, quando se emocionava com o Evangelho, caía em prantos.

Morreu em 450.

REFLEXÃO: Santo Arsênio foi um dos mais conhecidos eremitas do Egito, sendo considerado como um dos "pais do deserto". O seu legado nos chegou através de uma crônica biográfica e de suas sábias máximas. Dizia: "Muitas vezes temos que nos arrepender de haver falado. Porém nunca me arrependi de haver guardado silêncio". A vida ascética de Arsênio nos leva a buscar mais as coisas de Deus e deixar de lado as muitas preocupações inúteis da vida.

ORAÇÃO: Amado Santo Arsênio, vós que deixastes todas as vitórias do mundo para serdes vitorioso somente em Deus, intercedei para alcancemos a graça dessas santas virtudes que tivestes e que o silêncio seja mantido quando nos insultarem e o amor superar todos o obstáculos que encontrarmos, dando reais testemunhos de nossa verdadeira adesão a Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/


XVI SEMANA DO TEMPO COMUM
( Verde – Ofício do Dia )

Antífona de Entrada
É Deus quem me ajuda, é o Senhor quem defende a minha vida. Senhor, de todo o coração hei de vos oferecer o sacrifício e dar graças ao vosso nome, porque sois bom (Sl 53,6.8).

Oração do dia
Ó Deus, sede generoso para com os vossos filhos e filhas e multiplicai em nós os dons da vossa graça, para que, repletos de fé, esperança e caridade, guardemos fielmente os vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Miqueias 7,14-15.1)
Leitura da profecia de Miqueias.

7 14 Conduzi com o cajado o vosso povo, o rebanho de vossa herança que se encontra espalhado pelas brenhas, para o meio de vergéis; que ele paste como outrora em Basã e em Galaad.
15 Como nos dias em que saístes do Egito, fazei-nos ver prodígios.
18 Qual é o Deus que, como vós, apaga a iniqüidade e perdoa o pecado do resto de seu povo, que não se ira para sempre porque prefere a misericórdia?
19 Uma vez mais, tende piedade de nós! Esquecei as nossas faltas e jogai nossos pecados nas profundezas do mar!
20 Mostrai a vossa fidelidade para com Jacó, e vossa piedade para com Abraão, como jurastes a nossos pais desde os tempos antigos!
- Palavra do Senhor!
- Graças a Deus.

Salmo Responsorial 84/85

Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade.

Favorecestes, ó Senhor, a vossa terra,
libertastes os cativos de Jacó.
Perdoastes o pecado ao vosso povo,
encobristes toda a falta cometida;
retirastes a ameaça que fizestes,
acalmastes o furor de vossa ira.

Renovai-nos, nosso Deus e salvador,
esquecei a vossa mágoa contra nós!
ficareis eternamente irritado?
Guardareis a vossa ira pelos séculos?
Guardareis a vossa ira pelos séculos?

Não vireis restituir a nossa vida,
para que em vós se rejubile o vosso povo?
Mostrai-nos, Senhor, vossa bondade,
concedei-nos também vossa salvação!

Aclamação do Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
Quem me ama, realmente, guardará minha palavra e meu Pai o amará, e a ele nós viremos (Jo 14,23).


EVANGELHO (Mateus 12,46-50)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

12 46 Jesus falava ainda à multidão, quando veio sua mãe e seus irmãos e esperavam do lado de fora a ocasião de lhe falar.
47 Disse-lhe alguém: “Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar-te”.
48 Jesus respondeu-lhe: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?”
49 E, apontando com a mão para os seus discípulos, acrescentou: “Eis aqui minha mãe e meus irmãos.
50 Todo aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Ó Deus, que no sacrifício da cruz, único e perfeito, levastes á plenitude os sacrifícios da antiga aliança, santificai, como o de Abel, o nosso sacrifício, para que os dons que cada um trouxe em vossa honra possam servir para a salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
O Senhor bom e clemente nos deixou a lembrança de suas grandes maravilhas. Ele dá o alimento aos que o temem (Sl 110,4s).

Depois da Comunhão
Ó Deus, permanecei junto ao povo que iniciastes nos sacramentos do vosso reino, para que, despojando-nos do velho homem, passemos a uma vida nova. Por Cristo, nosso Senhor.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Por que achavam que Jesus era Louco...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Neste evangelho, os parentes de Jesus, sua Mãe e seus irmãos, nos diz o texto, foram á sua procura, pois queriam levá-lo de volta á casa. Havia um consenso de que ele estivesse louco, falando e fazendo coisas sem o saber.

Jesus era uma ameaça constante á estrutura do templo, pois quebrava todas as regras e normas religiosas excludentes, curava as pessoas de todas as suas enfermidades, e a pessoa não precisava oferecer sacrifício algum pela sua cura. Como a Medicina não estava avançada e as doenças ou enfermidades psicossomáticas eram muitas, a clientela do templo era bem numerosa e as ofertas tinham que ser feitas, nem que fosse rolinhas e pombinhos, para os mais pobres, todos eram tarifados. Era uma forma de se obter a “pureza” institucionalizada. Quem ganhava com isso? A casta sacerdotal, que era em sua maioria Latifundiários proprietários doa animais, vendidos  aos cambistas, que os revendiam por um alto preço nas portas do templo, e os sacerdotes ganhavam duas vezes, na venda para o atravessador e depois na oferta, onde uma boa parte lhes pertencia, segundo a lei.

Ora, se eu sou beneficiado com um negócio assim, altamente lucrativo, qualquer pessoa que interferir nesse sistema, tirando a clientela, eu vou fazer de tudo para tirá-lo de circulação, daí taxaram de Jesus de Louco, e com certeza pressionaram seus familiares sobre os riscos que ele estava correndo, por mexer em um Vespeiro, quando tornava menos lucrativo o negócio dos poderosos.

Agora fica fácil compreender a reação de Jesus diante da comunidade, quando alguém o comunica que sua mãe e seus irmãos estavam fora e queriam falar-lhe. Os que se deixam levar pelas orientações dos poderosos desse mundo, não pertencem á Cristo, não são portanto, sua Mãe e seus irmãos, uma vez que, não é sistema religioso que garante a salvação, mas trata-se de um Dom oferecido a todos os homens através de Jesus Cristo.

A partir de agora Jesus estabelece laços fortes na união dos Homens com Deus, quem  ouvir a sua Palavra e seguir seus ensinamentos, procurando fazer a Vontade de Deus, que quer a Vida para todos, este sim tem com ele intimidade, está com ele em sintonia, esse sim pode ser chamado de “sua Família” sua Mãe e seus irmãos. Não dá para pertencer a Cristo, mas viver segundo a vontade do mundo, ditada por um sistema que se omite diante de injustiças e desigualdades, e que decreta a morte do mais pobre. Quem concorda ou se omite diante dessa estrutura social injusta, não pode e nem deve apresentar-se como cristão...

2. Comentário Paulinas
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2016’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Temos todos uma família de sangue e podemos ter uma família por opção. Apesar da crise pela qual passa a família contemporânea, ninguém despreza os laços de sangue, sobretudo quando o parentesco é harmonioso. É verdade, porém, que o parentesco não é suficiente para a permanência dos laços familiares. Laços familiares por opção podem ser mais fortes e existem tanto em grupos civis quanto religiosos. A vida conventual, em princípio, é uma vida de família por opção. A família religiosa por opção tem que ser necessariamente formada por pessoas que se dispõem a fazer a vontade de Deus. Não há outro desejo em sua vida a não ser fazer o que Deus, o que a ele é bom, agradável e perfeito. Pessoas com esta disposição se encontram e formam uma família estritamente ligada pela mesma disposição. Em todas essas famílias, Maria é sempre a primeira porque é a primeira a querer fazer somente a vontade de Deus em sua vida. Faça-se em mim como você está dizendo; esta frase significa uma entrega total nas mãos do Pai. A caridade nos obriga a uma dedicação saudável para com nossos familiares de sangue, mas a missão, que contém um amor maior porque mais amplo, nos leva a suplantar os laços familiares, a renunciá-los por uma causa mais ampla do que a pequena família.

3. RUPTURA DRAMÁTICA
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://www.domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php).

O serviço ao Reino exigiu de Jesus uma ruptura dramática dos laços familiares, difícil de ser entendida pela sociedade da época. O sentido da solidariedade era muito agudo no mundo bíblico. E a solidariedade, no interno da família, era indispensável para a sobrevivência, seja no nível humano seja no nível social. A perda do referencial familiar redundava na perda da identidade social. Portanto, a ruptura dos laços familiares eram uma espécie de suicídio. É bem provável que tal atitude fosse raríssima, ou até mesmo inexistente, no ambiente bíblico.

A interrogação de Jesus: "Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?" deve ter causado um sobressalto nos ouvintes. Para poder entendê-la corretamente, era preciso pensar como ele. Afinal, ele dava mostras de não ser um tresloucado.

A opção de Jesus decorria da centralidade do Reino de Deus em sua vida. O Mestre estabelecia laços tão profundos entre os que aderiam a ele, a ponto de transformá-los numa grande família. Desta forma, os discípulos podiam considerar-se perfeitamente irmãos, irmãs e mães. Era assim que Jesus se sentia quando estava com eles. Também era assim que deveriam sentir-se quando se reuniam em comunidade, pois pertenciam, agora, com Jesus, a uma nova família. Os laços de sangue ficavam em segundo lugar.

Oração
Pai, reforça os laços que me ligam aos meus irmãos e irmãs de fé, de forma a testemunhar que formamos uma grande família, cujo pai és tu.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia da Quarta-Feira — 20.07.2016

Terço do Rosário: Mistérios Gloriosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Gloriosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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SANTA MARGARIDA

Margarida nasceu no ano 275, na Antioquia de Pisídia. Órfã de mãe desde pequena e filha de um sacerdote pagão e idólatra, Margarida tinha tudo para jamais se aproximar de Deus. Mas algo divino aconteceu: o pai acabou confiando sua educação a uma ama extremamente católica e a vida de Margarida seguiu outro caminho.

Cresceu muito dedicada às coisas do espírito. Mas o pai começou a perceber que ela não ia aos cultos ou mesmo ao templo, para participar dos sacrifícios aos deuses. Ele não suspeitava que ela participava escondida dos cultos cristãos até o dia em que alguém o alertou.

Foi aí que começou o suplício de Margarida. Ele exigiu que ela abandonasse o cristianismo. Como ela se recusou, primeiro lhe impôs um severo castigo, mandando a jovem para o campo trabalhar ao lado dos escravos. Depois, como nem a força fazia a filha mudar de idéia, entregou-a as autoridades para qeu fosse julgada.

O martírio da jovem Margarida foi terrível. Diante das autoridades, negou-se a abandonar sua fé. Omeçoram então os suplícios fisicos e psicológicos. Margarida foi açoitada, depois teve o corpo colocado sobre uma trave e rasgado com ganchos de ferro. Diz a tradição que a jovem ainda foi queimada viva, jogada num rio gelado e finalmente decapitada.

Ela morreu no dia 20 de julho de 290, com a idade de quinze anos e a fama de sua santidade espalhou-se rapidamente pelo Oriente e pelo Ocidente.

REFLEXÃO: Outra vez celebramos a memória de uma mártir cristã. Desejosa de unir-se ao Cristo, Margarida suportou os maiores sofrimentos sem desanimar. Soube colocar seu amor a Deus em primeiro lugar. Tantas vezes nós reclamamos diante de qualquer sofrimento e desanimamos no menor sinal de fracasso. Lembremos de santa Margarida e peçamos sua intercessão nos momentos de dor.

ORAÇÃO: Deus de amor e misericórdia, derramai sobre nós, pela intercessão de santa Margarida , as graças necessárias para enfrentarmos as dificuldades do dia a dia. Que o nosso sofrimento se una ao do Cristo Crucificado e nos aproxime cada vez mais das glórias do Reino do Céu. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/


XVI SEMANA DO TEMPO COMUM
( Verde – Ofício do Dia )

Antífona de Entrada
É Deus quem me ajuda, é o Senhor quem defende a minha vida. Senhor, de todo o coração hei de vos oferecer o sacrifício e dar graças ao vosso nome, porque sois bom (Sl 53,6.8).

