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Caríssimos Irmãos e Irmãs Religiosas, Sacerdotes, Diáconos, Catequistas, Agentes de Pastorais, Ministros e Ministras, Leigos e todas as pessoas envolvidas no trabalho de evangelização:

ATENÇÃO: Não guardamos arquivos dessa página. Toda semana ela é substituída e atualizada. Quem desejar arquivar o que está publicado aqui deverá imprimir ou salvar a página em seus arquivos.

Aqui no site NPDBRASIL, normalmente nós utilizamos como fonte de informação o Roteiro Homilético do site PRESBÍTEROS - Um site de referência para o Clero Católico e também o Roteiro Homilético da Editora Paulus, publicado na revista Vid Pastoral, pois queremos ajudar na evangelização de todos. Deus abençoe a todos vocês que nos motivam a superar todas as dificuldades que surgem em nossos caminhos a serviço de Deus Pai Todo Poderoso e Nosso Senhor Jesus Cristo.

Visitem o site PRESBÍTEROS - http://www.presbiteros.com.br, com visual moderno e excelente conteúdo de formação evangelizadora. Toda pessoa envolvida com o serviço de evangelização deve visitar este site com frequência.

 



Revista VIDA PASTORAL: Conheça e utilize esta maravilhosa revista nos trabalhos de evangelização em sua Paróquia ou Pastoral. Você pode ler a revista na versão digital mais abaixo ou a versão on-line pelo link: http://vidapastoral.org.br/ escolhendo os temas que deseja ler ou estudar. Você tem ainda a opção de baixar a revista para seu computador, caso não possa estar conectado o tempo todo. A revista Vida Pastoral contém instruções e orientações extremamente valiosas para o trabalho de evangelização e compreensão da Palavra de Deus!

Veja também mais abaixo como assinar os Periódicos da Paulus: O DOMINGO, O DOMINGO - PALAVRA e outros, além de muitas ofertas de excelentes livros.

Ao visitar o site da Paulus, procure também pelos outros periódicos O DOMINGO - CRIANÇAS, LITURGIA DIÁRIA e LITURGIA DIÁRIA DAS HORAS. Aproveite e leia também os excelentes artigos colocados à sua disposição. Faça do seu momento à frente do computador o seu tempo para enriquecer seus conhecimentos e desenvolver melhor sua espiritualidade. Não permita deixar-se idiotizar pela maioria do conteúdo perverso que se permeia por aí... Lembre-se: Vigiai e Orai!

Uma outra sugestão para que você possa entender melhor os tempos litúrgicos é visitar a página de Liturgia do site da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - http://www.pnslourdes.com.br/liturgia.htm ou se preferir, pode ler ou baixar um documento especial com explicação do Ano Litúrgico, acesse o link: http://www.pnslourdes.com.br/arquivos/ANO_LITURGICO.pdf .

Desejamos a todos uma feliz e santa semana, na Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo!

Dermeval Neves
NPDBRASIL - UMA COMUNIDADE A SERVIÇO DA EVANGELIZAÇÃO


20.07.2014
16º DOMINGO DO TEMPO COMUM — ANO A
( VERDE, GLÓRIA, CREIO – IV SEMANA DO SALTÉRIO )
__ "A paciência de Deus ensina-nos a tolerância" __

EVANGELHO DOMINICAL EM DESTAQUE

APRESENTAÇÃO ESPECIAL DA LITURGIA DESTE DOMINGO
FEITA PELA NOSSA IRMÃ MARINEVES JESUS DE LIMA
VÍDEO NO YOUTUBE
APRESENTAÇÃO POWERPOINT

Clique aqui para ver ou baixar o PPS.

(antes de clicar - desligue o som desta página clicando no player acima do menu à direita)

NOTA ESPECIAL: VEJA NO FINAL DA LITURGIA OS COMENTÁRIOS DO EVANGLEHO COM SUGESTÕES PARA A HOMILIA DESTE DOMINGO. VEJA TAMBÉM NAS PÁGINAS "HOMILIAS E SERMÕES" E "ROTEIRO HOMILÉTICO" OUTRAS SUGESTÕES DE HOMILIAS E COMENTÁRIO EXEGÉTICO COM ESTUDOS COMPLETOS DA LITURGIA DESTE DOMINGO.

Ambientação:

Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs!

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: Todos temos a experiência do bem e do mal e, certamente, todos já praticamos o bem e o mal. Mas, saber viver bem com o bem, apesar do mal, é sem dúvida, sabedoria de vida. Cristo, apesar de ter tirado o pecado do mundo, não dispensou o homem de confrotar-se com o mal. Porém, não se vence o mal destruindo ou prejudicando o bem. A resistência ao mal e a perseverança no bem se chama paciência. A paciência, como veremos, é um dos ensinamentos da parábola de hoje: a do joio e do trigo. Infelizmente, em nome da eficiência, muitos, hoje, sacrificam a paciência, o que os impede de suportar um fardo, isto é, de carregar nos braços uma situação difícil, obscura ou pesada. A falta de paciência impede o homem de resistir às contrariedades, de manter-se fiel à palalvra dada, a compromissos assumidos. O imediatismo, que tanto marca o homem atual, de modo particular, a juventude, não lhe dá a alegria da espera do dia seguinte. Peçamos, nesta celebração, a proteção divina para que nos livre do mal e nos ajude sempre a cultivar a bondade.

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Celebremos nossa fé e nos deixemos moldar pela Palavra de Deus, que nos ensina a viver na ambiguidade do mundo perseverando na fé e na constância do bem.

INTRODUÇÃO DO WEBMASTER: Uma tendência natural dos homens é a de dividir a humanidade em duas grandes categorias: os bons de um lado, os maus de outro. Essa tendência existe também no plano religioso. Invocamos bençãos sobre nós mesmos, sobre nossa família, nossa nação; as maldições caiam sobre os outros, os inimigos, ou seja, aos que se opõem a nós... Jesus inaugura o reino dos "últimos tempos", não como juiz que separa os bons dos maus, mas como pastor universal, vindo antes de tudo para os pecadores. Não exclui ninguém do reino; todos são a ele chamados, todos podem aí entrar, pois nenhum pecado pode cortar irremediavelmente as pontes de comunicação com a força misericordiosa de Deus.

Sentindo em nossos corações a alegria do Amor ao Próximo, cantemos cânticos jubilosos ao Senhor!