Oração do dia
Ó Deus, sede generoso para com os vossos filhos e filhas e multiplicai em nós os dons da vossa graça, para que, repletos de fé, esperança e caridade, guardemos fielmente os vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Jeremias 1,1.4-10)
Leitura do livro do profeta Jeremias.

1 1 Palavras de Jeremias, filho de Helcias, um dos sacerdotes que viviam em Anatot, na terra de Benjamim.
4 Foi-me dirigida nestes termos a palavra do Senhor:
5 “Antes que no seio fosses formado, eu já te conhecia; antes de teu nascimento, eu já te havia consagrado, e te havia designado profeta das nações”.
6 E eu respondi: “Ah! Senhor JAVÉ, eu nem sei falar, pois que sou apenas uma criança”.
7 Replicou porém o Senhor: “Não digas: Sou apenas uma criança: porquanto irás procurar todos aqueles aos quais te enviar, e a eles dirás o que eu te ordenar.
8 Não deverás temê-los porque estarei contigo para livrar-te” - oráculo do Senhor.
9 E o Senhor, estendendo em seguida a sua mão, tocou-me na boca. E assim me falou: “Eis que coloco minhas palavras nos teus lábios.
10 Vê: dou-te hoje poder sobre as nações e sobre os reinos para arrancares e demolires, para arruinares e destruíres, para edificares e plantares”.
- Palavra do Senhor!
- Graças a Deus.

Salmo Responsorial 70/71

Minha boca anunciará vossa justiça.

Eu procuro meu refúgio em vós, Senhor:
que eu não seja envergonhado para sempre!
Porque sois justo, defendei-me e libertai-me!
Escutai a minha voz, vinde salvar-me!

Sede uma rocha protetora para mim,
um abrigo bem seguro que me salve!
Porque sois a minha força e meu amparo,
o meu refúgio, proteção e segurança!
Libertai-me, ó meu Deus, das mãos do ímpio.

Porque sois, ó Senhor Deus, minha esperança,
em vós confio desde a minha juventude!
Sois meu apoio desde antes que eu nascesse,
desde o seio maternal, o meu amparo.

Minha boca anunciará todos os dias
vossa justiça e vossas graças incontáveis.
Vós me ensinastes desde a minha juventude,
e até hoje canto as vossas maravilhas.

Aclamação do Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
A semente é de Deus a palavra, Cristo é o semeador; todo aquele que o encontra, vida eterna encontrou.


Evangelho (Mateus 13,1-9)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

13 1 Naquele dia, saiu Jesus e sentou-se à beira do lago.
2 Acercou-se dele, porém, uma tal multidão, que precisou entrar numa barca. Nela se assentou, enquanto a multidão ficava à margem.
3 E seus discursos foram uma série de parábolas.
4 Disse ele: “Um semeador saiu a semear. E, semeando, parte da semente caiu ao longo do caminho; os pássaros vieram e a comeram.
5 Outra parte caiu em solo pedregoso, onde não havia muita terra, e nasceu logo, porque a terra era pouco profunda.
6 Logo, porém, que o sol nasceu, queimou-se, por falta de raízes.
7 Outras sementes caíram entre os espinhos: os espinhos cresceram e as sufocaram.
8 Outras, enfim, caíram em terra boa: deram frutos, cem por um, sessenta por um, trinta por um.
9 Aquele que tem ouvidos, ouça”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Ó Deus, que no sacrifício da cruz, único e perfeito, levastes á plenitude os sacrifícios da antiga aliança, santificai, como o de Abel, o nosso sacrifício, para que os dons que cada um trouxe em vossa honra possam servir para a salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
O Senhor bom e clemente nos deixou a lembrança de suas grandes maravilhas. Ele dá o alimento aos que o temem (Sl 110,4s).

Depois da Comunhão
Ó Deus, permanecei junto ao povo que iniciastes nos sacramentos do vosso reino, para que, despojando-nos do velho homem, passemos a uma vida nova. Por Cristo, nosso Senhor.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. As sementes são sempre boas... O problema é o solo...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Com certeza Jesus passava perto de algum sítio com seus discípulos e viu um homem semeando seu campo. Naquele tempo não havia tecnologia para a semeadura, que era feita manualmente. Todos nós, mesmo não sendo agricultores, sabemos que, para  uma semente  desenvolver-se é necessário que ela atinja as profundezas da terra, seja esmagada e morra, para que possa brotar. Certa ocasião Jesus comparou-se a um grão de trigo que tem que passar por esse processo de permanecer na escuridão e ser esmagado, referindo-se à sua ressurreição, o que levou mais tarde Santo Inácio a fazer também essa comparação.

Podemos aplicar o mesmo raciocínio em relação a esta Parábola do Semeador. Quando não se está disposto a morrer interiormente, mediante a Palavra Escutada e Meditada, ocorrem as situações que Jesus exemplifica nesta parábola.

As sementes que caíram ao longo do caminho eram boas e poderiam produzir, mas não foram recolhidas, são os recados que em nosso dia a dia Deus nos dá, através de acontecimentos do quotidiano, ou pessoas com quem nos relacionamos.

Como não foi anunciada de um presbitério ou púlpito não damos muito crédito, foi à beira do caminho, não demos tanto valor ou importância e os pássaros comeram tudo.

Outra parte caiu em solo pedregoso... Certa ocasião eu estava em meio a uma torcida, vi alguém ser solidário a uma pessoa que não estava bem, inclusive abandonou a arquibancada para acompanhar o outro. Deus falou forte naquele momento, mas como eu iria adivinhar que Deus me falaria no meio da torcida do time da minha cidade, que disputava um título importante em uma das divisões do Campeonato Paulista? O solo era pedregoso, até dei atenção ao fato, achei maravilhoso, porém, minhas atenções logo voltaram para  a partida e a Palavra não frutificou.

Outras sementes caíram entre os espinhos, estas não têm nenhuma chance de frutificar. Contou-me um jovem que estava em uma balada onde rolava droga pesada, promiscuidade e até certas manifestações satânicas de um elemento da Banda que animava o evento. Em meio aquela balbúrdia surgiu uma jovem que ele não conhecia, mostrou-lhe no peito um crucifixo e cantou aos seus ouvidos “No peito eu trago uma cruz, no meu coração o que disse Jesus”. Ele ficara perplexo, a jovem sumiu em meio a multidão. Tentou procurá-la, mas foi inútil. Logo a sua patota o arrastou para o “delírio”. A sua conversão ocorreu muito tempo depois em um retiro de carnaval onde ele lembrou-se que Deus lhe falara em meio a uma Balada, mas os “espinhos” do mundo a sufocaram.

A conclusão a que chegamos é bem simples: as sementes em si são ótimas, mas elas são semeadas em todo tipo de terreno e podem sim, frutificar, se soubermos acolhê-las, independente do ambiente onde estamos, pois, se Deus só semeasse as sementes em terra boa e fértil, a Salvação não seria universal. Há sementes que caem em terra boa. São as nossas comunidades, local propício para a semeadura, entretanto, a produção é diversificada, uns rendem cem por cento, outros sessenta e outros trinta. Deus não é um empreendedor que exige retorno total do seu investimento. Ele tem infinita paciência e misericórdia e a mínima abertura e atenção que dermos à sua Palavra, estaremos em comunhão com Ele e Ele fará maravilhas em nós.

2. Comentário Paulinas
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2016’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Sete parábolas formam o segundo sermão de Jesus no evangelho de São Mateus, o Sermão das Parábolas. A primeira é a do semeador. Ele sai a semear a Palavra de Deus e esta vai caindo em diversos tipos de terra, que são o coração humano. Cai na beira do caminho, no coração que não a entende; cai no meio de pedras e fica na superfície, onde qualquer dificuldade é suficiente para provocar desistência; cai entre espinhos, que são as preocupações com as coisas deste mundo e o desejo de riquezas. A Palavra é sufocada e não produz nada. Assim vai caminhando o semeador, vencendo obstáculos sem desistir. Já está na terceira gleba de terra sem nada produzir, quando encontra terra boa, coração aberto que acolhe a Palavra e a entende. Esta terra vai produzir frutos. O solo não é todo por igual, mas o que importa é que está produzindo, cem, sessenta ou trinta, graças ao trabalho do semeador que saiu para semear e não voltou atrás. Perseverou até encontrar terra boa. A Palavra de Deus não volta a ele sem ter produzido o seu fruto.

3. QUEM TEM OUVIDOS PARA OUVIR, OUÇA!
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://www.domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php).

A afirmação de Jesus pode soar estranha, se tomada no seu sentido superficial, pois todo ser humano tem ouvidos e, excetuando os surdos, todos estavam em condições de ouvi-lo. Mas o sentido das palavras do Mestre era bem outro. Para entendê-lo é preciso recorrer à antropologia bíblica, para a qual o "ouvido" tem um simbolismo importante. São muitas as imagens da Bíblia referentes a este sentido do corpo humano.

O ouvido tem a ver com a vida e o modo de proceder do ser humano. Quando alguém "abre os ouvidos", demonstra o desejo de comunicar-se e de entrar em comunhão com o seu semelhante. "Fechar os ouvidos" denota ruptura e recusa do outro. "Clamar aos ouvidos de alguém" é sinônimo de inculcar-lhe uma idéia. "Inclinar o ouvido" significa dar atenção ao outro. Estar "ao ouvido de alguém" é estar em sua presença. "Falar no ouvido" é conversar em segredo.

Interpelando os discípulos para abrir os ouvidos e ouvi-lo, Jesus os exortava a darem atenção às suas palavras para tirar delas lições de vida. As palavras do Mestre poderiam ser entendidas de duas maneiras: como um apelo a se esforçarem para ser o bom terreno onde a semente pudesse dar frutos abundantes; e como um alerta para que contassem com diferentes tipos de pessoas, no exercício da missão, sem se deixarem abater por isso. Ambos os casos teriam incidência direta sobre a vida deles.

Oração
Pai, dá-me ouvidos dóceis que me coloquem em comunhão com Jesus, de modo que eu possa deixar-me instruir e me transformar por ele.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia da Quinta-Feira — 21.07.2016

Terço do Rosário: Mistérios Luminosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Luminosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

Visite a página WEB TV e WEB RÁDIO. Clique aqui...


SÃO LOURENÇO DE BRINDES

Júlio César Russo nasceu no dia 22 de julho de 1559 em Brindisi, na Itália. Seu nome de batismo, mostrava claramente a ambição dos pais, que esperavam para ele um futuro brilhante como o do grande general romano.

Aos seis anos de idade, o menino Júlio César encantava a todos com o extraordinário dom de memorizar as páginas de livros, em poucos minutos, para depois declamá-las em público. E cresceu assim, brilhante nos estudos. Quando ficou órfão aos catorze anos de idade, foi acolhido por um tio, que residia em Veneza.

Dois anos após chegar a Veneza ele atendeu ao chamado de Deus e ingressou na vida religiosa: primeiro com os frade menores e depois com os capuchinhos, onde foi ordenado sacerdote.

Tornou-se especialista em línguas e sua erudição o levou à ocupar altos postos de sua Ordem e também à serviço do Sumo Pontífice. Foi provincial em vários estados e chegou a ser o Superior Geral e embaixador do Papa Paulo V, com a missão de intermediar príncipes e reis em conflito.

Lourenço de Brindisi morreu no dia do seu aniversário em 1619. Foi canonizado em 1881 e recebeu o título de "Doutor da Igreja" em 1959.

REFLEXÃO: Deus concede as pessoas a inteligência e a sabedoria. A inteligência nos ajuda a descobrir os melhores meios de conduzir nossa vida, mas nem sempre ela é usada para o bem. Já a sabedoria, fruto do Espírito e da experiência de vida, sempre leva o ser humano ao respeito mútuo e ao encontro com Deus. São Lourenço soube ser inteligente e sábio. Peçamos a Deus que nos ensine a usar nossa inteligência com sabedoria.

ORAÇÃO: Ó Deus, que marcastes pela vossa doutrina a vida de São Lourenço de Brindisi, concedei-nos, por sua intercessão, que sejamos fiéis à mesma doutrina, e a proclamemos em nossas ações. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/


XVI SEMANA DO TEMPO COMUM
( Verde – Ofício do Dia )

Antífona de Entrada
É Deus quem me ajuda, é o Senhor quem defende a minha vida. Senhor, de todo o coração hei de vos oferecer o sacrifício e dar graças ao vosso nome, porque sois bom (Sl 53,6.8).

Oração do dia
Ó Deus, sede generoso para com os vossos filhos e filhas e multiplicai em nós os dons da vossa graça, para que, repletos de fé, esperança e caridade, guardemos fielmente os vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Jeremias 2,1-3.7-8.12-13)
Leitura do livro do Profeta Jeremias.

2 1 A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: “Vai e clama aos ouvidos de Jerusalém estas palavras - oráculo do Senhor: Lembro-me de tua afeição quando eras jovem, de teu amor de noivado, no tempo em que me seguias ao deserto, à terra sem sementeiras. Era, então, Israel propriedade sagrada do Senhor. As primícias de sua colheita, todos quantos dela comiam, carregavam-lhe a culpa, e o mal lhes advinha” - oráculo do Senhor. “Encaminhei-vos a uma terra de vergéis, para lhe comerdes os frutos e saborear-lhe os bens; tão logo chegastes, maculastes-me a terra; e transformastes minha herança em lugar que me causa horror. Não haviam dito os sacerdotes: Onde está o Senhor? Os depositários da lei não me conheceram; revoltaram-se contra mim os pastores, e os profetas proferiram oráculos em nome de Baal. Puseram-se a seguir aqueles (deuses) que nenhum socorro lhes dão. Ó céus, pasmai, tremei de espanto e horror” - oráculo do Senhor. “Porque meu povo cometeu uma dupla perversidade: abandonou-me, a mim, fonte de água viva, para cavar cisternas, cisternas fendidas que não retêm a água”.
- Palavra do Senhor!
- Graças a Deus.

Salmo Responsorial 35/36

Em vós está a fonte da vida, ó Senhor!

Vosso amor chega aos céus, ó Senhor,
Chega às nuvens a vossa verdade.
Como as altas montanhas eternas
É a vossa justiça, Senhor.

Quão preciosa é, Senhor, vossa graça!
Eis que os filhos dos homens se abrigam
Sob a sombra das asas de Deus.
Na abundância de vossa morada,
Eles vêm saciar-se de bens.
Vós lhes dais de beber água viva
Na torrente das vossas delícias.

Pois em vós está a fonte da vida,
E em vossa luz contemplamos a luz.
Conservai aos fiéis vossa graça,
E aos retos, a vossa justiça!

Aclamação do Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, pois revelaste os mistérios do teu reino aos pequeninos, escondendo-os aos doutores! (Mt 11,25).


Evangelho (Mateus 13,10-17)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

13 10 Os discípulos aproximaram-se dele, então, para dizer-lhe: “Por que lhes falas em parábolas?” 11 Respondeu Jesus: “Porque a vós é dado compreender os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não. 12 Ao que tem, se lhe dará e terá em abundância, mas ao que não tem será tirado até mesmo o que tem. 13 Eis por que lhes falo em parábolas: para que, vendo, não vejam e, ouvindo, não ouçam nem compreendam. 14 Assim se cumpre para eles o que foi dito pelo profeta Isaías: ‘Ouvireis com vossos ouvidos e não entendereis, olhareis com vossos olhos e não vereis, 15 porque o coração deste povo se endureceu: taparam os seus ouvidos e fecharam os seus olhos, para que seus olhos não vejam e seus ouvidos não ouçam, nem seu coração compreenda; para que não se convertam e eu os sare’. 16 Mas, quanto a vós, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem! Ditosos os vossos ouvidos, porque ouvem! 17 Eu vos declaro, em verdade: muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes e não o viram, ouvir o que ouvis e não ouviram.
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Ó Deus, que no sacrifício da cruz, único e perfeito, levastes á plenitude os sacrifícios da antiga aliança, santificai, como o de Abel, o nosso sacrifício, para que os dons que cada um trouxe em vossa honra possam servir para a salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
O Senhor bom e clemente nos deixou a lembrança de suas grandes maravilhas. Ele dá o alimento aos que o temem (Sl 110,4s).

Depois da Comunhão
Ó Deus, permanecei junto ao povo que iniciastes nos sacramentos do vosso reino, para que, despojando-nos do velho homem, passemos a uma vida nova. Por Cristo, nosso Senhor.


MEMÓRIA FACULTATIVA SÃO LOURENÇO DE BRÍNDISI
( Branco – Ofício da Memória )

Oração do Dia
Ó Deus, que, para a vossa glória e a salvação dos homens, destes a são Lourenço de Bríndisi o espírito de conselho e fortaleza, concedei-nos, pelo mesmo espírito, conhecer o que devemos praticar e, por suas preces, realiza-lo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Sobre as Oferendas
Deus de majestade, nós vos suplicamos que estas oferendas em honra de vossos santos, manifestando a glória do vosso poder, nos tragam os frutos da redenção. Por Cristo, nosso Senhor.

Depois da Comunhão
Alimentados, ó Pai, à vossa mesa, fazei que, seguindo o exemplo de são Lourenço de Bríndisi, celebremos com amor o vosso culto e sirvamos a todos com incansável caridade. Por Cristo, nosso Senhor.

Santo do Dia / Comemoração (SÃO LOURENÇO DE BRÍNDISI)

Geralmente, as chamadas "crianças superdotadas", aquelas que demonstram um dom excepcional para alguma especialidade, quando crescem, parecem "perder os poderes" e nivelam-se com as demais pessoas. São poucas as exceções que merecem ser recordadas. Mas, com certeza, uma delas foi Júlio César Russo, que nasceu no dia 22 de julho de 1559, em Brindisi, na Itália. Seu nome de batismo mostrava, claramente, a ambição dos pais, que esperavam para ele um futuro brilhante, como o do grande general romano. Realmente, anos depois, lá estava ele à frente das forças cristãs lutando contra a invasão dos turcos muçulmanos, que ameaçava chegar ao coração da Europa depois de ter dominado a Hungria. Só que não empunhava uma espada, mas sim uma cruz de madeira. Nessa ocasião, já vestia o hábito franciscano, respondia pelo nome de Lourenço e era o capelão da tropa, além de conselheiro do chefe do exército romano, Filipe Emanuel de Lorena. Vejamos como tudo aconteceu. Aos seis anos de idade, o então menino Júlio César encantava a todos com o extraordinário dom de memorizar as páginas de livros, em poucos minutos, para depois declamá-las em público. E cresceu assim, brilhante nos estudos. Quando ficou órfão, aos quatorze anos de idade, foi acolhido por um tio, que residia em Veneza. Nessa megalópole, pôde desenvolver muito mais os seus talentos para os estudos. Mas a religião o atraia de forma irresistível. Dois anos após chegar a Veneza, ele atendeu ao chamado e ingressou na Ordem dos Frades Menores de São Francisco de Assis. Em seguida, juntou-se aos capuchinhos de Verona, onde recebeu a ordenação e assumiu o novo nome, em 1582. Depois, completou sua formação na Universidade de Pádua. Voltou para Veneza em 1586, como professor dos noviços da Ordem, sempre evidenciando os mesmos dotes da infância. Tornou-se especialista em línguas e sua erudição levou-o a ocupar altos postos em sua Ordem e também a serviço do sumo pontífice. Foi provincial em Toscana, Veneza, Gênova e Suíça e comissário no Tirol e na Baviera, pregando firmemente a ortodoxia católica contra a Reforma Protestante, além de animar as autoridades e o povo na luta contra a dominação dos turcos muçulmanos. Lourenço foi, mesmo, o superior-geral da sua própria Ordem e embaixador do papa Paulo V, com a missão de intermediar príncipes e reis em conflito. Lourenço de Brindisi morreu no dia do seu aniversário, em 1619, durante sua segunda viagem à Península Ibérica, na cidade de Lisboa, em Portugal. Foi canonizado em 1881 e recebeu o título de doutor da Igreja em 1959, outorgado pelo papa João XXIII. A sua festa é celebrada um dia antes do aniversário de sua morte, dia 21 de julho.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Saber ouvir
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Quando conversamos com alguém sobre algum assunto muito importante, mas notamos que o ouvinte está “longe” da conversa, distraído, olhando para os lados, preocupado com outras coisas, lógico que não sentimos vontade de continuar, e assim logo  encerramos o assunto ou  transformamos a  conversa em uma futilidade, que não requer tanta atenção do outro.

Na celebração de casamentos ás vezes enquanto o Padre ou o Diácono capricha na homilia, os noivos estão dando risinhos entre si, ou olhando para a cara de algum padrinho engraçado, ou olhando a daminha ou o noivinho, ou o que é ainda pior, fazendo pose para uma foto. Como diz o caboclo, “dá uma réiva”, e daí a gente logo conclui, e perde a vontade de continuar com a reflexão, pois os principais interessados, que são os próprios celebrantes, estão distraídos, a palavra é apenas um ruído, um barulho que não passa dos ouvidos.

Para fazer esse desabafo no evangelho de hoje, Jesus deve ter passado essa experiência inúmeras vezes diante da multidão, ele ali falando com entusiasmo do Reino Novo, falando e revelando o Pai, e o povaréu nem aí com o “peixe”, parece que só se ligavam quando Jesus fazia algum milagre, daí a coisa fervia, pois milagre não exige compromisso da parte de quem o recebe.

Temos em nossas vidas pessoas com quem conversamos todo dia, mas algumas nos são especiais, e com essas a conversa passa do mero formalismo para um colóquio, algo mais profundo. As multidões sempre seguiram Jesus, no meio delas havia aquelas que viam em Jesus alguém especial, interessava-se em ouvi-lo, prestando toda atenção, porque suas palavras traziam esperança, fortalecimento, coragem e conforto, e com isso trazia também a vontade de pensar diferente e construir um mundo novo. Não era apenas uma mensagem bonita que deleitava os ouvidos, mas era algo que entrava no coração, no centro da vida, provocando mudanças...

Mas havia também os “avoados”, os interessados em buscar em Jesus alguma vantagem, esses até o aplaudiam e o admiravam, mas não estavam interessados em mudanças radicais de vida, ouviam as pregações, entravam por um ouvido e saia pelo outro. Jesus era só mais um pregador entre outros, muito bom, falando com sabedoria, mas era só mais um. Assim é que o homem da pós-modernidade vê o cristianismo, como mais uma religião entre centenas de milagres, como uma Filosofia de Vida, entre tantas outras, muito boa, sólida, consistente, tradicional, mas é só mais uma...

Os Discípulos foram escolhidos do meio da multidão, o Senhor viu neles, muito mais do que ouvidos atentos, mas corações abertos, sedentos de esperança e uma total disponibilidade para segui-lo. Não são homens especiais e superdotados de algum poder sobrenatural, mas para eles Jesus não é apenas mais um, é o Único e absoluto. Com eles Jesus inicia o Novo Povo de Deus, os homens e mulheres da Nova Aliança, haverá entre Jesus e eles um forte elo como havia no Código da Aliança entre Deus e Israel “Eu serei o Vosso Deus e Vós sereis meu Povo” em uma relação única e particular.

Por isso Jesus os trata de modo especial e os introduz pedagogicamente ao conhecimento sobre os mistérios do Reino dos Céus, que não é revelado a multidão. Hoje esses discípulos estão nas nossas comunidades cristãs, são todos os batizados que se abriram á Graça de Deus, que foram capazes de se encantarem com Jesus e seu evangelho, e se colocam sempre disponíveis para construir esse Reino que é Eterno. Jesus não fala mais em parábolas, ele é o Logus do Pai, a sua Palavra encarnada no meio de nós, ele se entrega totalmente na Eucaristia em cada celebração.

Ai de nós se o ouvirmos de má vontade, sem nenhuma disposição interior para o segui-lo, ai de nós se não o acolhermos com o coração aberto... Melhor seria nem ser batizado e não ter se apossado do nome de Cristão.