A PACIÊNCIA

ATENÇÃO: Se desejar, você pode baixar o folheto desta missa em:

Folheto PULSANDINHO (Diocese de Apucarana-PR): http://www.diocesedeapucarana.com.br/userfiles/pulsandinho/20%20de%20julho%20de%202014%20-%2016%20Tempo%20Comum.pdf

Folheto "O POVO DE DEUS" (Arquidiocese de São Paulo): http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/sites/arquidiocesedesaopaulo.pucsp.br/files/43%2016%C2%BA%20DTC_0.pdf


TEMA
A PACIÊNCIA DE DEUS

Créditos: Utilizamos aqui parte do texto da Revista Pastoral da Editora Paulus (clique aqui para acessar a página da revista no site da Paulus- Autora do Roteiro Homilético da Paulus para o período de Julho/Agosto-2014: Pe. Johan Konings, sj Nascido na Bélgica, reside há muitos anos no Brasil, onde leciona desde 1972. É doutor em Teologia e mestre em Filosofia e em Filologia Bíblica pela Universidade Católica de Lovaina. Atualmente, é professor de Exegese Bíblica na Faje, em Belo Horizonte. Dedica-se principalmente aos seguintes assuntos: Bíblia – Antigo e Novo Testamento (tradução), Evangelhos (especialmente o de João) e hermenêutica bíblica. Entre outras obras, publicou: Descobrir a Bíblia a partir da liturgia; A Palavra se fez livro; Liturgia dominical: mistério de Cristo e formação dos fiéis – anos A-B-C; Ser cristão; Evangelho segundo João: amor e fidelidade; A Bíblia nas suas origens e hoje; Sinopse dos Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas e da “Fonte Q”.

O tema principal das leituras de hoje é a grandeza de Deus. Deus é tão grande, que seu coração tem lugar para todos, também para os pecadores. Ele “contemporiza” até o momento em que eles terão de decidir se aceitam a sua graça, sim ou não. Isso nos ensina também algo sobre o pecado: com o tempo, o pecado se transforma, ou em arrependimento, ou no orgulho “infernal”, cujo fim é o destino dado ao joio de que fala a parábola do evangelho.


O texto abaixo foi extraído do periódico da Editora Paulus - O Domingo.
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O Domingo

É um semanário litúrgico-catequético que tem a missão de colaborar na animação das comunidades cristãs em seus momentos de celebração eucarística. Ele é composto pelas leituras litúrgicas de cada domingo, uma proposta de oração eucarística, cantos próprios e adequados para cada parte da missa.

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A PACIÊNCIA QUE EDIFICA

O papa João XXIII dizia: “A mansidão é a plenitude da força”. Essa frase parece condizer com a primeira parábola do evangelho deste domingo. O reino de Deus se manifesta na comunidade aberta e acolhedora, mas convive com os obstáculos espalhados pelo inimigo. O primeiro impulso da comunidade é eliminar o diferente e adverso, mas é alertada para que saiba coexistir com ele.

Em geral, somos exigentes com os outros, intolerantes com suas falhas e inclinados a justificar com facilidade nossas fraquezas. Até que não nos reconheçamos corresponsáveis pelo mal presente na comunidade e na sociedade, não nos converteremos nem experimentaremos a bondade e a gratuidade de Deus. O mal não está somente fora de nós; nosso coração, com frequência, abriga maldade, injustiça, corrupção, sonegação. Em cada terreno (coração humano) habita um pouco de trigo e um pouco de joio. Rezamos na Oração Eucarística V: “somos povo santo e pecador”. Não podemos, porém, nos resignar e deixar tudo como está. Contribuímos semeando a boa semente.

O projeto de Deus é um campo aberto que acolhe o trigo e o joio, o bem e o mal, os bons e os maus. A sabedoria do evangelho recomenda que a separação seja aguardada até a hora da colheita. O Mestre adverte os que querem antecipar a separação, os que não têm paciência e tolerância, os que querem fazer justiça com as próprias mãos e os que se classificam como bons e rotulam os outros de maus. À paciência de Deus devem corresponder a tolerância, a não violência, a compreensão e o respeito mútuo.

Jesus nos fala do diabo que “semeia o joio” na seara do Senhor, e hoje não é diferente: os inimigos estão infiltrados no meio do povo para tentar ludibriá-lo e desviá-lo dos bons propósitos. Em toda sociedade e em todas as organizações, encontramos os adversários do reino de Deus. São aqueles que, por exemplo, agem contra os projetos de promoção humana e as políticas públicas em favor dos mais pobres. É a luta constante entre o projeto de Deus e os projetos contrários ao seu reino.

Pe. Nilo Luza, ssp


O texto abaixo foi extraído do periódico da Editora Paulus - O Domingo - Palavra.
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O Domingo – Palavra

A missão deste periódico é celebrar a presença de Deus na caminhada do povo e servir as comunidades eclesiais na preparação e realização da Liturgia da Palavra. O “Culto Dominical” contêm as leituras litúrgicas de cada domingo, proposta de reflexão, cantos do hinário litúrgico da CNBB e um artigo que contempla proposto pela liturgia do dia ou acontecimento eclesial.

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PARA ALÉM DO BEM E DO MAL

O ser humano geralmente quer dividir pessoas, coisas, a vida, o mundo, em duas partes: o bem e o mal. Talvez seja uma forma simplificada de resolver a realidade, que na verdade é bem complexa. Não é fácil entender os fatos, muito menos as pessoas. É mais fácil criar rótulos, construir abismos intransponíveis entre pessoas e povos inteiros.

Para desconstruir esse tipo de mentalidade, Jesus ensina ao seu público por meio de parábolas. A parábola faz pensar. O Mestre se utiliza desse estilo expressivo para estimular seu público a pensar, a buscar os significados ou as lições para além do senso comum ou dos preconceitos.

Jesus ensinou muitas vezes assim. Usava imagens comparativas de acordo com a realidade de seu público. De modo simples e profundo, sua mensagem era acessível. Ele falava bonito, mas não queria ser celebridade, queria que todos o entendessem, compreendessem a mensagem do reino, a esperança que estava no meio deles.

O evangelho de hoje apresenta um bloco de três parábolas que ensinam sobre o reino de Deus. A primeira é a “do joio e do trigo”. O trigo representa o que é bom. O joio, a erva daninha, tudo aquilo que atrapalha. A segunda refere-se ao “grão de mostarda”, uma semente muito pequena, aparentemente insignificante. No entanto, esconde um segredo: traz em si a potência de uma grande árvore, de ramos frondosos e sombra agradável. A terceira é a do “fermento”, capaz de fazer a massa crescer, sem ostentação.

Por meio dessas parábolas, a comunidade cristã é chamada a olhar para a própria fé. A fé anda de mãos dadas com o amor. Sendo amiga íntima do amor, alimenta os mesmos sentimentos. Logo a fé não condena, não fica com o dedo em riste para apontar os defeitos dos outros. A fé corrige, mas também espera. Tem em seu horizonte a esperança. A fé age em sigilo, discretamente, feito um grãozinho de uma planta ou como o fermento, e de suas atitudes nascem frutos de vida feliz.