2. Comentário Paulinas
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2016’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Sendo uma história didática, a parábola pode facilitar a compreensão da mensagem que está sendo transmitida. Exemplos concretos são captados mais rapidamente do que ideias abstratas. As pessoas em geral contam casos. Não discutem ideias. Jesus, porém, não fala em parábolas aos seus discípulos, não por serem mais inteligentes, mas porque a eles foi dado conhecer os mistérios do Reino. Outros veem sem ver e ouvem sem ouvir nem entender. Jesus não está opondo classes. Está se referindo a uma categoria de pessoas que o ouvem, e mesmo sabendo quem ele é não o aceitam porque acham que ele veio para atormentá-los antes do tempo. Assim, de um recurso pedagógico a parábola passa a ser um instrumento de crítica, não aplicável aos discípulos, mas compreendida pelo bom entendedor cujo coração insensível ouve de má vontade.

3. POR QUE FALAR EM PARÁBOLAS?
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://www.domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php).

Jesus teve motivos para escolher o método parabólico como meio de comunicar os mistérios do Reino. As parábolas exigiam, por parte dos ouvintes, uma grande capacidade de entrar em comunhão com Jesus, para poder captar-lhe a mensagem. Caso contrário, não se ia muito além da materialidade das palavras. E a parábola não passava de uma historinha meio sem graça, por falar de coisas evidentes. A mensagem das parábolas estava escondida atrás das palavras e só era captada por quem fosse capaz de buscar seu sentido oculto.

Por outro lado, a linguagem das parábolas era simples, mas exigia interpretação por parte dos ouvintes. As parábolas escondiam uma mina inesgotável de ensinamentos. Cada pessoa que as escutava podia descobrir uma mensagem particular e, com isso, iluminar a própria experiência de consagração ao Reino.

Sendo assim, ao mesmo tempo em que a mensagem das parábolas era compreendida por uns, permanecia incompreensível para outros. A uns era dado compreender os mistérios do Reino, a outros não. Seria isto um preconceito de Jesus em relação a algumas pessoas? Não! A compreensão dos mistérios do Reino não é dada a quem, de antemão, se fecha para Jesus. Seria perda de tempo querer comunicar-lhes o que não querem receber. Feliz é quem abre olhos e ouvidos para acolher Jesus!

Oração
Senhor Jesus, faze-me conhecer os mistérios do Reino, para que eu possa trilhar, com segurança, os caminhos do Reino.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia da Sexta-Feira — 22.07.2016

Terço do Rosário: Mistérios Dolorosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Dolorosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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SANTA MARIA MADALENA

Embora fosse apenas uma pecadora famosa de sua cidade, Maria Madalena teve uma participação importantíssima na passagem de Jesus pela Terra. Ela foi perdoada publicamente e foi ainda a escolhida para ser a primeira testemunha da Ressurreição.

Seu nome aparece onze vezes nos evangelhos, apesar de não termos certeza de que se trata sempre da mesma pessoa, pois os evangelhos falam de três Marias Madalena em situações diferentes.

Madalena ouvira falar de Jesus, pois a fama de Seus milagres corria entre o povo. Assim, no dia em que Jesus participava de um banquete na casa de Simão, o fariseu, Maria Madalena resolveu fazer uma confissão pública de arrependimento, porque o seu pecado era público, como diz a Sagrada Escritura.
Em outra passagem, lemos que Jesus a perdoou diante da multidão dos fariseus que queriam apedrejá-la. A partir desse dia, tornou-se uma das mais fiéis seguidoras do Messias.

Ela estava ao lado de Maria quando da crucificação do Senhor e, na madrugada da Páscoa, era tanta a saudade que sentia de Jesus que foi chorar à porta do sepulcro. De repente, ouviu a Voz chamar seu nome. Assim, as profecias se cumpriram diante de seus olhos. Jesus tinha ressuscitado!

Depois disto, segundo uma antiga tradição grega, Maria Madalena teria ido viver em Éfeso, onde morreu. Nesta cidade tinham ido morar também João, o apóstolo predileto de Jesus, e Maria, Mãe de Jesus.

A liturgia bizantina a celebra como "Apóstola dos Apóstolos".

REFLEXÃO: Maria Madalena é amada de Deus. Simboliza todo e qualquer ser humano que vive a eterna dualidade da vida: amargura e graça divina. Alegria e amargura são os dias do ser humano sobre a terra. Em Santa Maria Madalena encontramos a imagem de tantas mulheres que são discriminadas e maltratadas pelos homens. Rezemos hoje para que nossa sociedade deixe da lado a exploração feminina e busque a integração sadia entre homens e mulheres.

ORAÇÃO: Concedei-nos, ó Deus, a sabedoria e o amor que inspirastes à vossa filha Santa Maria Madalena, para que, seguindo seu exemplo de fidelidade, nos dediquemos ao vosso serviço, e vos agrademos pela fé e pelas obras. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/


SANTA MARIA MADALENA DISCÍPULA DE JESUS
( Branco, Prefácio Comum ou dos Santos – Ofício da Memória )

Antífona de Entrada
O Senhor disse à Maria Madalena: Vai a meus irmãos e anuncia-lhes: subo a meu Pai e vosso Pai a meu Deus e vosso Deus (Jo 20,17).

Oração do dia
Ó Deus, o vosso filho confiou a Maria Madalena o primeiro anúncio da alegria pascal; dai-nos, por suas preces e a seu exemplo, anunciar também que Cristo vive e contemplá-lo na glória de seu reino. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Cântico 3,1-4)
Leitura do livro do Cântico dos Cânticos.

3 1 "Durante as noites, no meu leito, busquei aquele que meu coração ama; procurei-o, sem o encontrar.
2 Vou levantar-me e percorrer a cidade, as ruas e as praças, em busca daquele que meu coração ama; procurei-o, sem o encontrar.
3 Os guardas encontraram-me quando faziam sua ronda na cidade. ‘Vistes acaso aquele que meu coração ama?’
4 Mal passara por eles, encontrei aquele que meu coração ama. Segurei-o, e não o largarei antes que o tenha introduzido na casa de minha mãe, no quarto daquela que me concebeu".
- Palavra do Senhor!
- Graças a Deus.

Salmo Responsorial 62/63

A minha alma tem sede de vós, Senhor!

Sois vós, ó Senhor, o meu Deus!
Desde a aurora ansioso vos busco!
A minha alma tem sede de vós,
minha carne também vos deseja
como terra sedenta e sem água!

Venho, assim, contemplar-vos no templo
para ver vossa glória e poder.
vosso amor vale mais do que a vida,
e por isso meus lábios vos louvam.

Quero, pois, vos louvar pela vida
e elevar para vós minhas mãos!
A minha alma será saciada
como em grande banquete de festa;
cantará a alegria em meus lábios
ao cantar para vós meu louvor!

Para mim fostes sempre um socorro;
de vossas asas à sombra eu exulto!
Minha alma se agarra em vós;
com poder vossa mão me sustenta.

Aclamação do Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
Responde-nos, ó Maria, no teu caminho o que havia? Vi Cristo ressuscitado, o túmulo abandonado!


Evangelho (João 20,1-2.11-18)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

20 1 No primeiro dia que se seguia ao sábado, Maria Madalena foi ao sepulcro, de manhã cedo, quando ainda estava escuro. Viu a pedra removida do sepulcro.
2 Correu e foi dizer a Simão Pedro e ao outro discípulo a quem Jesus amava: "Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram!"
11 Entretanto, Maria se conservava do lado de fora perto do sepulcro e chorava. Chorando, inclinou-se para olhar dentro do sepulcro.
12 Viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde estivera o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés.
13 Eles lhe perguntaram: "Mulher, por que choras?" Ela respondeu: "Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram".
14 Ditas estas palavras, voltou-se para trás e viu Jesus em pé, mas não o reconheceu.
15 Perguntou-lhe Jesus: "Mulher, por que choras? Quem procuras?" Supondo ela que fosse o jardineiro, respondeu: "Senhor, se tu o tiraste, dize-me onde o puseste e eu o irei buscar".
16 Disse-lhe Jesus: "Maria!" Voltando-se ela, exclamou em hebraico: "Rabôni!" (que quer dizer Mestre).
17 Disse-lhe Jesus: "Não me retenhas, porque ainda não subi a meu Pai, mas vai a meus irmãos e dize-lhes: ‘Subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus’".
18 Maria Madalena correu para anunciar aos discípulos que ela tinha visto o Senhor e contou o que ele lhe tinha falado.
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Recebei, ó Pai, as oferendas que vos apresentamos na festa de santa Maria Madalena, cuja demonstração de amor vosso Filho acolheu com misericordiosa bondade. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
O amor de Cristo nos impele, para que os que vivem já não vivam para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou (2Cor 5,14s).

Depois da Comunhão
Ó Deus, a comunhão nos vossos mistérios infunda em nós aquele amor perseverantes que levou Maria Madalena a jamais separar-se do Mestre. Que vive e reina para sempre.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Maria Madalena
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Hoje nos encontramos com Maria Madalena, uma mulher apaixonada por Jesus, uma paixão até hoje incompreendida e mal falada por alguns "iluminados", que não conseguem vislumbrar algo além da carne. Jesus é o Grande Amor, não só de Madalena, mas de todos os que Nele creem, e que só podem experimentá-lo a partir do amor que fascina e deslumbra.

Parece que João, Evangelista, neste evangelho apresenta-nos um resumo da Vida de Madalena, tendo como enredo a sua experiência com Jesus. Em Jesus tivera início a Nova Criação, era o primeiro dia da Semana, Madalena VIU a pedra removida do sepulcro, ainda estava escuro, era o início da sua Vida de Fé, ainda não consegue experimentar aquilo que transcende e prevalece a Lógica humana "Tiraram o corpo do meu Senhor", vai dizer aos apóstolos.

Inclinar-se para olhar dentro do sepulcro é atitude de quem está à procura de algo mais, VE dois anjos, "Levaram o meu Senhor!" Com a Fé um pouco mais amadurecida ela consegue ver além, entretanto ainda pensa dentro da lógica humana. Depois disso ela se volta e vê Jesus, mas não o reconheceu, de fato, Jesus se deu a conhecer enquanto Palavra a ponto do próprio João chamá-lo de Verbo Encarnado, é a Palavra Poderosa de Deus que irá criar o mundo "FAÇA-SE", quando Jesus a chama pelo nome "Maria", então ela o reconhece, é precisamente a Palavra que nos comunica o dom da Fé, é a Palavra que cria e nos recria, nos renova e restaura.

"Mestre" vai exclamar Madalena. Quem o reconheceu quer experimentá-lo, tocar o outro, achegar-se mais ao outro, abraçar, pegar na mão. Madalena pensa ser esse o modo de experimentar Jesus em sua vida agora iluminada pela Fé.

As comunidades Joaninas dos anos 70 – 80 estavam desejosas de saber melhor quem era Jesus, e desejavam, como Madalena, tocá-lo, vê-lo, enxergá-lo. Retê-lo como um Bem particular, porém, não é mais esse o modo de se fazer a experiência de Jesus em nossa vida e em nossas comunidades.

Em seu estado glorioso, há uma presença real do Senhor, porém mística, que não se alcança com nossos sentidos, como cantamos no "Tão Sublime Sacramento". Madalena representa toda uma comunidade que por aquele tempo, quando tudo parecia ainda obscuro, soube vislumbrar essa nova presença de Jesus junto aos seus. Continuou uma eterna enamorada de Jesus, até o dia em que, na visão Beatífica, pode contemplá-lo plenificando o amor que alimentou nessa vida.

Inspirados por Santa Maria Madalena, que possamos também fazer essa bela experiência, reconhecendo o Senhor a partir da sua Santa Palavra, percebendo-o na vida dos irmãos e irmãs, que conosco caminham na comunidade.

2. Uma profunda e verdadeira conversão
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2016’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Maria Madalena foi ao túmulo, viu que a pedra da entrada tinha sido retirada, ficou chorando do lado de fora. Olhando para dentro do túmulo viu dois anjos. Por que choras? – lhe perguntam os anjos. De novo a pergunta: Por que choras? Ela se volta, vê Jesus e não o reconhece. Outra pergunta: O que procuras? Chora porque Jesus morreu, chora porque o corpo não está mais lá, chora de saudade e de tristeza. Mas o que procura? O choro é correto, a procura é errada. Não procure um cadáver porque não vai encontrá-lo. Ao ouvir o seu nome “Maria!” ela sabe que é ele, que a conhece, e se prostra e o segura. Dirá depois, como apóstola dos apóstolos, “Eu vi o Senhor”. Exilada com outros cristãos, viveu e morreu na gruta de Sainte Baume na França.