As parábolas de hoje são um ensinamento para a comunidade cristã descobrir a novidade do reino de Deus. É um apelo a não deixar esfriar o entusiasmo da fé. Cada discípulo deve se deixar guiar pelo exemplo compassivo e misericordioso de Jesus. O sentimento de vingança e a busca por fazer justiça com as próprias mãos

não devem ser atitudes de quem segue Jesus. Ele perdoou a todos. Quem somos nós para apontar ou condenar o outro? A colheita pertence a Deus. Ele sabe a hora certa de colher os frutos. “Deixai crescer um e outro até a colheita!”

Pe. Antonio Iraildo Alves de Brito, ssp


O texto abaixo foi extraído do periódico da Editora Paulus - O Domingo - Crianças.
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O Domingo – Crianças

Este semanário litúrgico-catequético propõe, com dinamicidade, a vivência da missa junto às crianças. O folheto possui linguagem adequada aos pequenos, bem como ilustrações e cantos alegres para que as crianças participem com prazer e alegria da eucaristia. Como estrutura, “O Domingo-Crianças” traz uma das leituras dominicais, o Evangelho do dia e uma proposta de oração eucarística.

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Recolhei o trigo no meu celeiro!

RECADO DO PAPA FRANSCISCO: Às vezes estamos tristes por causa do peso dos nossos pecados. Não desanimemos! Foi para tirar tudo isso que Cristo veio; ele dá-nos a paz.


RITOS INICIAIS

Salmo 53, 6.8
ANTÍFONA DE ENTRADA: Deus vem em meu auxílio, o Senhor sustenta a minha vida. De todo o coração Vos oferecerei sacrifícios, cantando a glória do vosso nome.

Introdução ao espírito da Celebração
Cansados pelo trabalho do dia a dia, aqui estamos junto do Senhor para, num diálogo amoroso, Lhe transmitirmos as nossas preocupações e escutarmos a Sua voz. Os problemas podem ser muitos, as dificuldades podem parecer de difícil solução. Mas com o Espírito Santo que o Senhor nos envia, com a presença maternal de Nossa Senhora, encontraremos de novo a alegria de viver.

ORAÇÃO COLECTA: Sede propício, Senhor, aos vossos servos e multiplicai neles os dons da vossa graça, para que, fervorosos na fé, esperança e caridade, perseverem na fiel observância dos vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


II. COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS

Monição:  Deus Todo Poderoso é indulgente para connosco. Procuremos também nós proceder do mesmo modo para com o próximo.

Liturgia da Palavra
Primeira Leitura

Sabedoria 12,13.16-19

Leitura do livro da Sabedoria. 12 13 Não há, fora de vós, um Deus que se ocupa de tudo, e a quem deveis mostrar que nada é injusto em vosso julgamentos; 16 Porque vossa força é o fundamento de vossa justiça e o fato de serdes Senhor de todos, vos torna indulgente para com todos. 17 Mostrais vossa força aos que não crêem no vosso poder, e confundis os que a não conhecem e ousam afrontá-la. 18 Senhor de vossa força, julgais com bondade, e nos governais com grande indulgência, porque sempre vos é possível empregar vosso poder, quando quiserdes. 19 Agindo desta maneira, mostrastes a vosso povo que o justo deve ser cheio de bondade, e inspirastes a vossos filhos a boa esperança de que, após o pecado, lhes dareis tempo para a penitência;
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

A leitura, extraída da terceira e última parte do livro da Sabedoria (Sab 10 –19), em que se descreve a presença da Sabedoria na história do povo de Israel, deixa ver como Deus, que é justo, mostra tanto a sua justiça punindo os maus (aqui trata-se dos egípcios – cap. 11– e dos cananeus – cap. 12), como também mostra a sua «indulgência» (v. 18), ao inspirar, após o pecado, a contrição (v. 19).

A bela primeira leitura, tomada do livro da Sabedoria (escrito no tempo em que Jesus nasceu), ensina que o poder de Deus se mostra na capacidade de perdoar. O israelita piedoso (como também o “bom cristão”) gosta de dividir os seres humanos em bons e maus e, quando vê que Deus não observa essa divisão, chega a ponto de acusá-lo! Mas a sabedoria de Deus mostra-se tanto na paciência quanto no julgamento. Por outro lado, também os “bons” precisam da misericórdia de Deus. Já vimos, no domingo passado, que ninguém conhece a profundeza do pensamento de Deus. Incredulidade não significa necessariamente perdição. Como ainda muitos “bons cristãos” hoje, também os antigos judeus se admiravam de que Deus deixasse coexistir fé e incredulidade, justos e injustos. Mas Deus não precisa prestar contas a ninguém. Sua grandeza, ele a mostra julgando com benignidade, pois tem suficiente poder; Deus não é escravo de sua própria força (v. 18a)! Contrariando nossa impaciência e intolerância, Deus aguarda que talvez o injusto ainda se converta ( v. 19; cf. Lc 13,6-9). Segundo o profeta Oseias, Deus exprime seu direito a ser paciente e generoso com a expressão: “Eu sou Deus, não ser humano” (Os 11,9). Em sua automanifestação a Moisés, em Ex 34,5-6, Deus se apresenta antes de tudo como misericordioso, clemente, lento na ira, mas rico em bondade e fidelidade. O salmo responsorial de hoje (Sl 86[85]) acentua exatamente esse tema da magnanimidade de Deus.

Subsídios:
1ª leitura: (Sb 12,13.15-19) O poder de Deus se mostra na capacidade de perdoar – O israelita piedoso (como também o “bom cristão”) gosta de repartir os homens em bons e maus. E quando vê que Deus não observa a sua divisão, chega a acusá-lo! Mas a sabedoria de Deus mostra-se tanto na paciência quanto no juízo. Por outro lado, também os “bons” precisam da misericórdia de Deus. * 12,13 cf. Dt 32,39; Jó 34,12-15 * 12,18-19 cf. Sl 115,1-3[113,9-11]; 135[134],6; Sb 11,23.



Salmo Responsorial

Monição: Deus escuta-nos e atende as nossas súplicas. Rezemos sempre com muita confiança.

SALMO RESPONSORIAL – 85/86

Ó Senhor, vós sois bom, sois clemente e fiel!

Ó Senhor, vós sois bom e clemente,
sois perdão para quem vos invoca.
Escutai, ó Senhor, minha prece,
o lamento da minha oração!

As nações que criastes virão
adorar e louvar vosso nome.
Sois tão grande e fazeis maravilhas:
vós somente sois Deus e Senhor.

Vós, porém, sois clemente e fiel,
sois amor, paciência e perdão.
Tende pena e olhai para mim!
Confirmai com vigor vosso servo.