3. O SEPULCRO VAZIO
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://www.domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php).

Os discípulos começaram a se dar conta da ressurreição do Senhor, ao se depararem com o sepulcro vazio. Maria Madalena, alarmada, pensou que o corpo de Jesus tivesse sido retirado, à surdina, e colocado num outro lugar. Pedro, tendo acorrido para se inteirar dos fatos, apenas constatou onde estavam o lençol e os demais panos com que Jesus havia sido envolvido. O discípulo amado, este sim, começou a perceber que algo de muito extraordinário havia acontecido. Por isso, foi capaz de passar da constatação do sepulcro vazio à fé: "Ele viu e acreditou".

O sepulcro vazio, por si só, não podia servir de prova para a ressurreição do Senhor. Seria sempre possível acusar os cristãos de fraude. Poderiam ter dado sumiço ao cadáver de Jesus, e sair dizendo que ele ressuscitara. Era preciso ir além e descobrir, de fato, onde estava o corpo do Mestre.

O discípulo amado, de imediato, cultivou a esperança de encontrar-se com o Senhor. Sua fé consistiu na certeza de que o Mestre estava vivo, não no sepulcro, porque ali não era o seu lugar. Senhor da vida, não poderia ter sido derrotado pela morte. Filho amado do Pai, as forças do mal não poderiam prevalecer sobre ele. Embora sem ter chegado ao pleno conhecimento do fato, a fé na ressurreição despontava no coração do discípulo amado.

Oração
Espírito de ressurreição, como o discípulo amado, creio que o Crucificado venceu a morte e as forças do mal.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia do Sábado — 23.07.2016

Terço do Rosário: Mistérios Gozosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Gozosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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SANTA BRÍGIDA

Brígida nasceu princesa, em 1303, na Suécia. Descendia de uma casa real muito piedosa, que se dedicava a construir mosteiros, igrejas e hospitais com a própria fortuna. Além de manter muitas obras de caridade para a população pobre, Brígida, desde a infância, tinha o dom das revelações divinas.

Aos dezoito anos, ela se casou com o nobre cristão e muito piedoso. O casal teve oito filhos, dentre os quais, a filha venerada como Santa Catarina da Suécia. Era com rigor que eles cuidavam da educação religiosa e acadêmica dos filhos, sempre no caminho para a santificação em Cristo. Freqüentava sempre as cortes luxuosas, mas não se corrompeu neste ambiente de riquezas.

Acometido por uma doença, o marido de Brígida ingressou no mosteiro de Alvastra, onde vivia um dos seus filhos e lá morreu, em 1344.

Viúva, Brígida decidiu se retirar definitivamente para a vida monástica para realizar um velho projeto de fundação de uma ordem religiosa. No mosteiro viveu por vinte e quatro anos, trabalhando pela reforma dos costumes. Com o apoio do rei da Suécia, construiu e instaurou setenta e oito mosteiros por toda a Europa.

Ela morreu em 23 de julho de 1373, durante uma romaria à Terra Santa.

REFLEXÃO: Santa Brígida tinha uma personalidade carismática, pacífica e mística. Exemplo de mulher preocupada com os mais abandonados, Brígida não mediu esforços para construir infra estruturas de abrigo para os sofredores, usando para isso sua própria fortuna. Mesmo sendo uma princesa ela soube comportar-se como uma verdadeira serva de Deus e nunca apegou-se a sua condição de nobre. Que os cristãos mais abastados saibam oferecer aos mais pobres auxílio concreto na hora do desespero e da dor.

ORAÇÃO: Bendito sejais, ó Deus, que concedestes a Santa Brígida a graça da firmeza da fé e das grandes iniciativas apostólicas. Dai-me ser sempre diligente e pronto para as grandes tarefas de apostolado e testemunho. Por Cristo Jesus, amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/


XVI SEMANA DO TEMPO COMUM
( Verde – Ofício do Dia )

Antífona de Entrada
É Deus quem me ajuda, é o Senhor quem defende a minha vida. Senhor, de todo o coração hei de vos oferecer o sacrifício e dar graças ao vosso nome, porque sois bom (Sl 53,6.8).

Oração do dia
Ó Deus, sede generoso para com os vossos filhos e filhas e multiplicai em nós os dons da vossa graça, para que, repletos de fé, esperança e caridade, guardemos fielmente os vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Jeremias 7,1-11)
Leitura do livro do profeta Jeremias.

7 1 A palavra do Senhor foi nestes termos dirigida a Jeremias:
2 Vai à porta do templo do Senhor; lá pronunciarás este discurso: escutai a palavra do Senhor, vós todos, povos de Judá, que entrais por estas portas para vos prosternar diante dele.
3 Eis o que diz o Senhor dos exércitos, o Deus de Israel: reformai vosso procedimento e a maneira de agir, e eu vos deixarei morar neste lugar.
4 Não vos fieis em palavras enganadoras, semelhantes a estas: Templo do Senhor, templo do Senhor, aqui está o templo do Senhor.
5 Se reformardes vossos costumes e modos de proceder, se verdadeiramente praticardes a justiça;
6 se não oprimirdes o estrangeiro, o órfão, a viúva; se não espalhardes neste lugar o sangue inocente e não correrdes, para vossa desgraça, atrás dos deuses alheios,
7 então permitirei que permaneçais neste lugar, nesta terra que dei a vossos pais por todos os séculos.
8 Vós, contudo, vos fiais em fórmulas enganadoras que de nada vos servirão.
9 Roubais, matais, cometeis adultérios, prestais juramentos falsos; ofereceis incenso a Baal e procurais deuses que vos são desconhecidos;
10 E depois, vindes apresentar-vos diante de mim, nesta casa em que foi invocado meu nome, e exclamais: Estamos salvos! - para, em seguida, recomeçar a cometer todas essas abominações.
11 É, por acaso, a vossos olhos uma caverna de bandidos esta casa em que meu nome foi invocado? Também eu o vejo - oráculo do Senhor.
- Palavra do Senhor!
- Graças a Deus.

Salmo Responsorial 83/84

Quão amável, ó Senhor, é vossa casa!

Minha alma desfalece de saudades
e anseia pelos átrios do Senhor!
Meu coração e minha carne rejubilam
e exultam de alegria no Deus vivo!

Mesmo o pardal encontra abrigo em vossa casa,
e a andorinha ali prepara o seu ninho,
para nele seus filhotes colocar:
vossos altares, ó Senhor Deus do universo!
Vossos altares, ó meu rei e meu Senhor!

Felizes os que habitam vossa casa;
para sempre haverão de vos louvar!
Felizes os que em vós têm sua força,
caminharão com um ardor sempre crescente.

Na verdade, um só dia em vosso templo
vale mais do que milhares fora dele!
Prefiro estar no limiar de vossa casa
a hospedar-me na mansão dos pecadores!

Aclamação do Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
Acolhei docilmente a palavra semeada em vós, meus irmãos; ela pode salvar vossas vidas! (Tg 1,21)


Evangelho (Mateus 13,24-30)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

13 24 Jesus propôs outra parábola: “O Reino dos céus é semelhante a um homem que tinha semeado boa semente em seu campo.
25 Na hora, porém, em que os homens repousavam, veio o seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e partiu.
26 O trigo cresceu e deu fruto, mas apareceu também o joio.
27 Os servidores do pai de família vieram e disseram-lhe: “Senhor, não semeaste bom trigo em teu campo? Donde vem, pois, o joio?"
28 Disse-lhes ele: "Foi um inimigo que fez isto!" Replicaram-lhe: "Queres que vamos e o arranquemos?"
29 "Não", disse ele; "arrancando o joio, arriscais a tirar também o trigo.
30 Deixai-os crescer juntos até a colheita. No tempo da colheita, direi aos ceifadores: arrancai primeiro o joio e atai-o em feixes para o queimar. Recolhei depois o trigo no meu celeiro".
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Ó Deus, que no sacrifício da cruz, único e perfeito, levastes á plenitude os sacrifícios da antiga aliança, santificai, como o de Abel, o nosso sacrifício, para que os dons que cada um trouxe em vossa honra possam servir para a salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
O Senhor bom e clemente nos deixou a lembrança de suas grandes maravilhas. Ele dá o alimento aos que o temem (Sl 110,4s).

Depois da Comunhão
Ó Deus, permanecei junto ao povo que iniciastes nos sacramentos do vosso reino, para que, despojando-nos do velho homem, passemos a uma vida nova. Por Cristo, nosso Senhor.


MEMÓRIA FACULTATIVA SANTA BRÍGIDA
( Branco – Ofício da Memória )

Oração do Dia
Senhor nosso Deus, que revelastes a santa Brígida os mistérios celestes quando meditava a paixão do vosso filho, concedei-nos exultar de alegria na revelação da vossa glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Sobre as Oferendas
Concedei, ó Deus, que este sacrifício em comemoração de santa Brígida nos alcance o vosso perdão e a salvação que esperamos. Por Cristo, nosso Senhor.

Depois da Comunhão
Deus todo-poderoso, a força divina deste sacramento nos ilumine e afervore nesta festividade de santa Brígida para que, animados sempre de santos propósitos, multipliquemos as boas obras. Por Cristo, nosso Senhor.

Santo do Dia / Comemoração (SANTA BRÍGIDA)

Brígida, ou Brigite, nasceu princesa, em 1303, no castelo de Finstad, na Suécia. Descendia de uma casa real muito pia, que forneceu à Igreja muitos santos e que se dedicava a construir mosteiros, igrejas e hospitais com a própria fortuna. Além de manter muitas obras de caridade para a população pobre, Brígida, desde a infância, tinha o dom das revelações divinas, todas anotadas por ela no seu idioma sueco. Depois, as descrições foram traduzidas para o latim e somaram oito grandes volumes, que ainda hoje são fonte de consulta para historiadores, teólogos e fiéis cristãos. Aos dezoito anos, ela se casou com o nobre chamado Ulf Gudmarsson, um homem cristão e muito piedoso. O casal teve oito filhos, dentre os quais a filha venerada como santa Catarina da Suécia. Era com rigor que eles cuidavam da educação religiosa e acadêmica dos filhos, sempre no caminho para a santificação em Cristo. Durante um longo período, Brígida foi dama de companhia da rainha Bianca, de Namur, por isso freqüentava sempre as cortes luxuosas. Mas não se corrompeu neste ambiente de riquezas frívolas, ao contrário, manteve-se fiel aos ensinamentos cristãos, perseverando seu espírito na dignidade e na caridade da fé. Após a morte de um dos seus filhos, o casal resolveu fazer uma peregrinação ao santuário de Santiago de Compostela, na Espanha. No retorno, Ulf caiu gravemente enfermo, e nessa ocasião Brígida, em sonho, teve uma revelação de são Dionísio, que lhe disse que o marido não morreria. De fato ele ficou curado, mas logo em seguida ingressou no mosteiro de Alvastra, onde vivia um dos seus filhos, e lá morreu, em 1344. Viúva, Brígida decidiu retirar-se definitivamente para a vida monástica, para realizar um velho projeto, a fundação de um mosteiro duplo, de homens e mulheres, que deu origem à Ordem do Santo Salvador, sob as Regras de são Agostinho, passando, então, a viver nele. Quando obteve aprovação canônica, a fundadora transferiu-se para Roma. Ali viveu por vinte e quatro anos, trabalhando pela reforma dos costumes e a volta do papa de Avignon. Com o apoio do rei da Suécia, construiu e instaurou setenta e oito mosteiros por toda a Europa. Ela morreu em 23 de julho de 1373, durante uma romaria à Terra Santa. Desde então, a Ordem fundada por ela passou a ser dirigida por sua filha, Catarina da Suécia, alcançando notoriedade pelos anos futuros. Canonizada em 1391, apenas dezoito anos após sua morte, santa Brígida já tinha um culto muito vigoroso em todo o mundo cristão da Europa, sendo celebrada no dia de sua morte. O local onde residia em Roma foi transformado em um belíssima igreja dedicada a ela, na praça Farnese.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Quem é e onde está o Joio?
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Diante desta parábola, nossa primeira reação é dar uma boa olhada em redor de nós, na comunidade e na família, para ver quem é Joio que vai ser queimado, e quem é o Trigo bom que vai ser recolhido definitivamente nos celeiros da Casa do Pai. Mas em um primeiro momento é bom termos consciência de que esse Joio e esse Trigo estão primeiramente em nossa vida, bem dentro do nosso coração, pois trigo e joio são duas possibilidades de se viver, e quem decide somos nós, através do discernimento que o Espírito nos deu e assim será em todo o tempo da nossa vida terrena, todo dia teremos de fazer essa escolha, se vamos cultivar o trigo ou o joio...

Já sabemos em Jesus Cristo que um dia só irá sobrar o trigo bom, o Bem Supremo do Reino em plenitude, pois as Forças do Mal serão todas destruídas e sabendo disso, temos de usar bem esse discernimento para não deixar que o joio do mal se transforme em um matagal e sufoque o trigo em nosso coração. Lembrando que, o cultivo do trigo requer de todos nós empenho e esforço, já que o joio, ou a tiririca, cresce em qualquer lugar, sem que seja preciso nenhum cuidado, basta um descuido e lá está o matinho que não serve para nada senão para ser queimado.

Então primeiro a parábola nos força a olharmos para nós mesmos, somente depois para a Vida dos nossos irmãos na família, na comunidade, na pastoral, no grupo ou na equipe, onde nossos olhos bem atentos conseguem ver longe e já sabe quem é joio e quem é trigo. E o primeiro impulso é aquele demonstrado pelos servidores do pai de Família “Senhor, quereis que arranquemos o joio?”

Criança que na catequese não aprende nada, é melhor afastá-la, antes que contamine as outras, na escola é a mesma coisa, na comunidade também, nos grupos pastorais e equipes de serviço, quem de nós vai atrás do irmão que é Joio? Quase ninguém, pois pensamos que é melhor não gastar vela com mal defunto. Sonhamos e queremos uma comunidade feita só do Trigo bom e para isso é preciso arrancar sem piedade o Joio que infestam nossas comunidades, pastorais e movimentos.

É aí que aparece aquilo que Deus tem de mais grandioso e maravilhoso: sua infinita misericórdia e paciência com o Ser humano! Deus jamais arranca o Joio, pois sempre cultiva a esperança de que o joio se transforme em trigo bom e assim, acredita no homem até o derradeiro instante de sua vida, e realmente a sua graça tem o poder de penetrar no mais íntimo do ser humano para transformá-lo de Joio em trigo.

De Deus esperamos a misericórdia sempre que escolhemos mal e deixamos o joio crescer em nosso coração, e a sua misericórdia não nos falta, então tudo o que temos a fazer é retribuir a Deus, olhando com a sua misericórdia todo Joio que encontrarmos nesta vida. Não o arranquemos nem o cultivemos, mas confiemos que trigo bom da Graça de Deus o transforme... Nisso consiste a Salvação que Jesus nos trouxe...

2. Comentário Paulinas
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2016’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

O joio é muito parecido com o trigo. Sua farinha, misturada com a boa farinha de trigo, causa mal-estar estomacal e provoca enjoo. A parábola fala de uma terra boa e de boa semente, tudo bom para uma boa colheita, mas com um resultado surpreendente. Ao se formarem as espigas, o joio aparece com o trigo. O que aconteceu? Foi um inimigo, responde o proprietário. E o que fazer? Primeiro, rever o que nós fizemos ou não fizemos. Peca-se por ação e por omissão. O inimigo semeou o joio enquanto todos dormiam. Dormimos e as coisas acontecem. Dormimos e o mal se espalha. Empenho e vigilância se fazem necessários, sobretudo quando a sementeira é recente. E agora, já que está, deixa ficar. Que cresçam juntos e na colheita se separem. Enquanto não chega a colheita, que é o fim dos tempos, temos que aprender a conviver com amor e atenção redobrada. Retirem da escola cinco alunos que podem influenciar quinhentos, que não podem influenciar cinco.

3. O TEMPO DA MISERICÓRDIA
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://www.domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php).

A parábola do joio e do trigo oferece uma chave de compreensão da história humana. Para os que desejam um mundo expurgado de toda maldade, onde impere a justiça e o amor seja o parâmetro das relações interpessoais, o Evangelho ensina que deverão conformar-se com a coexistência de bons e malvados, puros e pecadores, justos e injustos. Ademais, até no coração dos bons, dos puros e dos justos existem elementos de maldade, de pecado e de injustiça. E, na direção inversa, no coração dos malvados, dos pecadores e dos injustos, sem dúvida existem elementos de bondade, de pureza e de justiça. A coexistência destes dois tipos de elementos é inevitável. É a ambigüidade da história e da realidade humana!

O discípulo do Reino deve convencer-se que a História é o tempo da misericórdia. Tempo de acolher os pecadores e de propor-lhes o caminho da conversão. Assim agiu Jesus! Para escândalo de seus adversários, seu ministério consistiu em solidarizar-se com os que viviam longe do Reino, a fim de atrai-los para Deus. Recusou-se, peremptoriamente, a assumir a postura de juiz, como queriam os que já se tinham na conta de salvos. Contra estes, sim, foi implacável.

O discípulo do Reino imita a benevolência e a misericórdia do Mestre. Longe de pretender fazer-se juiz dos pecadores, esforça-se por fazê-los voltar para Deus.

Oração
Pai, enche de misericórdia o meu coração para que, como Jesus, eu me solidarize com os pecadores, e procure atraí-los para ti.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia do Domingo — 24.07.2016

Terço do Rosário: Mistérios Gloriosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Gloriosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

NOTAS IMPORTANTES

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Nota_01: Para complementar os estudos da Liturgia dos Domingos - visite as páginas Homilias_e_Sermões e Roteiro_Homilético - pois elas contém um estudo detalhado das Leituras do Domingo, posicionando-as no tempo, indicando as origens das palavras e das idéias implícitas nos textos bíblicos. Ideal para Catequistas, Ministros da Palavra, Líderes de Grupo de Estudo Bíblico e Leigos interessados em conhecer, estudar e praticar a Palavra de Deus.
Nota_02: Publicamos aqui na página do Evangelho do NPDBRASIL a Liturgia Diária e Dominical resumida. Você pode baixar os folhetos completos da Missa de Domingo de duas fontes diferentes: PULSANDINHO da Arquidiocese de Apucarana - PR e O POVO DE DEUS da Arquidiocese de São Paulo - SP, conforme está indicado na Seção Download de Folhetos Dominicais - no início e no final desta página.


SANTA CRISTINA

Cristina nasceu na Toscana (Itália), perto do lago de Bolsena, no ano 288 d.C., e com apenas 12 anos morreu mártir, no ano 300 d.C. Era filha de Urbano, oficial do exército em Tir, na Etrúria, parte da Toscana. Urbano era rude de sentimentos e inimigo dos cristãos. Em sua própria casa, muitas vezes os cristãos eram submetidos a interrogatórios humilhantes. Diante de tais cenas, Cristina se perguntava qual o motivo da serenidade e alegria dos cristãos, que ela já começava a admirar e venerar.

A resposta lhe veio por uma escrava cristã, que a preparou para o Batismo. Urbano desconfiava que a filha se interessasse pela comunidade cristã. Deu-lhe ordem de prestar culto a ídolos, queimando incenso. A menina negou-se a isso. Interrogada pelo pai, Cristina respondeu: "Tolo é vosso medo, tola a vossa advertência; diante de um deus cego aos sofrimentos do povo, surdo ao clamor dos fracos, eu não peço favores e não acendo uma vela. Ao Deus vivo, ao Senhor do céu e da terra que nos enviou seu Filho Jesus, a este, sim, apresento sacrifícios de verdade e amor".

A severidade do pai aumentou, mas Cristina respondia a isso participando da celebração da Eucaristia e de outras reuniões dos cristãos, visitando os encarcerados, dando esmola aos pobres. Sua coragem e caridade fizeram-na vender as imagens dos ídolos para adquirir bens em favor dos pobres. O pai ficou furioso. Por isso, Cristina foi chicoteada. Aos que lhe pediam que cedesse à vontade do pai, respondia: "Deixar a vida não me custa; abandonar minha fé, isto nunca".

Urbano prosseguiu na tortura: a filha, amarrada, foi lançada ao fogo. Conta a história que um anjo defendeu-a e as chamas não lhe queimaram. Ainda irado contra a filha, ordenou prendê-la. Então, mandou amarrar uma pedra de moinho em seu pescoço e lançá-la ao lago. Conta-se que após lançada às águas, a pedra de moinho veio à tona, não permitindo, assim, que Cristina se afogasse. A exaltação de Urbano foi tão grande que morreu de colapso.

Dio, sucessor de Urbano, também nada conseguiu de Cristina e, por isso, ordenou que fosse queimada viva. Segundo a história, o fogo não queimou a menina. Posta entre cobras, nenhuma a feriu. E tendo sua língua cortada, mesmo assim cantou os louvores do Senhor Jesus Cristo. Então, o juiz, enraivecido com os triunfos da jovem, ordenou sua morte a flechadas. Com isso foi-lhe tirada a vida terrena e ela entrou na glória eterna.

Deus escolhe o que é fraco para confundir os fortes. Na fraqueza física desta adolescente, Ele mostrou a força da perseverança na fé, que deve animar cada cristão.

O testemunho de Cristina: "Foi fiel a seu Deus, apesar de inúmeros e imensos obstáculos que teve de enfrentar em sua tenra idade".

Fonte: Martyrologium Romanum, publicado no Brasil em 20/12/1898

ORAÇÃO: Sede para todos nós, ó Deus Altíssimo, exemplo de fidelidade e de espírito resoluto para que possamos imitar a vida de Santa Cristina, que sofreu e morreu professando a fé católica. Dai-nos, por sua intercessão, a Graça que ousamos pedir. Por Cristo Senhor Nosso, amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/


24.07.2016
17º Domingo do Tempo Comum — ANO C
( Verde, Glória, Creio – I Semana do Saltério )
__ Senhor, ensina-nos a rezar. __

EVANGELHO DOMINICAL EM DESTAQUE

APRESENTAÇÃO ESPECIAL DA LITURGIA DESTE DOMINGO
FEITA PELA NOSSA IRMÃ MARINEVES JESUS DE LIMA
VÍDEO NO YOUTUBE
APRESENTAÇÃO POWERPOINT

Clique aqui para ver ou baixar o PPS.

(antes de clicar - desligue o som desta página clicando no player acima do menu à direita)

NOTA ESPECIAL: VEJA NO FINAL DA LITURGIA OS COMENTÁRIOS DO EVANGELHO COM SUGESTÕES PARA A HOMILIA DESTE DOMINGO. VEJA TAMBÉM NAS PÁGINAS "HOMILIAS E SERMÕES" E "ROTEIRO HOMILÉTICO" OUTRAS SUGESTÕES DE HOMILIAS E COMENTÁRIO EXEGÉTICO COM ESTUDOS COMPLETOS DA LITURGIA DESTE DOMINGO.

CLIQUE AQUI PARA VER O ROTEIRO HOMILÉTICO DESTE DOMINGO

Ambientação:

Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs!

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: Celebrando a Eucaristia, memória da Páscoa de Jesus e nossa, descobrimos a face de Deus, nosso Pai, que sempre se mostra favorável quando o invocamos em nossas necessidades. A fé alimenta a oração e a oração alimenta a fé e o testemunho evangelizador, sobretudo quando se vive dentro de um contexto social corrompido pela maldade. Nossa realidade social afasta-se, cada vez mais, do bem e da bondade. Por isso, a fé e a evangelização devem sempre se alimentar da oração. Hoje, somos chamados a celebrar o Mistério Pascal de Jesus rezando para que sejamos livres do mal e para que a bondade divina se faça presente em nosso meio.