Segunda Leitura

Monição: Na nossa oração peçamos ao Senhor nos ensine a pedir não segundo a nossa vontade mas sim segundo a vontade de Deus.

Romanos 8,26-27

Leitura da carta de são Paulo aos Romanos. Irmãos, 8 26 o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis. 27 E aquele que perscruta os corações sabe o que deseja o Espírito, o qual intercede pelos santos, segundo Deus.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Os dois versículos da leitura põem em evidência o papel do Espírito Santo na alma do fiel, vindo em auxílio da nossa fraqueza:Ele sabe da nossa incapacidade para nos dirigirmos a Deus; habitando na alma justificada. Suscita e facilita gemidos inefáveis – «gemidos que se não podem descrever» –, que constituem a vida de oração das almas contemplativas. Ele conduz a alma, de modo misterioso mas eficaz, pelo caminho da perfeita identificação com «a vontade de Deus».

A segunda leitura nos ensina algo sobre a “espiritualidade”. Para muita gente, espiritualidade é uma espécie de conquista de si mesmo, um treinamento, uma ascese – tanto que, antigamente, nos seminários e institutos religiosos, “ascese e espiritualidade” eram estudadas no mesmo tratado. Ora, espiritualidade cristã existe quando o Espírito de Cristo vive em nós, toma conta de nós. Isso nada tem que ver, de per si, com ascetismo, uma vez que o Espírito adota até a nossa fraqueza. Nós nem sabemos rezar como convém, mas “o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis” (v. 26). O Espírito Santo auxilia nossa fraqueza. Fé e esperança são antecipações daquilo que ainda não está aí (cf. Rm 8,24). Assim, nossa vida cristã é uma vida “a amadurecer”, por enquanto inacabada. O “sopro” (= “espírito”) de Deus, “adotando” nossa fraqueza, ajuda a alma a se desenvolver desde sua infância espiritual. O Espírito conhece os dois “abismos”: o ser de Deus e o coração humano. Como não temos bastante amplidão, seu soprar em nós é um gemido dirigido a Deus. No entanto, ele já nos faz ser santos. Portanto, o importante é deixar-nos envolver por esse Espírito e não expulsá-lo pela autossuficiência do nosso próprio espírito. O Espírito de Cristo é que consegue dar conta da nossa fraqueza; o nosso, dificilmente…

Subsídios:
2ª leitura: (Rm 8,26-27) O Espírito Santo auxilia nossa fraqueza – Fé e esperança são antecipações daquilo que ainda não está aí (8,24). Assim, nossa vida cristã é uma vida “a amadurecer”, inacabada. O “sopro” (= “espírito”) de Deus, “adotando” nossa fraqueza, ajuda a alma a se desenvolver desde sua infância espiritual. O Espírito conhece os dois “abismos”: o ser de Deus e o coração do homem. Como não temos bastante amplidão, seu soprar em nós é um gemido dirigido a Deus. No entanto, já nos faz ser santos. * Cf. Hb 11,1; Rm 5,5; 8,15; 1Cor 2,10; Gl 4,6; Jr 11,20.

Aclamação ao Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Eu te louvo, ó Pai santo, Deus do céu e Senhor da terra: os mistérios do teu reino aos pequenos, Pai, revelas!

Evangelho

Monição: O Senhor explica-nos a Sua Doutrina através de belas parábolas. Escutemo-l’O e cumpramos a Sua vontade.

Mateus 13,24-43 ou 24-30

Naquele tempo, 13 24 Jesus propôs-lhes outra parábola: "O Reino dos céus é semelhante a um homem que tinha semeado boa semente em seu campo. 25 Na hora, porém, em que os homens repousavam, veio o seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e partiu. 26 O trigo cresceu e deu fruto, mas apareceu também o joio. 27 Os servidores do pai de família vieram e disseram-lhe: ‘Senhor, não semeaste bom trigo em teu campo? Donde vem, pois, o joio?’ 28 Disse-lhes ele: ‘Foi um inimigo que fez isto!’ Replicaram-lhe: ‘Queres que vamos e o arranquemos?’ 29 ‘Não’, disse ele; ‘arrancando o joio, arriscais a tirar também o trigo. 30 Deixai-os crescer juntos até a colheita. No tempo da colheita, direi aos ceifadores: arrancai primeiro o joio e atai-o em feixes para o queimar. Recolhei depois o trigo no meu celeiro’". 31 Em seguida, propôs-lhes outra parábola: "O Reino dos céus é comparado a um grão de mostarda que um homem toma e semeia em seu campo. 32 É esta a menor de todas as sementes, mas, quando cresce, torna-se um arbusto maior que todas as hortaliças, de sorte que os pássaros vêm aninhar-se em seus ramos". 33 Disse-lhes, por fim, esta outra parábola. "O Reino dos céus é comparado ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha e que faz fermentar toda a massa". 34 Tudo isto disse Jesus à multidão em forma de parábola. De outro modo não lhe falava, 35 para que se cumprisse a profecia: "Abrirei a boca para ensinar em parábolas; revelarei coisas ocultas desde a criação". 36 Então despediu a multidão. Em seguida, entrou de novo na casa e seus discípulos agruparam-se ao redor dele para perguntar-lhe: "Explica-nos a parábola do joio no campo". 37 Jesus respondeu: "O que semeia a boa semente é o Filho do Homem. 38 O campo é o mundo. A boa semente são os filhos do Reino. O joio são os filhos do Maligno. 39 O inimigo, que o semeia, é o demônio. A colheita é o fim do mundo. Os ceifadores são os anjos. 40 E assim como se recolhe o joio para jogá-lo no fogo, assim será no fim do mundo. 41 O Filho do Homem enviará seus anjos, que retirarão de seu Reino todos os escândalos e todos os que fazem o mal 42 e os lançarão na fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes. 43 Então, no Reino de seu Pai, os justos resplandecerão como o sol. Aquele que tem ouvidos, ouça".
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor!

Continuamos hoje com a leitura do discurso das parábolas no capítulo 13 de S. Mateus. A parábola do trigo e do joio envolve tanto a denúncia da intolerância como a do relativismo; o mal e o erro existem, mas a verdade e o bem acabarão por prevalecer.

25 «Joio» era uma planta muito parecida com o trigo, com que facilmente se confunde antes de brotar a espiga. Misturado em certa quantidade, envenena o pão e produz graves náuseas e enjoos. Semearcizânia entre o trigo era um caso de vingança pessoal não rara então, um crime previsto e punido pelo Direito Romano.

29-30 A resposta do dono do campo encerra a lição da parábola: «deixai-os ambos crescer ambos até à ceifa». Deus permite o mal no mundo e dentro do campo da própria Igreja, mas há-de suprimi-lo definitivamente. Ninguém se escandalize, pois, com a existência do mal, pois com o juízo divino, depois da morte (a ceifa), os que praticaram o bem (trigo) irão para o Céu (simbolizado no celeiro) e os que praticaram o mal (joio) irão para o Inferno (simbolizado no fogo).