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Irmãos e irmãs, aqui nos encontramos para celebrar o Mistério da Morte e Ressurreição do Senhor. Por esta Eucaristia, o Senhor, Esposo da Igreja, renova sua aliança de amor conosco e nós com Ele. Vimos para dialogar com Ele, ouvir sua Palavra e responder a ela; viemos também para receber seu Corpo e Sangue e assim entrar em comunhão mais profunda com Ele. Recordemos hoje, especialmente, os jovens que se preparam para iniciar a Jornada Mundial da Juventude, na Polônia.

INTRODUÇÃO DO WEBMASTER: Em sua definição mais universal e partilhada por todas as religiões, a oração é um diálogo com Deus. Mas, pôr-se em diálogo com Deus pode ser um desafio para o homem. Na oração, o homem pode desfigurar-se a sí mesmo e a Deus. Pode reduzir Deus a um bem de consumo, a uma solução fácil para suas próprias insuficiências e preguiça. E pode reduzir-se a sí mesmo a um ser que lança sobre outro suas próprias responsabilidades.

Sintamos o júbilo real de Deus em nossos corações e cheios dessa alegria divina entoemos alegres cânticos ao Senhor!


ATENÇÃO: Se desejar, você pode baixar o folheto desta missa em:

Folheto PULSANDINHO (Diocese de Apucarana-PR):
http://diocesedeapucarana.com.br/portal/userfiles/pulsandinho/24-de-julho---Decimo-setimo-domingo-do-tempo-comum-2016.pdf


Folheto "O POVO DE DEUS" (Arquidiocese de São Paulo):
http://www.arquisp.org.br/sites/default/files/folheto_povo_deus/44_17o_dtc_final.pdf


Antífona de Entrada
Deus habita em seu templo santo, reúne seus filhos em sua casa; é ele que dá força e poder a seu povo (Sl 67,6s.36)

Oração do dia
Ó Deus, sois o amparo dos que em vós esperam e, sem vosso auxílio, ninguém é forte, ninguém é santo; redobrai de amor para conosco, para que, conduzidos por vós, usemos de tal modo os bens que passam, que possamos abraçar os que não passam. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Comentário das Leituras: Abraão é exemplo de quem reza com insistência a Deus em favor do povo; o salmista é um orante encantado pelo bem que Deus faz a quem reza; e Jesus nos ensina a rezar diariamente, chamando Deus de Pai. Nós, que desde o batismo somos participantes da vida divina, cremos que o Pai atende nossos pedidos e nos dá o seu Espírito Santo. O Senhor quer dialogar conosco. Fiquemos atentos ao que Ele nos diz e esforcemo-nos por responder a esta palavra com a nossa vida.

Primeira Leitura (Gênesis 18,20-32)
Leitura do livro do Gênesis.

18 20 O Senhor ajuntou: “É imenso o clamor que se eleva de Sodoma e Gomorra, e o seu pecado é muito grande.
21 Eu vou descer para ver se as suas obras correspondem realmente ao clamor que chega até mim; se assim não for, eu o saberei.”
22 Os homens partiram, pois, na direção de Sodoma, enquanto Abraão ficou em presença do Senhor.
23 Abraão aproximou-se e disse: “Fareis o justo perecer com o ímpio?
24 Talvez haja cinqüenta justos na cidade: fá-los-eis perecer? Não perdoaríeis antes a cidade, em atenção aos cinqüenta justos que nela se poderiam encontrar?
25 Não, vós não poderíeis agir assim, matando o justo com o ímpio, e tratando o justo como ímpio! Longe de vós tal pensamento! Não exerceria o juiz de toda a terra a justiça?”
26 O Senhor disse: “Se eu encontrar em Sodoma cinqüenta justos, perdoarei a toda a cidade em atenção a eles.”
27 Abraão continuou: “Não leveis a mal, se ainda ouso falar ao meu Senhor, embora seja eu pó e cinza.
28 Se porventura faltarem cinco aos cinqüenta justos, fareis perecer toda a cidade por causa desses cincos?” “Não a destruirei, respondeu o Senhor, se nela eu encontrar quarenta e cinco justos.”
29 Abraão insistiu ainda e disse: “Talvez só haja aí quarenta.” “Não destruirei a cidade por causa desses quarenta.”
30 Abraão disse de novo: “Rogo-vos, Senhor, que não vos irriteis se eu insisto ainda! Talvez só se encontrem trinta!” “Se eu encontrar trinta, disse o Senhor, não o farei.”
31 Abraão continuou: “Desculpai, se ouso ainda falar ao Senhor: pode ser que só se encontre vinte.” “Em atenção aos vinte, não a destruirei.”
32 Abraão replicou: “Que o Senhor não se irrite se falo ainda uma última vez! Que será, se lá forem achados dez?” E Deus respondeu: “Não a destruirei por causa desses dez.”
- Palavra do Senhor!
- Graças a Deus.

Salmo Responsorial 137/138

Naquele dia em que gritei, vós me escutastes, ó Senhor!

Ó Senhor, de coração eu vos dou graças
porque ouvistes as palavras dos meus lábios!
Perante os vossos anjos vou cantar-vos
e ante o vosso templo vou prostrar-me.

Eu agradeço vosso amor, vossa verdade,
porque fizestes muito mais que prometestes;
naquele dia em que gritei, vós me escutastes
e aumentastes o vigor da minha alma.

Altíssimo é o Senhor, mas olha os pobres
e de longe reconhece os orgulhosos.
Se no meio da desgraça eu caminhar,
vós me fazeis tornar à vida novamente;
quando os meus perseguidores me atacarem
e com ira investirem contra mim,
estendereis o vosso braço em meu auxílio
e havereis de me salvar com vossa destra.

Completai em mim a obra começada;
ó Senhor, vossa bondade é para sempre!
Eu vos peço: não deixeis inacabada
esta obra que fizeram vossas mãos!

Segunda Leitura (Colossenses 2,12-14)
Leitura da carta de são Paulo aos Colossenses.

2 12 Sepultados com ele no batismo, com ele também ressuscitastes por vossa fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos.
13 Mortos pelos vossos pecados e pela incircuncisão da vossa carne, chamou-vos novamente à vida em companhia com ele. É ele que nos perdoou todos os pecados,
14 cancelando o documento escrito contra nós, cujas prescrições nos condenavam. Aboliu-o definitivamente, ao encravá-lo na cruz.
- Palavra do Senhor!
- Graças a Deus.

Aclamação do Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
Recebestes o Espírito de adoção; é por ele que clamamos: Aba, Pai! (Rm 8,15)


EVANGELHO (Lucas 11,1-13)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

11 1 Um dia, num certo lugar, estava Jesus a rezar. Terminando a oração, disse-lhe um de seus discípulos: “Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos”.
2 Disse-lhes ele, então: “Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o vosso nome; venha o vosso Reino;
3 dai-nos hoje o pão necessário ao nosso sustento;
4 perdoai-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos àqueles que nos ofenderam; e não nos deixeis cair em tentação”.
5 Em seguida, ele continuou: Se alguém de vós tiver um amigo e for procurá-lo à meia-noite, e lhe disser: “Amigo, empresta-me três pães,
6 pois um amigo meu acaba de chegar à minha casa, de uma viagem, e não tenho nada para lhe oferecer;
7 e se ele responder lá de dentro: ‘Não me incomodes; a porta já está fechada, meus filhos e eu estamos deitados; não posso levantar-me para te dar os pães’;
8 eu vos digo: no caso de não se levantar para lhe dar os pães por ser seu amigo, certamente por causa da sua importunação se levantará e lhe dará quantos pães necessitar.
9 E eu vos digo: pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á.
10 Pois todo aquele que pede, recebe; aquele que procura, acha; e ao que bater, se lhe abrirá.
11 Se um filho pedir um pão, qual o pai entre vós que lhe dará uma pedra? Se ele pedir um peixe, acaso lhe dará uma serpente?
12 Ou se lhe pedir um ovo, dar-lhe-á porventura um escorpião?
13 Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai celestial dará o Espírito Santo aos que lho pedirem”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor!

HOMILIA - CREIO - PRECES
(Ver abaixo ao final desta liturgia 3 sugestões de Homilia para este domingo)

Sobre as Oferendas
Acolhei, ó Pai, os dons que recebemos da vossa bondade e trazemos a este altar. Fazei que estes sagrados mistérios, pela força da vossa graça, nos santifiquem na vida presente e nos conduzam à eterna alegria. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não esqueças nenhum de seus favores! (Sl 102,2)

Depois da Comunhão
Recebemos, ó Deus, este sacramento, memorial permanente da paixão do vosso filho; fazei que o dom da vossa inefável caridade possa servir à nossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

FORMAÇÃO LITÚRGICA

“Creia que o melhor de Deus na sua vida ainda está por vir!”

A oração do Senhor

A expressão tradicional «oração dominical» (isto é, «oração do Senhor ») significa que a prece dirigida ao nosso Pai nos foi ensinada e legada pelo Senhor Jesus. Tal oração, que nos vem de Jesus, é verdadeiramente única: é «do Senhor». Efetivamente, por um lado, nas palavras desta oração o Filho Único dá-nos as palavras que o Pai Lhe deu: Ele é o mestre da nossa oração. Por outro lado, sendo o Verbo encarnado, Ele conhece no seu coração de homem as necessidades dos seus irmãos e irmãs humanos e essas necessidades nos são reveladas: Ele é o modelo da nossa oração.

Mas Jesus não nos deixa uma fórmula para ser repetida mecanicamente. Como em toda a oração vocal, é pela Palavra de Deus que o Espírito Santo ensina os filhos de Deus a orar ao seu Pai. Jesus nos dá, não somente as palavras da nossa oração filial, mas também, ao mesmo tempo, o Espírito pelo qual elas se tornam em nós «espírito e vida» (Jo 6, 63). Mais ainda: a prova e a possibilidade da nossa oração filial é que o Pai «enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho que clama: “Abbá! ó Pai!»» (Gl 4, 6).

Uma vez que a nossa oração traduz os nossos desejos diante do Pai, é ainda «Aquele que sonda os corações », o Pai, que «conhece o desejo do Espírito, porque é de acordo com Deus que o Espírito intercede pelos santos» (Rm 8, 27). A oração ao nosso Pai insere-se na missão misteriosa do Filho e do Espírito.

Catecismo da Igreja Católica,
nn. 2765 - 2766

Qual é a atitude do verdadeiro cristão?

Sejamos nós o coração e os braços de Jesus...
Acessem a página de nosso blog para uma pequena reflexão sobre este assunto:
http://salverainha.blogspot.com.br/2013/07/a-atitude-do-cristao.html

Deus recebe o dízimo que oferecemos a Ele?

Sim, Deus recebe o dízimo através da comunidade. Tudo pertence a Ele. Ele é o dono; nós, os usuários. Ele não precisa de nada para Ele, mas precisa para a Sua comunidade (Igreja). Todo dízimo oferecido à comunidade é dízimo oferecido a Deus. O díizimo é uma parcela de nossos ganhos que doamos voluntariamente e de acordo com nossa vontade e nossa capacidade de doação, em agradecimento pelos dons que Deus coloca em nossas vidas. Deus vai receber este dízimo através das obras que os responsáveis pelas paróquias vão fazer utilizando os recursos recebidos.

Caríssimos, não adianta só rezar para que a Igreja faça seu trabalho e torne a vida das pessoas mais feliz e agradável aos olhos de Deus, é preciso a nossa participação direta e voluntária. A manutenção da Igreja, a conta de luz, água, a alimentação do padre, transporte, sua moradia, suas roupas e necessidades pessoais e outras despesas como limpeza ou reformas da igreja para manter em bom estado a casa onde vamos louvar a Deus dependem única e exclusivamente de nossa bondade... Pense nisso!!!

LEITURAS DA SEMANA DE 25 A 31 DE JULHO DE 2016:
2ª Br - 2Cor 4,7-15; Sl 125; Mt 20,20-25
3ª Vd - Eclo 44,1.10-15; Sl 131; Mt 13,16-17
4ª Br - Jr 15,10.16-21; Sl 58; Mt 13,44-46
5ª Br - Jr 18,1-6; Sl 145; Mt 13,47-53
6ª Vd - 1Jo 4,7-16; Sl 33; Jo 11,19-27 ou L 10,38-42
Sb Vd - Jr 26,11-16.24; Sl 68; Mt 14,1-12
Dom Vd - 18º DTC - Ecl 1, 2; 2, 21-23; Sl 89/90; Cl 3, 1-5.9-11; Lc 12,13-21 (Tesouro no céu)

Link das Partituras dos Cantos para o Mês
http://www.diocesedeapucarana.com.br/cantos.php


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. A Oração do Senhor.
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

A qualidade da nossa oração depende muito da visão e do conceito que temos de Deus e nesse sentido, o “Pai Nosso” introduz algo novo na oração: Deus, cujo nome até então era até proibido de se pronunciar, é agora chamado de PAI porque Jesus tornou possível essa intimidade entre o Homem e Deus ao nos dar o seu espírito que em nós clama ao PAI. A oração ensinada pelo próprio Cristo não evoca a imagem de um Deus distante, ao contrário, esse céu, lugar da morada de Deus, desceu até os homens em Jesus.

Dessa invocação inicial emanam todas as demais e assim, o nome de Deus é santificado quando damos testemunho dessa santidade que se realiza e acontece somente na perfeição do amor, Deus não precisa de nenhum elogio, aplauso ou louvor, mas ele é glorificado precisamente no testemunho autêntico do evangelho de Cristo, e que consiste em ser solidário com quem sofre ter compaixão dos pobres, perdoar quem nos ofende, ser paciente com todos; essas são algumas formas de se santificar e glorificar o santo nome de Deus. Certamente fazemos isso de maneira ritualista em nossas liturgias, mas é preciso que esse louvor não fique só em nossos lábios, mas esteja em nosso coração, que desta forma, batendo no mesmo ritmo do coração misericordioso de Cristo, esteja realmente perto de Deus.

O reino de Deus precisa ser construído, ele não cai do céu, e essa construção requer em nosso dia a dia, muita paciência, mansidão e perseverança, portanto, desejar que esse Reino venha até nós, é em primeiro lugar ter total disponibilidade para acolhê-lo em nossa vida e em nosso coração. Mas há um ponto chave de toda oração, que aqui é realçado pelo Senhor “seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu”. Muitas vezes entendemos como oração poderosa, aquela que consegue convencer Deus, para que ele nos socorra e nos favoreça em tudo o que pedimos, sempre de acordo com nossas conveniências e interesses. A nossa oração fica muito pobre quando se limita a apresentar a Deus o nosso mesquinho projeto humano, pedindo para ele realiza-lo exatamente dessa forma, que nos agrade e satisfaça.

Deus para muitos não passa de um super-herói a quem se recorre quando se chega ao limite. A verdadeira oração é também uma escuta em uma abertura total á vontade Divina á nosso respeito. Neste evangelho Jesus ensina que temos que ser insistentes naquilo que pedimos que o Senhor nos dê o pão de cada dia, a vida e suas múltiplas formas e manifestações, mas que haja em nós esse desejo e disposição de buscá-la, de construí-la, e principalmente de partilhá-la, pois pão que não é partilhado deixa de ser pão.

Que nunca nos falte o perdão do Pai diante das nossas ofensas, mas que o nosso coração deixe de ser tão estreito e se alargue para também saber perdoar, mesmo porque, só experimentaremos a alegria do perdão de Deus, quando o nosso perdão dado de modo incondicional e gratuito, faz Aflorar um sorriso de alegria no rosto de quem antes era nosso inimigo.

Que ele nos livre das tentações, principalmente da mais terrível que é a de querermos colocá-lo ao nosso dispor, para nos servir sempre que solicitado, invertendo a ordem das coisas, porque na verdade nosso Deus já fez isso em Jesus Cristo, que se aniquilou a si mesmo e por nós se entregou, fazendo-se servidor do Pai, agora é a nossa vez de nos abaixarmos para lavar os pés, na entrega generosa no amor ao próximo.

E se formos mesmo insistentes, como nos ensina o senhor, um dia alcançaremos tudo o que pedimos, porque de tanto nos entregarmos a oração, como Jesus fazia, iremos conhecer ainda mais o nosso Deus e á sua Vontade á nosso respeito.

A conclusão final a que se chega com a reflexão deste evangelho, é de que nossas orações não mudam a Deus, mas, com a perseverança e insistência, ela vai transformando o nosso coração e toda nossa vida e assim vamos nos moldando segundo a santa vontade de Deus. Nesse dia podemos afirmar categoricamente que a nossa oração foi atendida.

José da Cruz é Diácono da
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP
E-mail  cruzsm@uol.com.br

2. Comentário Paulinas
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2016’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

A vida cristã acontece nos relacionamentos familiares, profissionais e de vizinhança. Um vizinho pede ajuda, um se preocupa com o outro, procuramos fazer coisas boas para os nossos familiares e nossos amigos. Quando alguém se interessa por nós, nós nos sentimos valorizados e felizes. Assim também é Deus conosco, mas ele não nos dá coisas. Dá muito mais. Ele nos dá o Espírito Santo. O Espírito Santo em nós é a presença ativa do amor dinâmico e construtivo. O Espírito nos torna criativos e inventivos. Quando se ama realmente, procura-se o melhor para a pessoa amada. Assim no relacionamento renovado, próprio do cristão, estamos sempre criando algo novo para que os outros estejam bem. Estamos sempre procurando uma Boa Notícia que alegre o coração do nosso próximo. Nossa fé não pode ser expressa apenas em fórmulas fixas e repetitivas. O Espírito Santo presente em nós aciona a nossa criatividade e a orienta para o bem dos nossos irmãos. Podem ser gestos pequenos, podem ser grandes ações, o importante é estarmos sempre criando situações que favoreçam a alegria e a felicidade de todos. Isto se chama ser prestativo, com a disposição de mediar situações difíceis, interceder para que haja perdão, como fez nosso pai Abraão em favor dos habitantes de Sodoma e Gomorra. Às vezes é preciso ser insistente na oração, tanto em relação a Deus como em relação aos outros. Se temos algum problema e não sabemos como resolvê-lo, podemos insistir junto de Deus, por meio dos santos, nossos intercessores, para que nossa causa seja atendida. A oração com fé remove montanhas e consegue milagres. Deus, porém, nos dá de antemão o Espírito Santo a fim de procurarmos para os nossos problemas as soluções humanas ao nosso alcance. Não peça sem ter feito antes a sua parte, porque você já recebeu o Espírito Santo. Quem é solidário não se cansa.

3. A MISERICÓRDIA DO PAI CELESTE
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://www.domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php).

O traço mais característico do Pai, transmitido nos Evangelhos, é a misericórdia. Por isso, ao ensinar os discípulos a rezar, Jesus revela-lhes o rosto misericordioso do Pai, e os exorta a contar sempre com ele. Um dado fundamental: é preciso ser perseverante, quando se trata de recorrer ao Pai. Só ele conhece o momento oportuno de atender a quem lhe pede ajuda. Contudo, ninguém perde por esperar.

A argumentação de Jesus funda-se na insuperável misericórdia divina. Se nenhum pai humano, por pior que seja, responderia à súplica de um filho, dando-lhe algo nocivo, quanto mais o Pai celeste. Sua bondade infinita responde generosamente a quem lhe suplica. E ninguém fica decepcionado, pois é garantida a sua intervenção em favor de seus filhos.

A oração do Pai-Nosso é o resumo de tudo de que há de bom e que o discípulo pode desejar obter do Pai. Para rezá-lo, o orante deverá despojar-se de suas ambições pessoais e sintonizar-se com a misericórdia divina. Por isso, seu desejo é ver santificado o nome do Pai celeste, e concretizado seu Reino, na história humana. Seus anseios abrem-se para as relações interpessoais e se manifestam na esperança de ver o pão ser partilhado entre todos, os pecados, perdoados, e o ser humano, livre das insídias do Maligno. Só um coração misericordioso, à imitação do Pai, poderá nutrir tais desejos!

Oração
Espírito que despoja do egoísmo, sintoniza-me com a misericórdia do Pai, tirando de mim tudo quanto me fecha nos estreitos limites de minhas ambições pessoais.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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COMO ADQUIRIR O Folheto Dominical - PULSANDINHO:

Folheto Litúrgico Pulsandinho
Semanário litúrgico da Arquidiocese de Apucarana - PR

Folheto Litúrgico preparado especialmente para um acompanhamento eficaz e participativo das missas dominicais e solenidades da Igreja Católica Apostólica Romana.

As assinaturas são feitas para o período do ano litúrgico, a partir do mês de Julho de cada ano. A aquisição deste folheto pode ser feita diretamente na Gráfica Diocesana de Apucarana-PR através dos meios de contato divulgados abaixo.

Contatos

Folheto Litúrgico Pulsandinho
Publicação da Arquidiocese de Apucarana - PR

PULSANDO LITÚRGICO - Diocese de Apucarana - PR
Responsáveis:
Comentários e orações: Pe. Valdecir Ferreira
Cantos: Maestro Adenor Leonardo Terra
Diaconais: Diácono Durvalino Bertasso
Diagramação: José Luiz Mendes
Impressão: Gráfica Diocesana
Sugestões e Informações: (43) 3423-6811 ou (43) 3423-7033
E-mail: pevaldecir@hotmail.com
Página Internet: http://www.diocesedeapucarana.com.br/pulsandinho.php

COMO ADQUIRIR O Folheto Dominical - O POVO DE DEUS:

Folheto Litúrgico Povo de Deus em São Paulo
Semanário litúrgico da Arquidiocese de São Paulo

Este folheto litúrgico tem a missão não apenas de ser um rico subsídio para os cristãos participarem do ápice da sua fé, a santa missa, mas também promover a unidade dos católicos nas celebrações dominicais da Arquidiocese e de outras paróquias que assinam o folheto.

O Povo de Deus em São Paulo também é um rico canal de comunicação dos principais eventos da Igreja Particular de São Paulo, bem como mais um canal de diálogo do arcebispo, cardeal dom Odilo Scherer, com o povo desta grande cidade de São Paulo e de todo o Brasil.

Atualmente são produzidos milhares de folhetos por domingo. As assinaturas são feitas para o período do ano litúrgico, a começar do Advento.

Contato

Folheto Litúrgico POVO DE DEUS EM SÃO PAULO
Publicação da Mitra Arquidiocesana de São Paulo

Endereço: Av. Higienópolis, 890 - São Paulo - SP
CEP: 01238-000
Tel.: (11) 3660-3700

Diretor: Côn. Antônio Aparecido Pereira
Redator: Pe. Valeriano dos Santos Costa
Administração: Maria das Graças (Cássia).
Diagramador: Eduardo Cruz - r. 3718
Assinaturas: Ariane r.3724
Ilustrador: Marco Funchal 5071-3808
E-mail: povodedeus@arquidiocesedesaopaulo.org.br
Site: www.arquidiocesedesaopaulo.org.br
Impressão: Atlântica - 85.000 por celebração
Página Internet: http://www.arquisp.org.br/liturgia/folheto-povo-de-deus


QUE DEUS ABENÇOE A TODOS NÓS!

Oh! meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno,
levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente
as que mais precisarem!Graças e louvores se dê a todo momento:
ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!

Mensagem:
"O Senhor é meu pastor, nada me faltará!"
"O bem mais precioso que temos é o dia de hoje!    Este é o dia que nos fez o Senhor Deus!  Regozijemo-nos e alegremo-nos nele!".

( Salmos )

.
ARTE E CULTURA
RELIGIÃO CATÓLICA
Ajuda à Catequese
EVANGELHO DO DIA
ANO DA EUCARISTIA
AMIGOS NPDBRASIL
COM MEUS BOTÕES
LIÇÕES DE VIDA
Boletim Pe. Pelágio
À Nossa Senhora
Orações Clássicas
Consagrações
O Santo Rosário
Devoção aos Santos
Fundamentos da Fé
A Bíblia Comentada
Os Sacramentos
O Pecado e a Fé
Os Dez Mandamentos
A Oração do Cristão
A Igreja e sua missão
Os Doze Apóstolos
A Missa Comentada
Homilias e Sermões
Roteiro Homilético
Calendário Litúrgico
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Santuário Terço Bizantino
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