31-32 O «grão de mostarda» – uma pequenina semente que mal se vê – é a pregação do Evangelho e a Igreja. Um homem é Jesus; o seu campo é o mundo. A Igreja (Reino dos Céus) tem uns começos muito modestos, mas em breve se estende pelo mundo todo. A Igreja é católica, universal, destina-se a todos os homens de todas as raças, classes, culturas, de todas as latitudes e de todos os tempos. A mostarda(sinapis nigra) é um arbusto ainda hoje muito abundante na Palestina e que pode chegar a atingir 3 ou 4 metros de altura.

33 A parábola do «fermento» mostra como o Evangelho vai transformando todo o mundo – «a massa» – de modo invisível, lento mas progressivo; deixa ver como a Igreja vai convertendo à fé todos os povos. O fermento é também uma expressiva imagem do que o cristão tem de ser no mundo: sem se deixar dessorar, deve ir conquistando com o seu exemplo e com a sua palavra os que o rodeiam para Cristo, e ir imbuindo do espírito de Cristo todas as realidades humanas, a cultura e as próprias estruturas da sociedade, sem as instrumentalizar nem clericalizar.

A generosa paciência de Deus de que falamos é também o tema do evangelho. Em torno desse tema, Jesus bordou uma de suas mais eloquentes parábolas: a parábola do joio e do trigo. Quando, num campo, no meio do trigo, é encontrado o joio (erva ruim, cizânia), é muito imprudente extirpá-lo apressadamente, pois se poderia arrancar também o trigo. Melhor é ter paciência, deixar tudo amadurecer e, no fim, conservar aquilo que serve e queimar a cizânia. Deus é tão grande, que no seu Reino há espaço até para a paciência com os incrédulos e injustos. Ele é quem julga.

Assim como fez com a parábola do semeador (cf. evangelho de domingo passado), também aqui Mateus provê a parábola de uma explicação (v. 36-43). O tempo da Igreja é o tempo do crescimento. No último dia, o joio será separado do trigo. Nem todos os que estão na Igreja são realmente dela, são “eleitos” dignos do povo de Deus (cf. a parábola da rede, Mt 13,47-50).

Antes da explicação da parábola do joio, são inseridas algumas outras parábolas, de semelhante inspiração campestre (v. 31-33: o grão de mostarda e o fermento). Ambas se referem ao incrível crescimento do Reino de Deus. Há, porém, diferenças de acento. Na parábola do grão de mostarda, o enorme crescimento do Reino, incomparável com seu humilde início, dá uma impressão de amplidão, de expansão, de espaço. Na parábola do fermento, é a força interior que é acentuada: um pouco de fermento faz a massa crescer e dá gosto ao todo. Assim, o ouvinte vai combinando os diversos acentos, para que tenha uma percepção bem rica do mistério do Reino.

Nos versículos 34-35, o evangelista faz uma consideração sobre a pedagogia de Jesus. Não foi para confundir o povo que Jesus falou por meio de parábolas. Contudo, sua pregação confundia, de fato, os que achavam que sabiam tudo (cf. Mt 13,12-15, domingo passado). Ora, para quem quiser escutar cumpre-se, graças à pedagogia de Jesus, aquilo que o salmista havia anunciado muito tempo antes: revelam-se as coisas escondidas desde a formação do mundo (13,35, cf. Sl 78[77],2).

O tema principal para hoje é, pois, a grandeza de Deus, que tem lugar para todos, também para os pecadores, até o momento em que estes terão de decidir se aceitam a sua graça ou não. Mas como viver num mundo onde coexistem fé e incredulidade, justiça e pecado (muitas vezes, dentro da mesma pessoa e também dentro da Igreja)? Como aceitar as pessoas, sem aceitar seu pecado nem a estrutura pecaminosa de nosso mundo? São perguntas candentes, que podem ser meditadas à luz da paciência – não tanto “histórica”, mas antes escatológica – de Deus: a paciência de Deus não tem fim; o que tem fim é o nosso tempo…

Subsídios:
Evangelho: (Mt 13,24-43 ou 13,24-30) “O joio e o trigo” e outras parábolas – Como a parábola do semeador (cf. dom. pass.), Mt provê de uma explicação também a do joio no trigo. O tempo da Igreja é o tempo do crescimento. No último dia, separar-se-á o joio do trigo. Nem todos os que estão na Igreja são dela, são eleitos (cf. parábola da rede, Mt 13,47-50). Tal situação deve-se à paciência de Deus e não impede a força do crescimento (parábolas do grão de mostarda e do fermento, 13,31-33). * 13,30 cf. Mt 3,12; Jo 15,6 * 13,31-32 cf. Mc 4,30-32; Lc 13,18-19; Ez 17,23; Dn 4,9.18 * 13,33 cf. Lc 13,20-21 * 13,34-35 cf. Mc 4,33-34; Sl 78[77],2 * 13,36-43 cf. 1Jo 3,10; Dn 3,6; 12,3.

***   ***   ***

Em sua pregação aos camponeses da Palestina, na linguagem campestre deles, Jesus aborda hoje o tema da condenação (evangelho). Já vimos, no domingo passado, que ninguém conhece a profundeza do pensamento de Deus. Incredulidade não significa necessariamente perdição. Como ainda muitos “bons cristãos” hoje, também os antigos judeus se admiravam de que Deus deixasse coexistir fé e incredulidade, justos e injustos. Mas Deus não precisa prestar contas a ninguém. Sua grandeza, ele a mostra julgando com benignidade, pois ele tem suficiente poder; Deus não é escravo de sua própria força (Sb 12,18; 1ª leitura)! O salmo responsorial(Sl 86[85]), aparentado à revelação de Deus a Moisés em Ex 34,5-6, acentua o tema da magnanimidade de Deus.

Contrariando nossa impaciência e intolerância, Deus aguarda que talvez o injusto ainda se converta (12,19; cf. Lc 13,6-9). Sobre este tema Jesus bordou uma de suas mais eloquentes parábolas: quando num campo se encontra joio no meio do trigo, é muito imprudente extirpar apressadamente o joio, pois se poderia arrancar também o trigo. Melhor é ter paciência, deixar tudo amadurecer e, no fim, conservar o que serve e queimar a cizânia. Deus é tão grande, que no seu Reino tem espaço até para a paciência com os incrédulos e injustos. Ele é quem julga.

A essa parábola são encadeadas algumas outras, de semelhante inspiração campestre (Mt 13,31-33), bem como uma consideração sobre a “pedagogia” das parábolas. Depois, Jesus explica a parábola do joio. As parábolas intermediárias (do grão de mostarda e do fermento) referem-se ao incrível crescimento do Reino de Deus. Há, porém, diferenças no acento. Na parábola do grão de mostarda, o enorme crescimento do Reino, incomparável com seu humilde início, dá uma impressão de amplidão, de expansão, de espaço; na parábola do fermento, é a força interior que é acentuada: um pouco de fermento dá gosto ao todo.

Nos v. 34-35, o evangelista faz uma observação sobre a pedagogia de Jesus. Ele não fala por meio de parábolas para confundir o povo, mas sua pregação confunde, de fato, os que acham que sabem tudo (cf. Mt 13,12-15). Ora, para quem quiser escutar, cumpre-se, nesta pedagogia de Jesus, o que o salmista já anunciara há muito tempo: a revelação das coisas escondidas desde a formação do mundo.

O tema principal para hoje é, pois, a grandeza de Deus, que tem lugar para todos, inclusive os pecadores, até o momento em que eles terão de decidir se aceitam a sua graça, sim ou não. Isso nos ensina também algo sobre o pecado: com o tempo, o pecado se transforma, ou em arrependimento, ou em orgulho “infernal”, ao qual cabe o destino que finalmente é dado ao joio.

E como viver num mundo onde coexistem fé e incredulidade, justiça e pecado (muitas vezes, dentro da mesma pessoa, dentro da Igreja também)? Como aceitar as pessoas, sem aceitar seu pecado nem a estrutura pecaminosa de nosso mundo? São perguntas candentes, que podem ser meditadas à luz da paciência, não tanto “histórica”, mas antes escatológica, de Deus.

2ª leituranos ensina algo fundamental sobre a “espiritualidade”. Para muita gente, espiritualidade é uma espécie de conquista de si mesmo, um treinamento, uma ascese – tanto que, antigamente, “ascese e espiritualidade” eram estudadas no mesmo tratado. Ora, espiritualidade cristã existe quando o Espírito do Cristo vive em nós, toma conta de nós. Isso nada tem a ver com ascetismo, uma vez que o Espírito adota até a nossa fraqueza. Nós nem sabemos rezar como convém, mas “o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis” (Rm 8,26). Portanto, o importante é deixar-se envolver por esse Espírito e não expulsá-lo pela autossuficiência de nosso próprio espírito. O Espírito do Cristo é que consegue dar conta da nossa fraqueza; o nosso, dificilmente...

PACIÊNCIA NA EVANGELIZAÇÃO

evangelho apresenta um Jesus muito tolerante. Isso pode até desagradar a quem gostaria de um Jesus mais radical. A Igreja parece tão pouco radical. Por que não romper de vez com os que não querem acompanhar? Ou será que a radicalidade do evangelho é outra coisa do que imaginamos? Neste evangelho (Mt 13,24-43), Jesus descreve o reino de Deus (o agir de Deus na história), em três parábolas. Na primeira, explica que junto com os frutos bons (o trigo) podem crescer frutos menos bons (o joio); é melhor deixar a Deus a responsabilidade de separá-los, na hora certa... Na segunda, ensina que o agir de Deus tem um alcance que sua humilde aparência inicial não deixa suspeitar (a sementinha). Na terceira, adverte que a obra de Deus muitas vezes é escondida, enquanto na realidade penetra e leveda o mundo, invisivelmente, como o fermento na massa.

Nós gostamos de ver resultados imediatos. Somos impacientes e dominadores para com os outros. Deus tem tanto poder, que ele domina a si mesmo... Não é escravo de seu próprio poder. Sabe governar pela paciência e o perdão (1ª leitura). Seu “reino” é amor, e este penetra aos poucos, invisivelmente, como o fermento. Impaciência em relação ao reino de Deus é falta de fé. O crescimento do Reino é “mistério”, algo que pertence a Deus.

No tempo de Mateus, a impaciência era explicável: esperava-se a volta de Cristo (a Parusia) para breve. Hoje, já não é essa a razão da impaciência. A causa da impaciência bem pode ser o imediatismo de pessoas aparentemente “superengajadas”, e podemos questionar se muito ativismo é verdadeira generosidade a serviço de Deus ou apenas autoafirmação. É preciso dar tempo às pessoas para que fiquem cativados pelo Reino. E a nós mesmos também. Isso exige maior fé e dedicação do que certo radicalismo mal-entendido, pelo qual são rechaçadas as pessoas que ainda estão crescendo.

Devemos ter paciência especial para com aqueles que, vivendo em condições subumanas, não conseguem assimilar algumas exigências aparentemente importantes da Igreja. Para com os jovens. Para com os que perderam a cabeça pelas complicações da vida moderna urbana, ou por causa da televisão, que pouco se preocupa em propor às pessoas critérios de vida equilibrada. Devemos dar tempo ao tempo... e entrementes dar força ao trigo, para que não se deixe sufocar pelo joio.

Em nossas comunidades, importa cativar os outros com paciência. Fanatismo só serve para dividir. Moscas não se apanham com vinagre. Importa ter confiança em Deus, sabendo que ele age, mesmo. E então nos sentiremos seguros para colaborar com ele, com “magnanimidade”, com grandeza de alma – pois é assim que se deveria traduzir o que geralmente se traduz com o termo desvirtuado “paciência”... Deus reina por seu amor, e o amor não força ninguém, mas cativa a livreadesão.

(Parte do Roteiro Homilético foi elaborada pelo Pe. Johan Konings SJ – Teólogo, doutor em exegese bíblica, Professor da FAJE. Autor do livro "Liturgia Dominical", Vozes, Petrópolis, 2003. Entre outras obras, coordenou a tradução da "Bíblia Ecumênica" – TEB e a tradução da "Bíblia Sagrada" – CNBB. Konings é Colunista do Dom Total. A produção do Roteiro Homilético é de responsabilidade direta do Pe. Jaldemir Vitório SJ, Reitor e Professor da FAJE.)

III. PISTAS PARA REFLEXÃO

– PACIÊNCIA NA EVANGELIZAÇÃO

O evangelho de hoje (Mt 13,24-43) apresenta Jesus muito tolerante. Isso pode até desagradar a quem gostaria de um Jesus mais radical. A Igreja parece tão pouco radical… Por que não romper, de vez, com os que não querem acompanhar? Ou será que o radicalismo do evangelho é coisa diversa daquilo que imaginamos? Neste evangelho, Jesus descreve o Reino de Deus (o agir de Deus na história) em três parábolas. Na primeira, explica que, junto com os frutos bons (o trigo), podem crescer frutos menos bons (o joio, a erva ruim); é melhor deixar a Deus a responsabilidade de separá-los, na hora certa… Na segunda, ensina que o agir de Deus tem um alcance que sua humilde aparência inicial não deixa suspeitar (a sementinha). Na terceira, adverte que a obra de Deus, muitas vezes, é escondida, enquanto, invisivelmente, penetra e leveda o mundo, como o fermento na massa.

Nós gostamos de ver resultados imediatos. Somos dominadores e impacientes com os outros. Deus, ao contrário, tem tanto poder, que ele se domina a si mesmo… Não é escravo de seu próprio poder. Sabe governar pela paciência e pelo perdão (1ª leitura). Seu “reino” é amor, e este penetra aos poucos, invisivelmente, como o fermento. Impaciência em relação ao Reino de Deus é falta de fé. O crescimento do Reino é “mistério”, algo que pertence a Deus.

No tempo de Mateus, a impaciência era explicável. Os primeiros cristãos esperavam a volta de Cristo (a parusia) para breve. Hoje, já não é essa a razão da impaciência. A causa da impaciência, hoje, bem pode ser o imediatismo de pessoas aparentemente “superengajadas” – e podemos questionar se muito ativismo é realmente verdadeira generosidade a serviço de Deus ou apenas autoafirmação. É preciso dar tempo às pessoas para que fiquem cativadas pelo Reino, e a nós mesmos também. Isso exige maior fé e dedicação do que certo radicalismo mal compreendido, pelo qual são rechaçadas as pessoas que ainda estão crescendo.

Devemos ter paciência especial com aqueles que, vivendo em condições subumanas, não conseguem assimilar algumas exigências aparentemente importantes da Igreja: os jovens, as pessoas que “perderam a cabeça” (por causa das complicações da vida moderna urbana ou por causa da televisão, que pouco se preocupa em propor às pessoas critérios de vida equilibrada etc.). Devemos dar tempo ao tempo… e entrementes dar força ao trigo, para que não se deixe sufocar pelo joio.

Em nossas comunidades, importa cativar os outros com paciência. Fanatismo só serve para dividir. Moscas não se apanham com vinagre. Importa ter confiança em Deus, sabendo que ele age mesmo. Então, sentir-nos-emos seguros para colaborar com ele, com “magnanimidade”, com “grandeza de alma” (pois é assim que se deveria traduzir o termo “paciência”, tão desvirtuado…). Deus reina por seu amor, e o amor não força ninguém, mas cativa a livre adesão das pessoas.



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Sugestões para a homilia

ATENÇÃO: Na página do Evangelho do Dia aqui no NPDBRASIL, no final de cada Liturgia Diária você encontra mais 3 sugestões de Homilias Diárias. Veja também o Comentário Exegético e mais sugestões de Homilias no índice das Liturgias Dominicais na página Homilias e Sermões.

Sugestões para a homilia

1. Jesus é o nosso Salvador
2. Nós somos a Igreja de Jesus Cristo
3. A humanidade precisa de nós

1. Jesus é o nosso Salvador

Por mistérios da insondável misericórdia de Deus, Jesus veio à Terra, há dois mil anos, para salvar a humanidade. Viveu normalmente como qualquer pessoa. Sofreu o abandono, logo ao nascer, por ser pobre. Sofreu o drama do exílio no Egipto por Herodes o querer matar. Trabalhou em casa de Seus pais, ajudando-os. Rezou continuamente em toda a vida.

Os últimos três anos da Sua existência terrena passou-os na pregação. Deu vista aos cegos, fez ouvir os surdos, curou os doentes, ressuscitou até os mortos, enquanto anunciava o reino de Deus, muitas vezes através de parábolas (Evangelho).

Depois – oh maldade e ingratidão dos homens! – foi condenado injustamente à morte, sendo pregado na Cruz por nosso amor. Ressuscitou glorioso na manhã do Domingo de Páscoa. Confirmou os Apóstolos na Fé e enviou-os a anunciar a Boa Nova da Salvação ao Mundo.

2. Nós somos a Igreja de Jesus Cristo

A partir de então nova era de esperança se operou no mundo. Os discípulos de Jesus não têm medo. Denunciam em Seu nome o mal e apontam a todos o caminho da salvação. A prisão, o martírio dos cristãos ainda contribuíram mais para que a Doutrina de Jesus fosse levada a toda a Terra.

Os cristãos não esqueceram a mensagem do Apóstolo São Paulo: «O Espírito Santo vem em auxílio da nossa fraqueza…» (Segunda Leitura).

Quando se praticam injustiças, a Igreja de Jesus Cristo recorda que todas as pessoas devem ser respeitadas nos seus direitos.

Quando os pobres são marginalizados, a Igreja de Jesus Cristo recorda que devem possuir os meios necessários para viverem honestamente.

Quando as crianças não chegam a nascer, vítimas do aborto, a Igreja de Jesus Cristo recorda que a vida humana deve ser respeitada desde a concepção até à morte natural.

Quando os idosos são desprezados, a igreja de Jesus Cristo recorda que devem ser estimados por aqueles a quem ajudaram a crescer.

Quando a prostituição se pratica livremente, arruinando as famílias legitimamente constituídas, a Igreja de Jesus Cristo recorda que o corpo não é para ser explorado comercialmente mas, sim, para viver o verdadeiro amor.

Quando a droga é traficada para perverter a juventude, a Igreja de Jesus Cristo recorda que ninguém tem o direito de destruir nos jovens a alegria de viver e o futuro da humanidade.

Quando o pecado se pratica continuamente, a Igreja de Jesus Cristo recorda que só a virtude dá a felicidade e a paz.

3. A humanidade precisa de nós

Desde sempre Deus nos chama para que continuemos no mundo a obra maravilhosa da salvação. Mesmo quando tentamos fechar os ouvidos aos apelos do Senhor, Ele continua a vir ao nosso encontro. Sendo omnipotente, é também infinitamente misericordioso (1.ªLeitura).

Ao longo dos séculos, quantos homens e quantas mulheres, quantos jovens e quantas crianças foram um farol de luz porque se deixaram enamorar por Jesus Cristo! O seu exemplo impele-nos a trabalhar incansavelmente pelo reino de Deus.

Que a Virgem Santíssima esteja sempre connosco para nos ajudar a sermos bons, a sermos apóstolos, a sermos santos!

LITURGIA EUCARÍSTICA

ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS: Senhor, que levastes à plenitude os sacrifícios da Antiga Lei no único sacrifício de Cristo, aceitai e santificai esta oblação dos vossos fiéis, como outrora abençoastes a oblação de Abel; e fazei que os dons oferecidos em vossa honra por cada um de nós sirvam para a salvação de todos. Por Nosso Senhor.

SANTO

Monição da Comunhão: Jesus vem até nós pela Comunhão. Com Ele sentiremos bem viva a acção santificadora do Espírito Santo na nossa vida.

Salmo 110, 4-5
ANTÍFONA DA COMUNHÃO: O Senhor misericordioso e compassivo instituiu o memorial das suas maravilhas, deu sustento àqueles que O temem.

Ou Ap 3, 20
Eu estou à porta e chamo, diz o Senhor. Se alguém ouvir a minha voz e Me abrir a porta, entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO: Protegei, Senhor, o vosso povo que saciastes nestes divinos mistérios e fazei-nos passar da antiga condição do pecado à vida nova da graça. Por Nosso Senhor.

RITOS FINAIS

Monição final: Agora vamos partir de novo para o mundo. Animados pelo Espírito Santo e com a bênção de Nossa Senhora, faremos todo o bem que pudermos em casa, na sociedade e em toda a parte para que haja paz, alegria e esperança num futuro melhor.



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HOMILIAS FERIAIS

ATENÇÃO: Na página do Evangelho do Dia aqui no NPDBRASIL, no final de cada Liturgia Diária você encontra 3 sugestões de Homilias Diárias. Veja também o Comentário Exegético e mais sugestões de Homilias no índice das Liturgias Dominicais na página Homilias e Sermões.

16ª SEMANA

2ª Feira, 21-VII: Sacrifício agradável a Deus.

Miq 6, 1-4. 6-8 / Mt 12, 38-42
Agradarão ao Senhor milhares de cabritos, dezenas de milhares de torrentes de azeite?

Qual o sacrifício que mais pode agradar a Deus? «Todas as suas actividades (dos leigos), orações, iniciativas apostólicas, a sua vida conjugal e familiar, o seu trabalho de cada dia, os seus lazeres do corpo e do espírito, se forem vividos no Espírito de Deus, e até as provações da vida pacientemente suportadas, tudo se transforma em ‘sacrifício espiritual’, agradável a Deus, por Jesus Cristo» (CIC, 901). Jesus recorda o bom acolhimento dos habitantes de Nínive ao pedido de Jonas (cf. Ev). Arrependeram-se e abandonaram o mal que estavam a fazer.

3ª Feira, 22-VII: S. Maria Madalena: À procura de quem amamos.

Cant 3, 1-4 / Jo 20, 1. 11-18
No primeiro dia da semana, Maria de Magdala foi de manhãzinha, ainda escuro, ao túmulo do Senhor.

Maria Madalena foi das primeiras pessoas a encontrar-se com o Ressuscitado e tornou-se também uma das primeiras mensageiras da Ressurreição de Cristo (cf. Ev). Procuremos igualmente ir ao encontro do Senhor durante o nosso dia. Haverá momentos em que será mais difícil, mas Ele está sempre à nossa espera. Imitemos Maria Madalena no amor com que o procurou: «Vistes aquele que o meu coração ama? Assim que os deixei para trás, encontrei aquele que o meu coração ama» (Leit). Desejar encontrá-lo é sempre o princípio do amor.

4ª Feira, 23-VII: S. Brígida: O rosto espiritual da Europa.

Gal 2, 19-20 / Jo 15, 1-8
Quando alguém permanece em mim e eu nele, esse é que dá muito fruto, porque, sem mim, nada podeis fazer.

Recorremos hoje à protecção de S. Brígida, Padroeira da Europa, para que ganhem novo vigor as raízes cristãs que lhe deram origem. A Europa foi profundamente penetrada pelo cristianismo e a fé cristã plasmou a cultura do continente. Deste modo, adquiriu um rosto espiritual, mas está actualmente a dissipar este precioso património. A nossa esperança está em Cristo: «Sem mim, nada podeis fazer» (Ev). Portanto, a nossa actuação só dará verdadeiros frutos se nos aproximarmos mais de Deus.

5ª Feira, 24-VII: Conhecimento dos mistérios do Reino.

Jer 2, 1-3. 7-8. 12-13 / Mt 13, 10-17
Endureceram os ouvidos e fecharam os olhos, não fossem ver com os olhos e ouvir com os ouvidos, entender com o espírito e converter-se, para que eu os curasse.

Jesus convida a entrar no seu Reino, por meio das parábolas (cf. Ev), um elemento muito característico dos seus ensinamentos. Para isso, precisamos abrir bem os olhos da fé: «felizes os olhos porque vêem», e também os ouvidos, para acolhermos bem a palavra de Deus. Queixa-se Deus que o seu povo cometeu dois pecados: abandonou-o, a Ele que é a fonte de água viva; e foi abrir cisternas, com fendas, que não conservam a água (cf. Leit). Se não seguimos os caminhos de Deus, andamos a perder o tempo.

6ª Feira, 25-VII: S. Tiago: Preparados para a renúncia?

2 Cor 4, 7-15 / Mt 20, 20-28
Não sabeis o que estais a pedir. Podeis beber o cálice que eu estou para beber? Eles responderam-lhe: Podemos!

Recebemos do Senhor uma vida nova através dos sacramentos. Mas trazemos esta vida em vasos de barro (cf. Leit), e ela pode enfraquecer-se e até perder-se pelo pecado grave. Por isso, o Senhor pergunta-nos se podemos beber o seu cálice. Tiago respondeu afirmativamente (cf. Ev) e, de facto, ele foi o primeiro Apóstolo a dar a vida pelo Evangelho (cf. Oração). Para cumprirmos a nossa missão de servir e dar a vida pelos outros, precisamos apoiar-nos muito na fortaleza de Deus.

Sábado, 26-VII: S. Joaquim e S. Ana: A herança que deles nasceu.

Sir 44, 1. 10-15 / Mt 13, 16-17
Celebremos os louvores dos homens ilustres, dos nossos antepassados através das gerações.

Hoje é dia para louvarmos as ilustres pessoas (cf. Leit) dos pais de Nossa Senhora: Joaquim e Ana. Foram eles que trouxeram ao mundo a Mãe de Deus (cf. Oração). De algum modo, chegaram ao conhecimento dos mistérios do reino de Deus, através do que viram e ouviram da sua filha: «Felizes os olhos porque vêem, e os ouvidos porque ouvem» (Ev). Queremos aprender com eles a ver e ouvir Nossa Senhora, e assim chegarmos melhor até Jesus.

Celebração e Homilia: AURÉLIO ARAÚJO RIBEIRO
Nota Exegética: GERALDO MORUJÃO
Homilias Feriais: NUNO ROMÃO
Sugestão Musical: DUARTE NUNO ROCHA
Fonte: Celebração Litúrgica


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QUE DEUS ABENÇOE A TODOS NÓS!

Oh! meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno,
levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente
as que mais precisarem!

Graças e louvores se dê a todo momento:
ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!

Mensagem:
"O Senhor é meu pastor, nada me faltará!"
"O bem mais precioso que temos é o dia de hoje!    Este é o dia que nos fez o Senhor Deus!  Regozijemo-nos e alegremo-nos nele!".

( Salmos )

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